quinta-feira, 28 de agosto de 2008

RENEGADO

Rapper mineiro comprova que não há barreiras para música de qualidade.
Revisitando estilos como a black music, ragga, dub e influências de ritmos brasileiros, o artista esbanja a identidade artística que vem de casa, das ruas, do morro, das grandes cidades, do mundo

Foto: Bárbara Dutra

O suíngue consciente define o trabalho de um dos artistas mais promissores da nova geração da música nacional. Em seu primeiro disco solo, "Do Oiapoque a Nova York", Renegado reúne 13 canções nas quais mostra desenvoltura ao transitar livremente por vários estilos derrubando fronteiras e misturando o rap com ritmos brasileiros e latino-americanos. "Do Oiapoque a Nova York" traz a denúncia ao mesmo tempo em que coloca o ouvinte para dançar, atraindo a atenção tanto de quem procura por letras inteligentes como de quem quer se divertir na pista de dança.

A produção do disco é assinada por Daniel Ganjaman, um dos maiores produtores da atualidade, que além de integrar o respeitado coletivo paulistano Instituto, também já assinou a produção de trabalhos de Mombojó, Otto e Sabotage e trabalhou com Racionais MC´s e Planet Hemp, entre outros. Para ele, "Do Oiapoque a Nova York" é um disco diferenciado dentro da cena hip hop brasileira, tanto pela diversidade sonora quanto pelo teor das letras, conseguindo um meio termo entre a temática do rap feito na periferia e a poesia e o verso da música popular brasileira.

Coisa rara dentro do mundo do hip hop, Renegado também é instrumentista e utiliza o violão em meio às batidas eletrônicas do raggamuffin e do próprio rap, fazendo com que o disco adquira uma musicalidade rica e diversificada, indo além do que é feito no rap tradicional. Além disso, as participações de convidados contribuem para a sensação de ausência de fronteiras musicais dentro do disco. Do hip hop paulista vieram Funk Buia (Záfrica Brasil) e Max B.O; da MPB mineira, Aline Calixto e Júlia Ribas; e da música latino-americana os cubanos Alayo, que veio ao Brasil especialmente para gravar o disco, e Cubanito, que reside em BH. O disco conta ainda com a delicadeza das Meninas de Sinhá, preciosidades musicais vencedoras do Prêmio TIM 2008, vindas da comunidade do Alto Vera Cruz, a mesma onde vive Renegado.

"Do Oiapoque a Nova York" é o primeiro disco do selo A Rebeldia, criado pelo próprio artista. Com tiragem inicial de 4 mil cópias, sendo metade vendida a preço popular (R$5) nas periferias das principais capitais do país, o álbum também está disponível para audição em seu site oficial, www.arebeldia.com.br, estando acessível a todas as classes sociais, sem distinção.

Dois vídeo-clipes vem em seguida ao lançamento do álbum: "Conexão Alto Vera Cruz / Havana", dirigido por Denis Leroy, que também assina a arte gráfica e o site do artista; e “Santo Errado”, dirigido por Erich Baptista.

Sobre o Natura Musical

O Natura Musical tem por missão estimular e difundir a música raiz-antena. A música que resulta do encontro de elementos tipicamente brasileiros com conceitos, idéias e sonoridades universais. A música que tem raízes na nossa terra ao mesmo tempo em que olha para o mundo.

Desde o lançamento do Natura Musical, em 2005, foram contemplados 104 projetos de diversos gêneros artísticos e estágios de produção musical, atingindo 17 Estados brasileiros de todas as regiões do país e mais de 200 mil pessoas de diferentes idades e classes sociais.

Sobre a Natura

Criada em 1969 a partir de um laboratório e uma pequena loja em São Paulo, a Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta. Com mais de 5.900 colaboradores, a empresa registrou receita bruta de R$ 4,3 bilhões no ano de 2007, um crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior. A Natura está presente no Brasil, Argentina, Peru, Chile, México, Venezuela, Colômbia, Bolívia e França – onde mantém uma loja e um centro-satélite de pesquisa e tecnologia. Sua força de vendas é formada por 719 mil consultores, sendo 632 mil no Brasil e 86 mil no exterior.

Sobre Renegado

Nascido e criado na comunidade Alto Vera Cruz, na cidade de Belo Horizonte, o músico autodidata começou a cantar em 1995, aos 13 anos, ao mesmo tempo em que deu início à sua atuação em movimentos sociais. Em 1997, foi um dos fundadores do grupo de rap NUC (Negros da Unidade Consciente), com o qual se apresentou por todo o Brasil e em países como Cuba, Venezuela e Quênia. Posteriormente, o NUC tornou-se uma ONG, presidida por Renegado, que desenvolve trabalhos sócio-culturais junto a jovens de comunidades carentes com o foco principal nos jovens do Alto Vera Cruz.

A partir de 2006, após o convite da produtora artística Danusa Carvalho para fazer uma apresentação, Renegado passou a se dedicar também à carreira solo. Desde então vem acumulando uma bagagem de shows e participações em apresentações de artistas como o guitarrista Toninho Horta, além de estrear no cinema como protagonista do filme “Ponto Org”, da diretora Patrícia Moran. No longa, Renegado contracena com nomes importantes do cinema nacional como Paulo César Pereio e conta com o apoio do ator e diretor do grupo Galpão Rodolfo Vaz, vencedor do prêmio Shell 2008 de melhor ator.

Em sua carreira solo, Renegado investe na incorporação de outras referências musicais como ragga, música cubana e samba, além de outras influências da cultura típica brasileira e de tradições regionais, sem, no entanto, abandonar características do tradicional rap norte-americano e a temática social do rap brasileiro.

Do Oiapoque a Nova York – faixa a faixa

Faixa 01 – Do Oiapoque a Nova York – Uma apresentação autêntica do rapper "cria 100% da favela", que não perde a fé e não se vende por euro ou dólar. Hip hop com tempero afro-brasileiro e uma dose de samba.
Faixa 02 – Renegado – A parceria com Daniel Ganjaman não deixa dúvidas quanto a missão do talento que vem do morro. Dançante e com uma pegada certeira, avisa: "Aprendi que na vida não se marca bobeira. Senão vem alguém e me puxa a rasteira".
Faixa 03 – Meu Canto – Uma samba otimista, que celebra a alegria de viver. No ponto alto, a participação afinada da cantora Aline Calixto. A batida hip hop é inventiva.
Faixa 04 – A Coisa é Séria – Fazendo a linha raggamuffin, Renegado faz uma viagem sonora com escala na Jamaica.
Faixa 05 – Mil Grau – Se a melodia lembra os bailes blacks dos anos 70, a letra atual mostra como a rima tem o poder de transformar a realidade. Julia Ribas participa da festa e da canção.
Faixa 06 – Por amor – Outra parceria com Ganjaman. Uma crônica assinada por quem vive a luta diária nas periferias das grandes cidades e luta pela paz.
Faixa 07 – Sei quem tá comigo – Uma dobradinha de Renegado e Funk Buia. Tem uma levada dub e raggamuffin, questionando quem é amigo de verdade,porque “ us guerreiro fica e us comédia sai'.
Faixa 08 – Benção – Renegado agradece à mãe, dona Regina, pelas lições de vida, sustento e amor incondicional, entre os vocais de Patrícia Lima e a melodia da guitarra de Marcelo Munari.
Faixa 09 – Conexão Alto Vera Cruz/Havana – Fazendo um cântico para Oxossi, Renegado divide a composição com Gil Amâncio, mostrando o fervilhante encontro da arte da comunidade do Alto Vera Cruz com os repartos de Havana. Destaque para as presenças dos cubanos Alayo e Cubanito nos vocais.
Faixa 10 – Rebelde Soul – Como o título sugere, a faixa é das mais dançantes do disco, assinada por Renegado e Max B.O, faz uma contundente crítica social sem deixar ninguém ficar parado.
Faixa 11 – Santo Errado – O domínio da rima encontra o dub na faixa que manda para fora do morro os falsos malandros.
Faixa 12 – Rola o Beat – Com uma batida funkeada para invadir as pistas, o rapper narra a sensação da expectativa de sábado, pré-balada, quando os problemas são deixados de lado.
Faixa 13 – Vera – Declaração de amor de Renegado ao Alto Vera Cruz com a elegante participação das Meninas de Sinhá para encerrar com alto astral o disco.


RENEGADO
"DO OIAPOQUE A NOVA YORK"

Produção musical: Daniel Ganjaman
exceto as faixas: "Mil Grau" produzido por Renegado, Felipe Fantoni e DanielGanjaman
"A coisa é séria" Produzido por Alexandre Basa e Daniel Ganjaman
Pré-produção musical: Renegado e Gil Amancio
Produção artística e executiva: Danusa Carvalho
Projeto gráfico: Leroy Studios
Direção de arte: Denis Leroy
Fotografia: Leonardo Cesário

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A SÉTIMA EDIÇÃO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO TRAZ O MELHOR DA MÚSICA CONTEMPORÂNEA INTERNACIONAL

Homenagem a Milton Nascimento reúne Wayne Shorter e Ron Carter

27 shows com 200 artistas das Américas, Europa e África

Entre 11 e 14 de setembro em três palcos, praças e ruas da cidade histórica


O melhor festival de jazz que é realizado no Brasil é também o mais charmoso e diversificado: o Tudo É Jazz - Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto 2008 será ainda o mais ousado de todos, levando à histórica cidade mineira as novas estrelas da música contemporânea internacional.

Em quatro dias, entre 11 e 14 de setembro, Ouro Preto será a capital mundial do jazz, com mais de 200 músicos de diversas nacionalidades se apresentando em 27 shows pela cidade: entre eles, a sala de espetáculos montada no Parque Metalúrgico e a Praça Tiradentes, o Largo do Rosário e diversas ruas que recebem apresentações gratuitas e ao ar livre.

A sétima edição do Tudo É Jazz homenageia Milton Nascimento, cantor e compositor que não é só uma jóia da música brasileira, como também é celebrado mundialmente por jazzistas do porte de Ron Carter e Wayne Shorter, que farão parte da superbanda que tocará com Milton no concerto de encerramento do Festival.

E tem mais: entre os eventos paralelos, a mesa redonda “Bossa Nova e Jazz: uma delicada dependência”, com jornalistas brasileiros e americanos; a oficina “Jazz & Cinema – Cinema & Jazz” e shows de músicos mineiros por toda a cidade.

O Tudo É Jazz trabalha em prol de uma Ouro Preto melhor, mais segura e organizada. A direção do evento acredita que sua realização contribuirá para isto trazendo para a cidade turistas que, além de se divertirem, respeitarão um patrimônio mundial.

Tudo É Jazz leva a Ouro Preto artistas das Américas, Europa e África

No palco principal, no antigo Parque Metalúrgico, cada noite será dedicada a um tipo de jazz. A abertura do festival, na quinta-feira, dia 11 de setembro, será dedicada ao jazz francês, por artistas nascidos ou residentes na França. Representantes da nova geração, como o israelense Yaron Herman e o iugoslavo Bojan Z., além de nomes mais consagrados, embora não menos inventivos como Michel Portal e o Hadouk Trio subirão ao palco principal e mostrarão ao público a diversidade e boa qualidade dessa antiga paixão francesa: o jazz.
Na sexta-feira, dia 12 de setembro, os grupos estão relacionados à nova safra de talentos jazzísticos. São eles: Avishai Cohen, Yonatan Avishai, Omer Avital, Daniel Freedman e o trio do guitarrista Kurt Rosenwinkel.
No sábado, dia 13 de setembro, nada melhor que o bom jazz americano, com as presenças dos grupos comandados pelo contrabaixista Christian McBride, pelo trompetista de New Orleans Nicholas Payton e pela cantora Karrin Allyson. E, para encerrar a noite no melhor estilo, o jazz latino do pianista cubano Omar Sosa.
No domingo, dia 14 de setembro, o Tudo É Jazz 2008 encerra em grande estilo com show em homenagem a Milton Nascimento, com participações de Wayne Shorter e Ron Carter.

A trajetória

Em seus sete anos de existência, o festival Tudo É Jazz vem promovendo diversas ações sociais e de desenvolvimento de cidadania.

Formar público para a música de qualidade e dar aos artistas mineiros a oportunidade de participar de um evento de porte internacional, além de promover um intercâmbio com festivais da Europa, como o de Úmbria, na Itália; o de Rotterdan, na Holanda; e o de Nice, na França; são os principais objetivos do evento. Na edição deste ano, rádios FM de jazz da França, New Orleans (EUA), NY e Toronto (Canadá) enviarão equipes para transmitir as ações do festival ao vivo para todo o mundo.
Não é por acaso que a marca Tudo É Jazz tem sido usado para designar uma grande variedade de estilos. Enquanto alguns entusiastas de certos tipos de jazz têm colocado definições menos amplas, os próprios jazzistas são muitas vezes relutantes quanto à definição da música. Andrew Gilbert diz que “o jazz tem a habilidade de absorver e transformar influências dos mais diversos estilos musicais”.

WWW.TUDOEJAZZ.COM.BR

PROGRAMAÇÃO TUDO É JAZZ 2008:


I - Parque Metalúrgico

Quinta-Feira - 11 de setembro
19h - Yaron Herman Trio {Yaron Herman (piano), Matt Brewer (contrabaixo), Gerald Cleaver (bateria)
20h30 - Bojan Z Trio {Bojan Zulfikarpasic (piano e Fender Rhodes), Thomas Bramerie (contrabaixo). Martijn Vink (bateria)
22h - Hadouk Trio {Didier Malherbe (doudouk, flautas, ocarina, sax-soprano, khen), Loy Ehrlich (hajouj, kora, sanza, gumbass, teclados), Steve Shehan-Mouflier (percussão)}
24h - Michel Portal (sopros, bandoneon), Bojan Z (piano), Bruno Chevillon (baixo)

Sexta-Feira - 12 de setembro
19h - The Third World Love {Avishai Cohen (trompete), Yonatan Avishai (piano), Omer Avital (baixo), Daniel Freedman (bateria)}
20h30 - Kurt Rosenwinkel Trio {Kurt Rosenwinkel (guitarra), Eric Revis (baixo), Obed Caivaire (bateria)}
22h - The Cohen´s Sextet {Avishai Cohen, Anat e Yval Cohen com Omer Avital (baixo), Aaron Goldberg (piano), Eric Harland (bateria)}
24h - Jason Lindner Big Band {Jason Lindner (piano, teclados eletrônicos), Omer Avital (cotrabaixo), Eric McPherson (bateria), Miguel Zenon (sax alto), Jay Collins (saxes, flauta), Anat Cohen (sax tenor e clarinete), Chris Karlic (sax barítono, clarinete baixo), Duane Eubanks (trompa); Avishai Cohen (trompa), Joe Fiedler (trombone), Dana Leong (trombone), Rafi Malkiel (trombone)

Sábado - 13 de setembro
19h00 - Karrin Allyson Band {Karrin Allyson (vocal), Todd Strait (bateria), Rod Fleeman (guitarra), Ed Howard (baixo)}
20h30 - Nicholas Payton (New Orleans) & Band {Nicholas Payton (trompete), Marcus Gilmore (bateria), Vicente Archer (baixo), Daniel Sadownick (percussão), Kevin Hays (piano/teclado)}
22h - Omar Sosa (piano), Childo Tomas (baixos), Mola Sylla (vocais), Marque Gilmore (bateria) 24h - Christian McBride Band {Christian McBride (baixos), Eric Reed (piano), Carl Allen (bateria), Steve Wilson (sax), Warren Wolf (piano/teclado)}

II - Palco Largo do Rosário (shows gratuitos)

Quinta-feira - 11 de setembro
17h - Maria Bragança Quarteto
18h30 – Rodica Blues e Sérgio Pererê: “Rosário de Peixes”
20h - Dudu Lima Trio
21h30 - BH Gypsy Jazz {Rodolfo Padilla (violino), Nívea Raf (violão semiacústico e voz), Marcella Maranhão (contrabaixo), Marcelo Lopes (guitarra semiacústica), Geovane Paiva (violão semiacústico)}

Sexta-feira - 12 de setembro
17h – Mola Sylla (Senegal) & Maurício Tizumba (Brasil)
18h30 – The Kholwa Brothers (África do Sul)
20h00 – Renato Borghetti Quarteto. Convidado especial: Túlio Mourão
21h30 - Spok Frevo Orquestra (Recife). Convidado: Genaro (Recife)

Sábado - 13 de setembro
17h00 – Donald Harrison Jr.as The Big Chief of The Congo Nation (New Orleans)
18h30 - Free Agents Brass Band (New Orleans) 20h00 - Charmaine Neville (New Orleans) 21h30 - Creole Zydeco Farmers (New Orleans). Homenagem a Milton Nascimento

III – Programação Especial (gratuito)

Russo Jazz Band (de 12 a 14 de setembro, às 11h e às 16h pelas ruas de Ouro Preto)

Domingo – 14 de setembro
10h30:
“Cortejo da Raça”, trajeto: da Praça Tiradentes à Igreja do Rosário
“Dia de Nascimento” - Homenagem a Milton Nascimento
Local: Praça Tiradentes

17h: Concerto da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
Regência: Maestro Silvio Viegas
Arranjos: Wagner Tiso, Nelson Ayres, Túlio Mourão, Gil Jardim e Mauro Rodrigues

Participações:
Rogério Flausino, Marina Machado, Kadu Vianna, Júlia Ribas, Pedro Morais e Grupo Amaranto

Instrumentistas:
Túlio Mourão (piano), Renato Saldanha (guitarra), Gilvan Oliveira (violão), Enéias Xavier (baixo acústico), Edvaldo Ilzo (bateria), Cleber Alves (sax tenor e soprano)

Repertório:
* Milagre dos Peixes – Suite (Milton Nascimento/Fernando Brant) – Orquestra
* “Idolatrada” – Suite (Milton Nascimento/Fernando Brant) – Orquestra
* “Fé Cega Faca Amolada” (Milton Nascimento/Fernando Brant) Orquestra
* “Raça” (Milton Nascimento/Fernando Brant) – Júlia Ribas e Orquestra
* “Tudo Que Você Podia Ser” (Lô Borges e Márcio Borges) – Pedro Morais e Orquestra
* “Nuvem Cigana” (Lô Borges e Ronaldo Bastos) – Rogério Flausino e Orquestra
* “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento e Caetano Veloso) – Marina Machado e Orquestra
* “San Vicente” (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) – Kadu Vianna e Orquestra
* “Fé Cega Faca Amolada” – Suite (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) – Todos e Orquestra



18h30: Apresentação de Milton Nascimento e Banda {Wilson Lopes (guitarra e violões), Lincoln Cheib (bateria), Kiko Continentino (teclados), Gastão Villeroy (baixo), Widor Santiago (sopros), Marco Lobo (percussão)}

Convidados especiais:
Wayne Shorter (sopros) e Ron Carter (baixo)

IV – Mesa Redonda: “Bossa Nova e Jazz: uma delicada dependência”
Local: Teatro do Centro de Convenções de Ouro Preto – Parque Metalúrgico
Data: sábado, dia 13 de setembro
Horário: 11h às 13h

Participantes:
Zuza Homem de Mello, Luiz Orlando Carneiro, Roberto Muggiati, John McDonough (DownBeat Magazine) e Mark Holston (Jazziz Magazine)

V – Oficinas:
Jazz & Cinema – Cinema & Jazz (ministrada por Ricardo Soneto – Ricardo de Oliveira Santos, especialista em Jazz e Artes Narrativas)
O curso do Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende explorar todos os aspectos desses encontros. O curso também pretende ensinar uma forma original de apreciar esse gênero musical, através de imagens, e também possibilitar uma reflexão única sobre o poder do cinema para a preservação e invenção. Um curso para olhos e ouvidos atentos.

Aulas:
- A primeira aula representará os filmes iniciais relacionando jazz e cinema. Também observará a produção de filmes para as máquinas de soundies; e exibirá os “cinescópios”, responsáveis por alguns dos melhores registros da história do gênero;
- A segunda aula discutirá as cine-biografias, documentários e formatos diversos, como cartoons, por exemplo;
- E, finalmente, a terceira será dedicada às trilhas sonoras jazzísticas;
Obs: Cada aula terá a duração de duas horas e meia, com intervalo de dez minutos.

FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO - TUDO É JAZZ
ONDE: OURO PRETO – MINAS GERAIS
QUANDO: DE 11 A 14 DE SETEMBRO (QUINTA A SEXTA-FEIRA)
INGRESSOS À VENDA A PARTIR DO DIA 01 DE AGOSTO DE 2008
VALORES DOS INGRESSOS PARA PARQUE METALÚRGICO (PALCO PRINCIPAL – 4 ATRAÇÕES POR DIA)
MEIA ENTRADA: R$80,00 POR DIA
INTEIRA: R$160,00 POR DIA
PASSAPORTE PARA OS 3 DIAS
MEIA ENTRADA: R$190,00
INTEIRA: R$380,00
AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO DO FESTIVAL:
ELLO TURISMO
AV. GETÚLIO VARGAS, 874 CONJ. 1106
SAVASSI – 30112-020 – BELO HORIZONTE – MG
FONE: (31) 2129-0029 / FAX: (31) 3262-2928
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CAMPELLO PROPÕE REDUÇÃO DE CUSTOS COM PRODUTO QUE INOVA NA ÁREA DE IMPRESSÃO E REPROGRAFIA NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO

Quiosques de auto-atendimento prometem economia, facilidade e
alta tecnologia para ambientes de impressão


Inteirada a respeito das tendências de mercado, em que o próprio usuário é incentivado a resolver suas demandas, a Campello desenvolveu uma solução pioneira de impressão no país: o CyberCopy. Trata-se de um quiosque de auto-atendimento para imprimir documentos por meio de cotas, tecnologia inovadora voltada para instituições públicas, privadas, pontos de acesso coletivo e, principalmente, universidades – sempre com investimento zero.
As instituições de ensino abrem cada vez mais cursos, e com isso o número de professores e alunos também aumenta de forma considerável. Para cada atividade acadêmica, um texto de referência é usado para estudo, com isso o acúmulo de papel nos setores de cópia das faculdades vai tomando níveis impraticáveis. Foi pensando nessa situação caótica que a Campello chegou a desenvolver o CyberCopy.
Todo final de semestre a cena se repete: centenas de estudantes se aglomeram nas filas de impressão à espera seus trabalhos. Os funcionários, pressionados com a quantidade de alunos, não conseguem atendê-los com agilidade criando um ambiente de stress e insatisfação. Interessada em atender esse público e resolver de vez o problema das filas de impressão e reprografia nas universidades, a Campello investiu em pesquisa e desenvolveu o Cybercopy. A nova solução é uma tecnologia que incentiva o conceito do auto-atendimento em impressão e já foi testada com sucesso em várias universidades da capital mineira.
Uma vez instalado o CyberCopy na instituição, a economia é notória, seja em papel, mão-de-obra e espaço físico. Todo o acervo da instituição passa por um processo de digitalização sem nenhum custo. Assim, o usuário ganha em agilidade ao demandar cópia de qualquer documento que precise para desenvolve seus trabalhos acadêmicos, pois tudo está disponível para ele, basta apenas um clique. O usuário pode ainda escolher a melhor forma de pagamento: débito ou crédito, pré e pós-pago.
Para acessar o sistema CyberCopy é muito simples: o usuário faz um login no terminal, a partir de uma tela sensível ao toque, e libera as cópias que foram disparadas do próprio quiosque ou de qualquer ponto da instituição. A partir daí o sistema debita as impressões e libera as cópias que são retiradas na própria máquina.
Além de ter a qualidade dos serviços assegurados, o cliente que adquire um quiosque CyberCopy não tem que se preocupar em contratar mão-de-obra para acompanhar o serviço. A Campello terceiriza a gestão de vendas das cotas oferecendo o máximo de comodidade e economia.


De acordo com o Pró-Reitor de Graduação da UNA, o professor Johann Amaral, a nova solução da Campello melhorou o processo de impressão do Centro Universitário. “Não achávamos soluções compatíveis para resolver o processo de impressão. Tínhamos o modelo antigo de cópia. O CyberCopy é tecnologia e eficiência que descentraliza, sem demandar espaço físico. Facilitou e agilizou os nossos processos”, revela.
De qualquer ponto da universidade os alunos podem enviar seus trabalhos e retirá-los nos pontos de impressão espalhados pelos campus, descentralizando o processo e acabando com as filas. A princípio as cotas são disponibilizadas pela faculdade e, se houver necessidade de cotas extras, o aluno pode adquiri-las por meio de débito ou crédito, de forma pré ou pós paga. À medida em que o aluno vai utilizando o quiosque as impressões debitadas podem ser totalmente fiscalizadas, proporcionando mais controle e autonomia de impressão ao aluno. É por isso que os quiosques Cybercopy estão conseguindo resultados satisfatórios quando implantados nas universidades. É uma solução de impressão que casa perfeitamente os conceitos de tecnologia, beleza e modernidade tão requisitados pelos jovens.
Além da agilidade, com a implantação do CyberCopy o cliente ganha também no atendimento ao aluno. O espaço que antes era utilizado para tirar cópias se transforma em uma moderna loja com mix de produtos e serviços para atender ao alunos, como itens de papelaria e serviço de encadernação.




CAMPELLO SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA
RUA DA PAISAGEM, 220 – CONJUNTO 301 – BAIRRO VILA DA SERRA
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MARCOS PALMEIRA E ADRIANA ESTEVES UNIVERSALIZAM TEMA REGIONAL NOS PALCOS

O que teriam feito Lampião e Maria Bonita na madrugada de 28 de julho, antes de morrerem? Este é o ponto de partida de Auto de Angicos, um verdadeiro “encontro do lírico com o épico. Do popular com o erudito. Do histórico com o mítico. De Shakespeare com o sertão”, como definiu o escritor e professor universitário Martin Cezar Feijó. O espetáculo entra em cartaz no dia 05 de setembro, sexta-feira, no Teatro Sesiminas. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do local (Rua Padre Marinho, nº 60, Santa Efigênia), a partir do dia 25 de agosto. A classificação etária é de 12 anos. Haverá venda antecipada para os assinantes do jornal Estado de Minas, de 18 a 24 de agosto, na bilheteria do teatro.

O espetáculo faz parte da programação do segundo semestre do “Teatro em Movimento”, viabilizado pelo Instituto Cidadania Unimed-BH, Usiminas, jornal Estado de Minas e Lei Federal de incentivo à Cultura. Além disso, a peça encerra em grande estilo a parceria entre Instituto Cidadania Unimed-BH com a Rubim Produções no ano de 2008.

Sobre a peça:

Despidos de sua mitificação e interpretados por Marcos Palmeira e Adriana Esteves, os dois ícones do cangaço serão simplesmente Virgolino e Maria, vivendo os últimos minutos de intimidade entre um homem e uma mulher. A peça explora a relação deste casal, mas sem cartucheiras, armas, chapéu de aba virada ou cenário nordestino. Escrita por Marcos Barbosa e dirigida por Amir Haddad, o foco da trama não é a face corajosa e guerreira dos personagens, nem o que ocasionou o massacre de Angicos.

Todos os brasileiros sabem quem foram Lampião e Maria Bonita, mas quase nada foi dito sobre os momentos que antecederam suas mortes. A última hora do casal nunca foi satisfatoriamente reconstruída pela historiografia oficial e muito pouco pode ser afirmado sobre o que eles disseram ou fizeram nos minutos que precederam a execução, na Grota dos Angicos, na manhã de 28 de julho de 1938.

Marido e mulher, Lampião e Maria Bonita são os dois mais importantes personagens relacionados ao banditismo brasileiro na primeira metade do século XX. Expoentes do fenômeno social do Cangaço, eles estabeleceram no Nordeste um quadro de lei e ética que por décadas funcionou paralelamente ao sistema político do Brasil. E assim parecemos viver até hoje. Numa eterna guerra entre os que governam e os que se sentem marginalizados. “Auto de Angicos discute como a violência se instaura na sociedade brasileira, trazendo, porém, uma nova luz para esta questão. Apesar de relatar uma história antiga, o texto é altamente atual, tratando de assuntos como a marginalidade e o crime organizado”, explica Amir Haddad, diretor de sucesso e pioneiro na renovação do teatro brasileiro.

Foi o próprio diretor o primeiro a ter contato com o texto de Marco Barbosa. “Assisti a uma montagem e fiquei muito feliz em encontrar um texto que me deixa livre para romper com as questões do nosso século”, conta. O ator Marcos Palmeira concorda com o diretor. Para ele, que também faz sua estréia como produtor teatral, o texto permite discutir as relações humanas nas suas maiores complexidades de forma atual, simples e direta. “Através de personagens marcantes da nossa história, o texto mescla momentos de grande pureza com instinto de selvageria. O resultado é um teatro direto, livre, simples e com humor, que busca se aprofundar nesse contato com o público”, diz.

Para a atriz Adriana Esteves, indicada ao Prêmio Shell por sua interpretação na peça, Auto de Angicos veio na hora certa e representa um projeto de vida. “Tenho a impressão que este é o teatro que sempre quis fazer em minha vida. Neste processo de criação com Amir, estamos sendo reconstruídos como atores, fazendo um trabalho da forma mais honesta e sincera possível. Um trabalho que tem uma razão, uma utilidade”, diz a atriz.

O cerne da história é o amor. Virgolino e Maria representam não apenas um modelo de subversão da ordem estabelecida, mas também a possibilidade do amor num meio onde só a morte era uma companheira fiel. É a partir desta relação que o texto debate os excluídos, a violência da mídia, da sociedade e a individualidade do ser humano. “Maria e Virgolino foram muito fiéis um ao outro num ambiente em que não se podia confiar em ninguém, a não ser em si próprio”, explica Amir.

Também não é preciso chavões e lugares-comuns do cangaço para falar de Virgolino e Maria. A saga desses heróis bandoleiros, misto de bandidos e justiceiros, amados pelo povo e temidos pelas elites, abre espaço para a discussão de questões atuais e comuns a qualquer casal, como aspirações de vida, religiosidade e preconceitos.

Enfim, uma chance de entender o Brasil através de dois personagens marcantes da nossa história, de uma maneira poética e comovente.

A opinião da crítica

“A direção de Amir Haddad é tão austera quanto as condições em que vive o casal e capta particularmente bem a força da ligação entre Lampião e Maria Bonita. Espetáculo austero e cuidadoso. Um bonito digno e atraente retrato do Brasil” – Bárbara Heliodora – O Globo

“Marcos Palmeira e Adriana Esteves estabelecem jogo interpretativo que serve com muita eficácia ao texto. Amir Haddad humaniza Lampião” – Macksen Luiz – Jornal do Brasil

Ficha Técnica

TEXTO - Marcos Barbosa
DIREÇÃO E DRAMATURGIA - Amir Haddad
ELENCO - Marcos Palmeira e Adriana Esteves
ILUMINAÇÃO: Paulo César Medeiros
CENÁRIOS E FIGURINOS: Nello Marreze
TRILHA SONORA: Caique Botkay
PRODUÇÃO EXECUTIVA: PRIMEIRA PÁGINA - Paula Salles
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Siman
PRODUÇÃO: Marcos Palmeira
REALIZAÇÃO: Humus Produções Artísticas Ltda.

PRODUÇÃO LOCAL: Rubim Projetos e Produções Culturais


AUTO DE ANGICOS. TEATRO SESIMINAS – RUA PADRE MARINHO, 60, SANTA EFIGÊNIA. DE 05 A 07 DE SETEMBRO
SEXTA E SÁBADO, ÀS 21H E DOMINGO ÀS 18H
INGRESSOS: ASSINANTES DO JORNAL ESTADO DE MINAS, COM CARTEIRINHA TEM PRIORIDADE DE ESCOLHA DOS LUGARES NA BILHETERIA DO TEATRO.
INGRESSOS LIMITADOS
PERÍODO DE VENDAS COM O BENEFÍCIO: 18 A 24 DE AGOSTO. VENDAS PARA O PÚBLICO GERAL A PARTIR DO DIA 25 DE AGOSTO.
PREÇOS: R$50 (INTEIRA) E R$25 (MEIA-ENTRADA), PROMOCIONAIS NO PERÍODO DE 25 DE AGOSTO A 31 DE AGOSTO. PREÇOS ENTRE OS DIAS 01 E 07 DE SETEMBRO: R$60 (INTEIRA) E R$30 (MEIA-ENTRADA).
INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO: (31) 3241-7181
WWW.RUBIM.ART.BR
CLASSIFICAÇÃO: 12 ANOS.
DURAÇÃO 90 MIN.

REFERÊNCIA NO SEGMENTO DE TI, CAMPELLO ALIA PESQUISA E INOVAÇÃO PARA ATINGIR RESULTADOS

Empresa conquista sua fatia no mercado usando do know-how de seus gestores e da competência de sua equipe. O resultado é uma cartela de clientes ávidos por resultados eficientes e satisfeitos com o padrão Campello

Atuar no mercado de TI não é fácil. Trata-se de um segmento que demanda perspicácia e atualização constante, já que a todo minuto aparecem no mercado novos produtos que visam atingir novos clientes e suas demandas específicas. É justo por esse motivo que a Campello Soluções em Tecnologia é um case de sucesso na área de TI.
Há 25 anos a Campello nascia, na época uma empresa que tinha o objetivo inicial de fornecer suprimentos de informática, uma área que ainda não tinha o espectro de possibilidades que tem hoje. Atenta às inovações mercadológicas, a empresa passou a atuar na venda de computadores, após a abertura do mercado nacional. No início da década de 90, a prestação de serviços também passa a fazer parte do escopo de atividades exercidas pela Campello. “Desde então, passamos a focar em entregar soluções completas”, informa o diretor geral da empresa, Antônio Augusto.
De mero fornecedor, a Campello passa então a ser uma empresa que procura entender a demanda do cliente e criar soluções. Foi uma das primeiras empresas nacionais da área de TI que despertou para esse diferencial, captar o problema do cliente já na fase inicial, antes mesmo que o fato tome proporções maiores e vire uma crise na empresa. “A proposta sempre foi entender a necessidade, compor a demanda e solucioná-la”, diz Augusto. Foi com esse comportamento que a Campello passou a ser conhecida como uma empresa que atua no epicentro do problema, provendo soluções diferenciadas.
Manter essa função de integração é a meta principal da Campello, que usa de seu know-how para desenvolvimento de plataformas variadas, cada qual na medida exata da demanda do cliente. Os parâmetros de excelência da empresa são traçados de forma a garantir a satisfação total daquele que aciona seus serviços.
A Campello possui equipes que se dedicam exclusivamente ao desenvolvimento de soluções. Antônio Augusto afirma que até mesmo entender o cliente do cliente faz parte de sua atuação. “Assim, atingimos outras inovações”, conclui. A melhor maneira de entender o cliente é participar de suas rotinas, por isso a Campello tem atingido sucesso em seus atendimentos. O cliente deixa a equipe da Campello ciente de seus processos internos. Em seguida são identificadas as possíveis falhas e brechas nos processos, o que dá margem aos profissionais da Campello para o desenvolvimento de novos produtos específicos para aquele cliente.


O aval do mercado já foi conquistado pela empresa. “Nosso histórico de duas décadas e meia nos dá essa certeza, a inovação é nossa marca”, afirma Augusto. Prova da afirmação do diretor é a cartela de grandes clientes que a empresa conquistou nesses 25 anos, marcas de porte como Fiat, Drogaria Araújo, Banco Rural, Fumec e Itambé. Periodicamente os funcionários passam por treinamento e dinâmicas. Todos estão ali para atender às necessidades do cliente, tanto que dos 150 funcionários da Campello, 110 atuam na sede dos clientes. A empresa conta com um pool em sua sede que serve de base de apoio e suporte para demandas que precisam desse apuro técnico.
Uma vez captado o cliente, uma equipe especial é designada para atendimento específico àquela empresa. Desta forma, um cronograma de trabalho é estudado no intuito de retornar ao cliente um resumo de suas necessidades. Pontos focais são traçados e as frentes de trabalho caminham juntas, lado a lado: o profissional da Campello e o colaborador do cliente.
Outro recurso utilizado pela Campello para atender seus clientes é o SLA [service level agreement]. Os chamados que chegam ao pool de serviços também são analisados por uma equipe específica que elabora relatórios mensais para apresentação aos clientes. Nos relatórios constam dados que podem alimentar a tomada de decisões por parte da diretoria das empresas.
Para Antônio Augusto, um dos diferencias é o tratamento que a empresa dá ao relacionamento com o funcionário. A empresa preza pelo desenvolvimento humano de sua equipe, pois entende que o funcionário estando satisfeito, será realizado um trabalho competente. Tanto que faz parte da política institucional da Campello o plano de participação nos lucros e resultados. Satisfação, desempenho, avaliação e rentabilidade são alguns dos pilares da Campello, sustentáculos de seu ideal de qualidade.

A Campello Soluções em Tecnologia possui quatro segmentos centrais de atuação:

Print on demand:
Serviço de outsourcing direcionado àqueles clientes que têm o interesse em deixar a administração do parque de impressão nas mãos da Campello, que é especializada na área e tem a preocupação de otimizar processos para evitar gasto desnecessário, tanto em material quanto em mão-de-obra. Manter agilidade nos procedimentos também é norte para a empresa, já que na área de TI, tanto quanto em outras áreas, sempre há prazo para o cumprimento das atividades. A Campello desenvolveu também um serviço de outsourcing voltado especialmente às universidades, chamado CyberCopy. São quiosques de auto-atendimento para ambientes de impressão. Por eles, não é mais necessária a presença de um atendente e o controle de impressões é todo administrado pelo próprio usuário. O pagamento das impressões pode ser
efetuado nas modalidades de débito ou crédito, pré e pós-pago. Outra facilidade desse produto é que o usuário pode enviar sua impressão de qualquer ponto de dentro
da instituição e retira no próprio quiosque centralizador. Essa ferramenta vem sendo utilizada de forma intensa nas faculdades e universidades, o que elimina exagerado volume de pastas e papéis que até então eram necessários ao atendimento dos alunos. Há aqui um importante market share a ser explorado. O projeto CyberCopy da Campello automatiza os processos, digitalizando os documentos e transformando o espaço físico - que antes era ocupado por grande quantidade de papel - em ponto de venda de equipamentos de informática, suprimentos e papelaria. Os resultados são impactantes, tanto em redução de custos quanto com o aumento da produtividade. Isso sem citar o ganho estético, pois o espaço físico é remodelado completamente, e ganha ares de modernidade. Nada mais condizente com o ambiente de reflexão que é a universidade.

Security on demand:
A Campello aplica a gestão e monitoramento de forma centralizada, eliminando as demandas de atendimento in-loco. Assim, o risco de contaminação por vírus é menor e controlado de forma mais adequada. Os dados são assegurados com uso de hardwares de alta performance. Implanta-se no cliente uma política de segurança da informação, com padronização e controle de back-up de dados, antivírus, antispywares, firewall, contingência, políticas internas de acesso e interferência eletromagnética.

Support on demand:
Para que as empresas foquem esforços em sua área de atuação específica, a Campello disponibiliza equipe treinada para atuar na administração e suporte do ambiente de TI. O objetivo é possibilitar o bom funcionamento da rede de computadores, oferecendo também informações gerenciais e documentações técnicas que visam total controle do seu ambiente de rede.

Solutions on demand:
Sugerir ao cliente a melhor relação custo/benefício: este é o objetivo desta solução da Campello. Tecnologias inovadoras são utilizadas para maximizar a funcionalidade das ferramentas de TI. A Campello atende a demanda que o cliente precisar dentro do segmento, tais como infra-estrutura física e lógica para rede de computadores, servidor de arquivo, estação de trabalho, impressora a laser, serviços de implementação e customização e demais facilitadores. Com a aplicação desses recursos, os ganhos para o cliente são enormes, tais como redução do espaço físico, organização e apresentação do ambiente, aumento do nível de segurança, entre outros.

Seja em hardware ou software, a Campello sempre percorre o caminho da pesquisa e dedicação afim de alcançar a solução e satisfação de seus clientes.



CAMPELLO SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA
RUA DA PAISAGEM, 220 – CONJUNTO 301 – BAIRRO VILA DA SERRA
TELEFONE: (31) 3264 9099
WWW.CAMPELLO.COM.BR

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

LEI ANTECEDE AS DISCUSSÕES DA I BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI

Faltando pouco mais de uma semana para o início da I Bienal Internacional de Graffiti o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira 20 de agosto, o projeto de lei (PL n° 706) de 2007 que trata da descriminalização do graffiti. O novo texto faz uma diferenciação entre "pichação", que passa a ser entendida como uma ação ilegal e criminosa que degrada o patrimônio público e privado e o graffiti, que tem como objetivo a valorização do patrimônio público e privado mediante a manifestação artística sob o consentimento de seus proprietários.

A aprovação da lei veio bem a calhar num momento em que a reflexão sobre o papel do graffiti na sociedade como meio integrador, o graffiti enquanto arte e espelho das relações contemporâneas estará mais do que nunca na pauta das discussões. Para o idealizador da Bienal, o artista plástico Rui Santana, “A aprovação dessa lei é muito importante para a valorização do graffiti enquanto arte mas, uma ação publica desse gênero deve ser discutida amplamente para realmente ser posta em pratica. Acredito que a Bienal será exatamente o palco onde serão colocadas todas as idéias dos artistas que estão envolvidos diretamente com o graffiti.”

A Bienal pretende promover discussões, refletir sobre o espaço da arte na contemporaneidade e formar novos talentos. A I Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte (BIG – BH), acontecerá entre os dias 30 de Agosto e 07 de Setembro, na Serraria Souza Pinto.

1ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI DE BELO HORIZONTE
30 DE AGOSTO A 7 DE SETEMBRO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 09H00 ÀS 24H00
SERRARIA SOUZA PINTO
AV. ASSIS CHATEAUBRIAND, 809, FLORESTA
ENTRADA FRANCA
WWW.BIGBH.COM.BR

domingo, 24 de agosto de 2008

“ANDARILHO”, DE CAO GUIMARÃES, ESTRÉIA EM BELO HORIZONTE NO PRÓXIMO DIA 29 DE AGOSTO

Produção selecionada e premiada nos principais festivais de cinema mundiais, com distribuição da Usina Digital, estréia no Usina Unibanco de Cinema. No dia 12 de setembro entra em cartaz no CineSESC em São Paulo; em seguida segue para o Rio de Janeiro

ANDARILHO
é o quinto longa-metragem do cineasta e artista plástico Cao Guimarães, e o segundo de sua trilogia da solidão, iniciada com ‘A Alma do Osso’ (2004). O filme, em seus 80 minutos de duração, aborda a relação entre o caminhar e o pensar a partir das trajetórias de três andarilhos solitários em estradas do nordeste de Minas Gerais.

Em seu vagar constante, Valdemar, Nercino e Paulão estabelecem pontos de vista peculiares sobre a existência. Sem destinos definidos, suas vidas passam a ter por objetivo a própria transitoriedade. Os três personagens, complementares entre si, mesclam-se ao movimento dos sons e objetos que não se fixam, constituindo uma narrativa que propõe a reflexão sobre a vida como lugar de passagem.

Nascido em 1965, Cao Guimarães vive e trabalha em Belo Horizonte. Iniciou sua carreira como artista plástico e exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias do mundo desde o final dos anos 80. Estreou como cineasta em 1998 e vem produzindo, desde então, uma filmografia com referências estéticas híbridas. Seus filmes, dentre os quais se destacam “O Fim do Sem Fim” (2001), “A Alma do Osso” (2004), “Da

Janela do meu Quarto” (2004) e “Acidente” (2006), já participaram de diversos festivais, como Cannes, Sundance, Roterdã e Locarno, tendo sido premiados em alguns deles.

ANDARILHO foi rodado em high definition video (HDV) por equipe reduzida, nas rodovias federais BR-251, BR-135 e BR-122, semi-árido mineiro. O filme valeu-se de uma parceria estabelecida há muitos anos entre o diretor, o produtor Beto Magalhães, o assistente de produção Gibi Cardoso e os músicos que integram O Grivo, responsáveis pela captação de som direto, montagem e concepção sonora.

A produtora Cinco em Ponto realizou ANDARILHO com recursos do Programa Filme em Minas – promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e patrocinado pela Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG).

SINOPSE CURTA:

Três andarilhos solitários percorrem trajetórias distintas em estradas do nordeste de Minas Gerais. Um filme sobre a relação entre o caminhar e o pensar, em que o constante movimento das coisas transitórias apresenta a vida como um lugar de mera passagem.

SINOPSE LONGA:

Entre Montes Claros e Pedra Azul, no nordeste de Minas Gerais, três andarilhos solitários percorrem trajetórias distintas, relacionando-se, cada qual à sua maneira, com os elementos de um mundo onde tudo é transitório. “Andarilho” é o segundo filme da trilogia da solidão de Cao Guimarães e trata da relação entre o caminhar e o pensar. A partir do constante movimento de sons e imagens, propõe uma reflexão sobre a vida como lugar de mera passagem.

FESTIVAIS

FILME CONVIDADO (pré-estréia)
Abertura 27a Bienal de São Paulo. Cine Bombril, São Paulo, 2006.

Seleção Oficial - Mostra Competitiva "Orizonti"do 64o. Festival de Veneza - World Premiere ( Agosto de 2007 )

Seleção Oficial CPH : DOX - Copenhagen Int Documentary Film Festival -
(Novembro de 2007)”

Festival Do RIO 2007 (Set/Out de 2007)

Seleção Oficial do 11o. FORUMDOC.BH.2007 ( Nov/Dez de 2007)

Seleção oficial do 37o. Festival internacional de Cinema de Rotterdam - Mostra "Sturm und Drang" (Janeiro 2008)

Seleção Oficial do 5FICCO - Festival Internacional de Cine Contemporáneo de la Ciudad de México (Fev/ Mar 2008)

Seleção Oficial do 25th Miami International Film Festival - (Fev/Mar 2008)

Seleção Oficial do 9th Las Palmas de Gran Canaria International Film Festival –
(Fev/Mar 2008).

Era New Horizons – International Film Festival (Julho 2008) - Poland

Prêmios:
Melhor Direção de Documentário Festival do Rio de Janeiro – (2007)
Melhor Filme da Mostra Competitiva Nacional - 11o. FORUMDOC.BH.2007
Golden Lady Harimaguada - Melhor filme (Juri oficial) Las Palmas de Gran Canaria International. Film Festival – 2008


DIRETOR


Cao Guimarães, cineasta e artista plástico, nasceu em 1965 em Belo Horizonte, Brasil, onde vive e trabalha. Estudou filosofia na UFMG e na Westminster University of London cursou o Master of Arts In Photographic Studies.

Desde o fim dos anos 80, exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias como Tate Modern, Guggenhein Museum, CAB- Centro de Arte de Burgos, Gasworks, Frankfurten Kunstverein, Studio Guenzano, Galeria La Caja Negra e Galeria Nara Roesler. Participou de bienais como a XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo e Insite Biennial 2005 (San Diego/Tijuana). Alguns de seus trabalhos foram adquiridos por coleções como Fondation Cartier Pour L’art Contemporain, Tate Modern, Walker Art Center, Guggenheim Museum, Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre outros.

Seus filmes já participaram de diversos festivais e foram premiados em vários deles: Festival de Locarno (2004 e 2006), Sundance Film Festival (2007), Festival de Cannes (2005), Rotterdam International Film Festival (2005 e 2007), Festival Cinema du Réel (2005), Festival Internacional de Documentários de Amsterdam – IDFA (2004), Festival É Tudo Verdade (2001, 2004 e 2005), Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2004 e 2006), Festival do Rio (2001, 2004, 2005, 2006), etc.

FICHA TÉCNICA
Duração: 80 minutos
Ano de Produção: 2007
Formato de Exibição: 35mm
Formato de Captação: HDV
Empresa Produtora: Cinco em Ponto
Direção de Produção e Produção Executiva: Beto Magalhães
Assistente de Produção: Gibi Cardoso
Personagens: Gaúcho, Nercino e Paulão
Pesquisa de Personagem: Pedro Motta, Gibi Cardoso e Beto Magalhães
Arte: Hardy Design
Assistente de Edição: Aline X.
Assistente de Fotografia: Alexandre Baxter
Trilha Sonora Original: O Grivo
Som Direto: O Grivo
Câmera: Cao Guimarães
Câmera Adicional: Beto Magalhães
Direção, Fotografia e edição: Cao Guimarães

ANDARILHO, DE CAO GUIMARÃES
ESTRÉIA NO USINA UNIBANCO DE CINEMA
DIA 29 DE AGOSTO
RUA AIMORÉS, 2424, LOURDES

RENATO SAVASSI LANÇA “TRILHAS IMAGINÁRIAS“, PRIMEIRO TRABALHO SOLO

No disco, artista mostra seus conhecimentos como músico, compositor, arranjador e produtor. O multinstrumentista continua no Cálix


De carreira já consolidada como membro da banda Cálix – que há doze anos percorre o país inteiro com seu rock progressivo -, Renato Savassi acaba de assumir um trabalho paralelo, em carreira solo mas sem abandonar seu grupo. Com os músicos do Cálix – considerada uma das bandas independentes mais importantes do País – Renato Savassi tem atuação mais que conhecida. Além de sua infância e juventude sempre ladeadas pelo universo musical – Renato começou a estudar música aos 9 anos -, foi durante os vários shows que a banda executou e executa que Renato Savassi foi se esmerando musicalmente e, destino certo, acabou atingindo nível considerável. Renato toca flauta, gaita, clarinete, sax, bandolim, violão, percussão e atua ainda em programações eletrônicas. O multinstrumentista também é compositor, arranjador e produtor musical.

A pesquisa musical aliada ao apuro técnico fizeram com que Renato sentisse um comichão, daqueles que só recaem sobre os mais criativos, que não se acomodam no trono da onisciência. Ele quis ir além, sem renegar nem diminuir todo um rico trabalho já feito com sua banda. “Eu senti a necessidade de me expressar mais livremente, e de fazer um trabalho diferente do que já venho fazendo com a banda”, ressalta o artista. Foi quando a veia de compositor pulsou mais forte e Renato se viu compondo inúmeras canções. Deu total espaço à sua verve e em seis meses de trabalhos chegou às onze canções que, reunidas neste cd, que será lançado neste dia 24, ganham o nome de “Trilhas Imaginárias”.

É que todas as canções ficaram tão autorais que caminham num mesmo sentido. Talvez o gosto pelo cinema somado ao conhecimento musical fizeram com que as músicas ficassem com jeito de trilha de cinema. Unindo uma nota na cabeça com um instrumento à mão, Renato também assume que tem afeição por trilhas de cinema. Ouvindo as faixas do trabalho solo de Renato, fica a impressão de que realmente um filme está passando em algum espaço do recinto. Fechando os olhos, as imagens fazem-se presentes, rico alimento para imaginação voar solta.

O objetivo do artista é que cada faixa leve o ouvinte a um local diferente, que a imaginação flua de forma a gerar histórias, sejam oníricas ou surreais. Como o fio condutor das tramas são sempre as tais trilhas imaginárias, o artista preenche o encarte do cd com as histórias imaginadas por ele enquanto compunha as canções. Para quem não tem suas próprias histórias, aonde inspirar-se não vai faltar.

Histórias como na primeira faixa, chamada “Mineração”, em que Renato pensa em trabalho, labuta pesada, aquela que esmaga, que cansa. Um violoncelo entra e rasga a canção, somado ao oboé e flauta – presença constante no trabalho do músico. Aliás, a execução da flauta de Renato Savassi nunca foge do oportuno. Quando quer, ganha espaço de destaque e merece louvor em sua magnitude. Por outro lado, enche-se de humildade em alguns momentos e deixa o púpito, dividindo atenções de forma ecumênica, simpática e melodiosa com demais instrumentos, tais como oboé e clarinete. Ao todo, “Trilhas Imaginárias” é um trabalho generoso e bem amarrado.

Sem medo da palavra já gasta, Renato Savassi usa o lirismo a seu favor, sem soar “mais do mesmo”. Sem o recurso do vocal, o instrumental precisa ainda de mais cuidado e afinco, percurso que Renato caminha e busca há mais de quinze anos.

Nota-se uma preocupação em rechear cada faixa do disco com certa referência, sempre tendo a atenção para evitar que o conjunto fique sujo, confuso. Sua proximidade com a música do Oriente fica


clara em faixas como “Jazz do Oriente” e “Mantra”. Em outras ocasiões, seu trabalho consegue elevar o apetite musical, gerando curiosidade em saber como a faixa vai se desenvolver, como nas faixas “Dia de sol” e “Reflexões de um guerreiro”. Esta última que traz um inegável aporte épico, digno dos filmes que tratam das grandes lutas.

O cd consegue, ainda, trazer a tristeza em tom melancólico em algumas faixas, quando não aliadas ao sentimento saudosista. Impressiona o recurso de fazer com que certo tom exerça no ouvinte determinada sensação, como em “Épico de ninar”, faixa que remonta aos tempos pueris, usando de uma suavidade que embala o mais árido dos homens. Ou ainda em “Tristesse”, faixa que ambienta-se em palco soturno e embargado, remetendo à intensa quietude. Por fim, em vários momentos Renato Savassi tira de seus instrumentos um poder jazzístico, com floreios na medida em que não deixam arestas nem delongas.

Apesar da fruição em vários instrumentos, Renato Savassi tem se dedicado com mais afinco aos instrumentos de sopro. Antes de mais nada, considera-se flautista. E tal afirmação faz-se notória neste trabalho do artista, já que a flauta embala todo o disco.

A firmeza e solidez deste lançamento de Renato Savassi também foi possível graças aos arranjos e co-produção de Rodrigo Garcia. Destaque também merece a rica companhia de músicos amigos do artista, que irão participar do lançamento de seu cd, ocasião de grande congraçamento musical. São eles: Lúcia Ferraz (Amaranto), Paulo Santos (Uakti), Esdra "Neném" Ferreira, Alexandre Barros e Eliseu Barros (OSEMG), Pedro Aristides e Paulo Márcio (Skank), Guilherme Rancanti, Titi Godoy, além dos demais integrantes da banda Cálix.

Esses nomes de peso estarão no próximo domingo [24/8], às 19 hrs, para, juntos com Renato Savassi, lançarem todas essas trilhas no palco do Teatro Sesiminas.

SHOW DE LANÇAMENTO DO CD “TRILHAS IMAGINÁRIAS”
TEATRO SESIMINAS
RUA PADRE MARINHO, 60 – SANTA EFIGÊNIA
DIA: 24 DE AGOSTO, DOMINGO PRÓXIMO
HORÁRIO: 19 HORAS
INGRESSOS À VENDA NA BILHETERIA DO TEATRO
VALOR: R$15,00 INTEIRA; R$7,50 MEIA-ENTRADA
NA COMPRA DE UM INGRESSO, GANHE UM CD
INFORMAÇÕES: 31 3241 7181

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

CONTINUAM ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O FESTIVAL IMAGENS DA CULTURA POPULAR

O festival Imagens da Cultura Popular, que acontece entre os dias 12 e 15 de novembro aceita inscrições até meados de setembro. O Festival pretende apoiar e divulgar o produto audiovisual que volta seu olhar para a cultura popular urbana de todos os cantos do Brasil. Com isso, pretende também desenvolver uma reflexão sobre a diversidade cultural das periferias brasileiras e mostrar que a cultura popular vai além das massificações tão amplamente difundidas nos meios de informação hoje. Será entregue, no total, um prêmio no valor de R$6.000,00 divididos em 4 categorias. O resultado da seleção será divulgado no site do Favela é Isso Aí, até o dia 15 de outubro de 2008.

Nesta primeira edição, o festival Imagens da Cultura Popular, organizado peça ONG Favela é Isso Aí, conta com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da VIVO.

IMAGENS DA CULTURA POPULAR
INSCRIÇÕES: 11 DE AGOSTO A 15 DE SETEMBRO
FESTIVAL: 12 A 15 DE NOVEMBRO DE 2008

ONG FAVELA É ISSO AÍ
ENDEREÇO: RUA NÍQUEL, 11 – SERRA
CONTATO: CLARICE LIBÂNIO
TELEFONE: (31) 3282-3816 / (31) 9779-7237
WWW.FAVELAEISSOAI.COM.BR

INEDITISMO E EXPERIMENTAÇÃO DÃO O TOM DA PRIMEIRA BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFITE DE BELO HORIZONTE

Promover discussões, refletir sobre o espaço da arte na contemporaneidade e formar novos talentos. Esses são alguns dos motes da I Bienal Internacional de Grafite de Belo Horizonte (BIG – BH), que acontecerá entre os dias 30 de Agosto e 07 de Setembro, na Serraria Souza Pinto. Coordenada pelo artista plástico Rui Santana, a bienal, única do gênero no mundo, traz em sua programação seminários, workshops, exposições e intervenções urbanas.

Com atrações vindas dos quatro cantos do mundo, que incluem países como Inglaterra, Holanda, Japão, Alemanha, Chile, Porto Rico e Estados Unidos, o evento mostrará o que vem sendo produzido nos cenários nacional e mundial do grafite, através de exposições e discussões de temas relacionados à área, como criatividade, identidade e cidadania.

Para a realização da I BIG – BH, a Serraria Souza Pinto irá se transformar em uma grande galeria, com desenhos, pinturas, stencils e stickers. Para o coordenador Rui Santana, “Belo Horizonte é propícia para abrigar um evento desse porte, pois a cidade vem se construindo culturalmente e é uma grande geradora de talentos. Nas artes plásticas temos uma grande tradição, e a cena do grafite - que é fortíssima na capital - cresce em ética e estética com diversos projetos, sendo que grande parte deles beneficiam comunidades”, completa Santana.

EXPOSIÇÕES:

Ao todo, serão quatro exposições:
1. Diálogos - Pretende incentivar o diálogo entre artistas plásticos com formação acadêmica e grafiteiros com uma trajetória de aprendizado ligado ao universo da rua.

2. Trajetória do grafite no Brasil das ruas até o acervo do Museu Histórico Abílio Barreto - Tem como objetivo fornecer ao espectador uma ampla visão da história do grafite no Brasil, dos primeiros registros até os dias atuais. Além de obras em grafite, esta exposição abrigará uma mostra de fotografias e vídeos relativos ao tema.
3. A Grande Arte - Exposição com grafiteiros do Brasil e do mundo com trabalhos que expressem a importância do grafite como arte contemporânea.

4. Arte de rua – Objetos e derivações – Trazer para o universo da galeria, artistas com um trabalho sistemático, que usam a rua como sua principal matéria.

SEMINÁRIOS

Proporcionar a educação nas artes e, através dela, possibilitar aos cidadãos ferramentas para que eles possam olhar criticamente o que vêem e escutam. Com essa tônica, os seminários irão levantar questionamentos inerentes ao mundo das artes, como, por exemplo, a preferência por iniciativas individuais em detrimento daquelas de cunho coletivo.

Durante a I BIG-BH serão realizados cinco seminários:

1. O Novo Muralismo e suas abordagens históricas
Data: 1º de setembro – 16h00
Conferencistas: Vera Casanova – BH
Charbelly Estrella – RJ
Saulo di Tarso – SP

2. Criatividade, grafite e cidadania
Data: 02 de setembro – 16h00
Conferencistas: José Márcio Barros – BH
Roberto Carlos Madalena – BH
José Marcius - Projeto Guernica - BH


3. Grafite, design, publicidade e arquitetura
Data: 03 de setembro – 16h00
Conferencistas: Flávio Negrão – BH
Eduardo Braga – BH
Edmundo Bravo (Didi) - BH
Leonardo Tavares (Leo Lobinho) - BH


4. Grafite como identidade do século XX e XXI
Data: 04 de setembro – 16h00
Conferencistas: Julia Portes – BH
Juarez Dayrell – BH
José Coelho de Andrade Albino - BH

5. Vandalismo, arte marginal ou nova estética?
Data: 05 de setembro – 16h00
Conferencistas: Sônia Assis – BH
Elisa Campos – BH
Bernardo Matta Machado – BH
Walter Tada Nomura (Tinho) - SP

ATELIÊS ABERTOS

Com curadoria do professor de arte Geraldir Bernardino e do grafiteiro Nadu Soares, os ateliês abertos irão devolver às ruas aquilo que lhe é de direito. Mais de 300 artistas, selecionados através de edital, e também alguns convidados irão se reunir para, em conjunto, realizar intervenções na cidade de Belo Horizonte. E como o grafite faz parte também de uma cultura maior que é a do Hip Hop, outros pilares - djs, rap, mc´s e dança de rua – também participarão da intervenção.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL
O cenário do grafite é feito de cores, luzes e, principalmente, sons. Os “barulhos” da cidade se misturam aos ícones urbanos, de forma a expressar as pequenas revoluções que a sociedade enfrenta a cada dia. “A trilha sonora desse espaço-tempo se volta para o fugaz, o experimental, e expõe crônicas dos vários mundos e vidas que coexistem na cidade.” afirma a curadora de música Áurea Carolina Freitas. A música, nesse contexto, surge como meio de manifestação, diversão, encontro e expressão coletiva.

Uma das propostas da I Bienal Internacional de Grafite é unir grafite e música, promovendo um encontro entre linguagens distintas que, juntas, proporcionam uma nova percepção do ambiente. Foram convidados artistas independentes da Grande Belo Horizonte que, à sua maneira, dialogam com o universo urbano atual. Na mistura, estilos como rap, ragga, breakbeat, drum’n’bass e dub se juntam em intercâmbios sonoros. Assim como na rua, a paisagem se (con)funde em tradições e pós-modernidade.

Na programação, a música aparece em apresentações de grupos e performances de DJs e VJs, abrindo espaço para dança, improvisações e participação direta do público. Na parte da manhã e trade DJs de vários estilos serão os responsáveis pela trilha sonora da exposição, fazendo com que tanto a presença do visitante influencie na sua apresentação, quanto a música na percepção da arte.

Durante a noite, quem comanda a festa é o mestre de cerimônias (MC) MC Monge, que contará também com shows, performances de DJs, VJs e Mcs, todos escolhidos segundo sua relevância no cenário musical, cultural e social belo-horizontino. A programação apresenta um leque variado, indo do Samba de Aline Calixto ao Funk do Quarteirão do Soul, passando pelo duelo de Mcs que, numa edição especial, atravessa a rua e se transfere para a Serraria.

O Duelo, que comemora um ano na ocasião, terá uma programação especial para a data. Serão 16 mestres de cerimônias, sendo oito convidados e oito inscritos no evento que participarão das disputas divididas em eliminatórias, semifinal e final. Nessas etapas, cada dupla de MC ataca e se defende dos ataques do adversário em rounds de 45 segundos. Caberá ao público presente escolher os vencedores através de gritos e salvas de palmas. Ao lado das pelejas improvisadas, o Duelo abre espaço para shows de Hip Hop, com o pocjet show os MC’s da Família de Rua, grupo responsável pelo projeto. Ozléo, Castilho, Monge, PDR, Digô e alguns convidados se revezam nos microfones.

Programação:
30/08 | sábado
tarde: DJ Rub
20h: Maria Bragança
21h: Renegado (rap / pocket show)
22h: Aline Calixto (samba)
intervenções: DJ Spider / VJ Natan

31/08 | domingo
manhã Danny
tarde DJ Alex C
18h: Titios do Samba (samba)
20h: Julgamento (rap)
intervenções: : DJ Yuga / VJ Gton

01/09 | segunda
manhã: FMX
tarde DJ Corisco
20h30: Negras Ativas
22h: Banca Nós Pega e Faz (rap)

02/09 | terça
manhã DJ Lelé
tarde DJ WLY
20h30: Coletivo Dinamite (funk / rap)
22h: DejaVuh (rap) - part. APR

03/09 | quarta
manhã: Gabee
tarde: DJ Juninho (Bum Bep)
20h30: Retrato Radical (rap)
22h: Quarteirão do Soul

04/09 | quinta
manhã: Eazy-CDA
tarde: Eletrotauro
20h30: Casa B (rap)
22h: LealSoundSystem
intervenções: : VJ Natan

05/09 | sexta
manhã: Clebin
tarde Andisturbed CDJ
20h30: Duelo de MC’s (hip hop)
23h: Black Sonora (soul / latino / rap)
intervenções: : VJ Gton

06/09 | sábado
manhã D'Lui
tarde Gurila Mangani
21h: Manolos Funk (funk / rock / pop)
22h30: Júlia Ribas e DJ Renatito (ragga / dub)
intervenções: : DJ Fausto / VJ Natan

07/09 | domingo
manhã DJ Edd VSD
tarde Cézar Machado
18h: E2 (rap)
20h: U-Gueto (soul / funk)
intervenções: DJ Alex C / VJ Gton

Quem são eles

Grafiteiros:

ACME: É ativista da arte urbana, autodidata e graffiteiro nascido na comunidade do Pavão Pavãozinho. Em 1997 começou a graffitar, desde então, realizou diversos trabalhos comerciais nas áreas de pintura com spray e desenho, para empresas e particulares, além de intervenções urbanas, performances em eventos culturais e exposições. Já fez uma participação ao vivo no show Racionais MC’S, grafitando no Rio RAP Festival, na Fundição Progresso. Também trabalha como chargista e participou do Encontro Mundial de Graffiti na Europa (EUROGRAFF), ficando em segundo lugar representando o Brasil pelo projeto geração HIP HOP do SESC RJ (em Paris). Ainda na França, realizou uma Exposição individual no Teatro de Arena Shatoowallon.
http://www.flickr.com.br/photos/acmedv

Anarkia: Panmela Castro, “Anarkia” estudou na Escola de Belas Artes da UFRJ mas escapou da formula acadêmica quando começou a fazer graffiti de forma intensa e apaixonada, sendo os muros hoje seu principal suporte. Seu trabalho é baseado no estimulo à reflexão da potência que o graffiti tem em seu ambiente natural: a rua. Se destaca pela liderança que exerce no movimento feminista e pela respeitabilidade do trabalho diante da produção nacional.
www.anarkiaboladona.com

Anjo: Alexandre "Anjo" (27), teve seu primeiro contato com a arte de rua, em 1997, na cidade de Santo André, interior de São Paulo. Sempre em evolução, seus trabalhos carregam, com suaves linhas e cores fortes, a relação do ser humano com a natureza, com uma dose de sensualidade.
http://www.fotolog.com/anjotk

Binho Barreto: Binho Barreto nasceu em Belo Horizonte, mas vive e trabalha em São Paulo, atualmente desenvolve trabalhos em diversas áreas do campo visual como: desenho, pintura, gravura (serigrafia e metal), graffiti, animação e arte digital
http://www.binhobarreto.net

BR: Bruno "BR" Bogossian, carioca de 32 anos, é ilustrador, designer, artista plástico e graffitiiro. Um dos cabeças da Flesh Beck Crew, grupo responsável pelo “bum” do graffiti no Rio, foi quem criou a inconfundível linguagem da crew. Fora das ruas, empresta sua arte pra campanhas publicitárias, eventos, multinacionais e marcas de roupas de renome, além de participar de diversas exposições no circuito das artes plásticas.
http://www.fotolog.com/fleshbeckcrew

DMS: Em meados de 1998, Davi de Melo Santos o DMS, encontrou nas ruas um novo significado para sua vida. Após participar de uma oficina de artes em seu colégio, partiu da cartolina para os muros. Desde então vem sendo referência na arte de rua mineira, sempre em parceria com Dalata, Hyper, Mts e outros amigos que fazem parte de sua trajetória.
http://www.fotolog.com/dms163

Dninja: Dninja é uma junção de seu primeiro nome (Denise) e ninja, já que é uma fã de filmes de lutas orientais. Trabalha com oficinas para adolescentes e na organização de eventos relacionados ao graffiti. Seu estilo preferido é o Wild Style, mas também faz alguns personagens com características únicas que os tornam engraçados; chamados “bichos coisa”.
http://www.myspace.com/bichocoisa

Does: Com 18 anos dedicados a arte Does trabalha o Wild Style com altíssimo grau de complexidade e ilegibilidade da escrita, provocada pelo embaralhamento das letras comum ao estilo. Does reúne influencias variadas como elementos indígenas, arquitetura gótica, caligrafia árabe utilizada nas pontas das letras e formas tribais, que mescladas apresentam esta composição labiríntica de suas obras.
www.flickr.com/photos/doeshdv

Dalata: Autodidata, Dalata tomou gosto pela arte logo cedo, sempre desenhando e rabiscando alguma coisa, ele aproveitava seu tempo em esboços artísticos que fizeram com que brotasse o interesse pela cultura. No início dos anos 90, atuou como pintor de camisas e bonés. Seu ingresso no graffiti se deu há mais de 10 anos, época em que o artista começou a atuar nas ruas da cidade. Segundo Dalata na rua tudo pode acontecer, principalmente a difusão da arte. Atualmente, Dalata ministra aulas de desenho, pintura e graffiti, além de produzir ilustrações.
http://www.fotolog.com/dalata

ECO: Grafiteiro desde 1993, é um dos pioneiros do Graffiti no Rio de Janeiro. Trabalhou como diretor da ONG ASACC (Associação Solidária para Arte, Cultura e Cidadania), apadrinhado pelo ex-integrante da Banda O RAPPA, Marcelo Yuka (missão ASACC arte e cultura). Hoje integra a ONG Comunidade S8 (Missão Dependência Química). Atualmente, trabalha pela Prefeitura de Macaé na Fundação de Cultura e pela Prefeitura do Rio desenvolvendo o graffiti na cidade e representando a cidade pelos estados do Brasil. Atua também como design, web máster e cenógrafo. O artistas já trabalhou em diversas frentes como no Clipe do MV BILL & Caetano Veloso – Língua de Tamanduá, no Estádio Olímpico João Havelange, no Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007 e ainda ensinou técnicas do graffiti para membros da equipe do Cirque Du Soleil, em 2008.
http://www.marceloeco.org

Frank: O Cearense Frank tem como objetivo realizar obras artísticas, ministrar cursos e oficinas em beneficio social e cultural para jovens carentes de todo o pais, aplicando a técnica de graffiti e aerografia. Com obras realizadas na região do Cariri, Salvador, Recife, interior da Bahia, Pernambuco e São Paulo foca seu trabalho no caráter social da cultura popular nordestina
www.fotolog.com/otmcrewce

Galo de Souza: Com formação em Artes visuais, Arte-Educação, Graffiti, Produção Musical, Economia comunitária e formação de redes o multifacetado Galo é uma referência no graffiti Recifense. Além de trabalhos espalhados por todo o Brasil e interior nordestino já expôs e deu oficinas em paises como a Áustria, Alemanha e Suécia.
www.galodesouza.blogspot.com

Graphis: Em 1998, Graphis iniciou sua carreira e desde então vem desenvolvendo sua técnica e conquistando o seu espaço. Ajudou a Coordenar um grupo de grafiteiros em 3 ações chamada “Hip Hop Urra!” onde pintaram o muro do extinto Carandirú, além de ter trabalhado para empresas e eventos como Nestlé, Gerdau, Rede Globo, Skol Hip Rock e Casa Cor.
www.myspace.com/graphis_

GUD: Há 11 anos, Marcelo o GUD, descobriu o graffiti. Mesmo sem seguir uma linha específica acabou se dedicando mais às figuras humanas, devido a facilidade de identificação das pessoas com o seu trabalho. Realista, procura abordar temas referentes ao efeito colateral causado pelo sistema nas pessoas. Pioneiro quando o assunto é a transformação do graffiti em artigo cultural, possui obra no Museu Histórico Abílio Barreto e também ilustra cartões postais de Belo Horizonte.
www.fotolog.com/marcelo_gud

Hyper: Em março de 97, o artista começou pintando sozinho o graffiti na rua, influenciado pela pintura de colegas de bairro que desenvolviam esse trabalho. Com mais de uma década de experiência, o autodidata Hyper tem uma técnica peculiar para pintar. Ele venceu o 1o concurso de Graffiti do projeto Guernica, além de expor e participar de eventos como o FAN e o Encontro Nacional do Hip Hop, realizado em Goiânia.
http://www.fotolog.com/a51hyper

Kraski: O holandês Karski é conhecido pela qualidade e pela sua ampla variedade de trabalho. É dono de uma das grandes empresas que trabalham com graffiti no mundo, a “Mooiemuur.nl” (muro bonito). Além disso, trabalhou para empresas como Levi’s e Nike e já grafitou em várias cidades ao redor do mundo, dentre elas Nova York, Barcelona, Londres, Rio e São Paulo.
www.mooiemuur.nl

Lee27: Representante da Old School baiana, no graffiti desde 1993, Lee 27 se destaca no graffiti brasileiro pela sua identidade que é voltada para a cultura afro-baiana religiosa. Com elementos em suas letras e personagens que remetem aos Orixás. Fundador da Ocla N Crew, participa ativamente da militância no movimento hip hop baiano.
http://www.fotolog.com/lee27

Nado Soares: Integrante da ONG Reciclar T Três, precursor do graffiti na região metropolitana de Belo Hoirzonte, Nado já obteve reconhecimento internacional pela sua participação na Expo 2000 na Alemanha e pelos trabalhos vendidos em Amsterdam. O artista, que é natural de Mateus Leme e pai de 4 filhos, tem orgulho de se intitular auto-didata e garante que o graffiti é uma técnica que só se aprende com a prática. Atualmente, trabalha como professor do Arena da Cultura e desenvolve vários projetos de graffiti.

Prisco: Porto-riquenho, Prisco é autodidata e há 34 anos se dedica à arte do graffiti. Através de seus trabalhos, ganhou notoriedade e respeito entre os mais proeminentes graffitiiros do mundo. Fez parte de diversas publicações e eventos, viajando para países como Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha, entre outros.
http://www.myspace.com/priscomtr

Saile: O chileno Saile é desenhista industrial e ilustrador e trabalha com graffiti desde 1999. Já participou de vários eventos, mostras e atividades relacionadas ao graffiti, sendo a última um tour pela América do Sul. Entre os meses de Fevereiro e Junho, passou por cidades como Montividéo, São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Lima.
http://www.flickr.com/photos/saile

Tinho: Graduado em Educação Artística, ganhou prêmios e participou de várias exposições em instituições importantes no Brasil e no exterior, como o Centro Cultural São Paulo, além dos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol do ano de 2006, em Berlim. Atualmente faz parte de uma exposição coletiva em Londres, na Embaixada Brasileira e uma exposição solo na galeria O Contemporary, em Londres – UK.
http://www.flickr.com/photos/tinho_nomura

Tikka Meszaros: Faz graffiti desde 2002, desenvolveu um estilo inspirando principalmente em temas lúdicos. Tikka participou de exposições e trabalhos no Brasil e no exterior, como na Carmichael Gallery (LA), Toy Lounge, Ellus, Credicard, casa dos criadores e Fashion Week (RJ e SP).
www.flickr.com/tikka_noturnas

TOZ: Integrante do grupo Flesh Beck Crew o designer por formação Tomaz Viana ganhou o mundo participando de mostras coletivas com artistas de peso. Há mais de 10 anos trabalhando com o graffiti, sua maior influência é a família, que tem muitas mulheres. Desenhos animados, humor de quadrinistas como Angeli e Glauco, psicodelia dos anos 60, cinema e skate também aparecem no seu trabalho.
http://www.fotolog.com/fleshbeckcrew

Trampo: Luis Flavio “Trampo” começou a andar de skate, fazer fanzines e grafitar nos anos 80 em POA. De lá pra cá ele se especializou no graffiti e, nos últimos anos, também em pôsteres. Depois de participar de muitos festivais e encontros de graffiti, ministrar oficinas (atividade que exerce desde 1994, principalmente em comunidades carentes) e colocar muita arte na rua, de norte a sul do país, o nome “Trampo” já é uma referência na arte de rua.
http://www.fotolog.com/minuto

Curadores:

Rui Santana: Psicólogo por formação e artista plástico por opção, Santana é o coordenador de Artes Plásticas, do Projeto Arena da Cultura, da Fundação Municipal de Cultura. Em 2008, coordenou o Projeto de Graffiti, “Muros do Jardim Teresópolis”, que propôs uma formação artística ética e estética para jovens da comunidade local. Rui é professor de Design da Universidade Fumec, onde há cinco anos idealizou e coordena o Projeto “Muro Efêmero”, uma espécie de maratona de Graffiti. Santana também realizou a curadoria do projeto “Horizonte do Graffiti”, que apresentou trabalhos em Paris e foi o 1º acervo de Graffiti incorporado pelo Museu Historio Abílio Barreto de Belo Horizonte. Como artista plástico, Rui recebeu o prêmio da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) de Ecologia, na premiação “Design Brasil”, promovida pela revista “Cult” (1997-1998). Antes, em 1985 conquistou no Salão Pirelli, o Prêmio Aquisição, no MASP, em São Paulo. Já em 88, no IV Salão de Aeronáutica, também assegurou o 1º Prêmio, num evento no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte. Além disso, Rui Santana já realizou dezenas de exposições individuais e coletivas em diversas capitais nacionais e internacionais como: Paris, Buenos Aires, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Santiago, Montevidéu, entre outras. O artista já assinou cenários para a TV Bandeirantes e Rede Minas e tem obras em acervos como: Museu Histórico Abílio Barreto, Belo Horizonte; Museu da Casa Brasileira, São Paulo; Museu de Arte Primitiva, em Assis – SP; Fundação Pirelli, São Paulo, Fundação Clóvis Salgado, Belo Horizonte; Instituto Cultural Itaú, São Paulo; Pinacoteca da Varig, São Paulo; Pinacoteca da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória – ES e Pinacoteca da Universidade Federal de Viçosa, Viçosa – MG. Rui Santana é o idealizador e coordenador desta Bienal de Graffiti, que é inédita no Mundo. http://www.arteruisantana.com/


Binho Ribeiro: Nome em destaque na street art mundial e um dos pioneiros no Brasil e América Latina. O artista já esteve trabalhando em: Buenos Aires, Nagoya, Tókyo, além de quase todos os estados brasileiros. Seu estilo arrojado já ilustrou as embalagens de Nescau, campanhas publicitárias do Ford, Brasil Telecom, Motorola, Nike, Skol, Colorgin, entre outras. Binho é membro da Frente Nacional de Hip Hop e Comissão Estadual de Hip Hop. Curador de eventos como: Basement, Hutuz, Mural Tietê, 30hs CPTM, Olhar nascente (túnel Av. Paulista), 1ºBienal Internacional de Grafite em Belo Horizonte (2008). O artista também já participou de exposições em diversos lugares como no Memorial da América Latina (2006), Caixa Econômica (Rio 2007). Outro destaque de seu currículo foram as cenografias de filmes como: 5 Poison (Japão 2000), O bicho de 7 cabeças (2001), O Magnata (2006), Antonia (2006). Editor da revista “GRAFFITI” pela editora Escala desde 2001. Dentre suas peculiaridades vibra a paixão pelo skate e o universo empresarial, pois Binho comanda a grife a “3º Mundo”. Na 1ª Bienal Internacional de Grafite de Belo Horizonte, Binho assina a curadoria da exposição “A Grande Arte”.
http://www.myspace.com/binhone

Tereza Portes: Premiada artista plástica, com especialização em arte-educação, que já realizou diversas exposições, tanto individuais quanto coletivas. Há 18 anos coordena a Oficina de Artes, escola de arte destinada a crianças e adolescentes que funciona dentro de seu próprio atelier, onde também desenvolve sua pintura. Coordena o Instituto Oboé, ONG que se dedica ao desenvolvimento humano através da arte. Thereza assina a curadoria da exposição “Diálogos Híbridos”, da Bienal. http://www.therezaportes.com.br/

Piero Bagnariol: Quadrinista e arte-educador, o italiano Piero Bagnariol mudou-se para o Brasil em 1992 e é um dos editores da revista Graffiti 76% quadrinhos. Co-autor do livro Guia Ilustrado de Graffiti e Quadrinhos, atua também como grafiteiro e integra a crew Rupestre de arte urbana. Realizou o layout da exposição do 1o e 2o Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte e foi curador das exposições Juventude e Lei e Liberdade, pelo Programa Fica Vivo! Além disso, na I Bienal de Grafite, Piero é o responsável pelo “Módulo Histórico”, que reconta a trajetória do Graffiti.
http://www.graffiti76.com

Sara Carvalho Martinho: formada em Design de Produto e pós-graduanda em Artes Plástica, participou de trabalhos como o programa Árvore da Vida, Cowparade, além da ilustração da 13ª edição da Revista Brasil, todos desenvolvidos junto à comunidade Jardim Teresópolis. Foi também participante do Projeto Rondon, em Assis Brasil – Acre, produtora e coordenadora da I Maratona de Grafite da FUMEC e professora de criatividade no projeto Desenhe a cultura Brasileira.

Geraldir Bernardino: artista plástico e pós-granduando em Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva, trabalha em oficinas de artes e também com criação de imagens para a aplicação em publicidade. É orientador do Atelier de Grafite, no Programa Arena da Cultura, atuou no projeto Árvore da Vida, ministrou mini-curso no III Seminário Internacional -Sociedade Inclusiva, além de ter sido membro do Comitê Mineiro - Very Special Arts do Brasil - Arte sem Barreiras.

Diálogos Híbridos

André Burian: Fotógrafo e pintor Participou de inúmeras exposições coletivas como foto 90 no MAM Rio (2007), O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira no Instituto Cultural Itaú, São Paulo (2005), Novas Aquisições Gilberto Chateaubriand, MAM Rio (2004), VI Bienal Internacional de Cuenca no Equador (1998), Antárctica Artes com a Folha, Pinacoteca do Parque, São Paulo (1996). Também realizou várias individuais na Quadrum Galeria de Arte (2002), na Grande Galeria, Palácio das Artes, Belo Horizonte (2000) , no Museu de Arte Contemporânea de Goiás (1999) e no Centro Nacional de Cultura, Lisboa, Portugal. Recebeu vários prêmios, entre eles aquisição no XIV Salão da Funarte (1994), primeiro prêmio da V Bienal de Santos (1995), prêmio aquisição/exposição do 26º Salão Nacional de Belo Horizonte. Sua fotografia é representada internacionalmente pela Agência Corbis.

Coletivo Xepa: Fundado e dirigido por Marcelino Peixoto, artista plástico e profesor, graduado em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFMG, Mestre em Artes Visuais pela mesma Universidade, vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil) e Viviane Gandra, artista plástica e gráfica, graduada em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG, vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil e Unquillo, na Argentina). O Coletivo Xepa atua desde 2005, tendo como foco principal ações e intervenções em espaços e formatos variados. O Coletivo Xepa se propõe a promover, através do advento do não-sentido (ou dos ‘sintomas’ do sentido), a expansão do conceito de arte para além de seus limites materiais, simbólicos e espaciais. Para tanto, evoca as imagens do desvio, procedimento que se verifica (ocorre) sempre na carne sensível do mundo, ainda que para provocar sua ruína.

Fernando Pacheco: O artista plástico já realizou dezenas de exposições individuais e coletivas, em capitais brasileiras e noutros países. Já mostrou seus trabalhos para gringos dos Estados Unidos e Japão. Pacheco também coleciona alguns prêmios como Destaque em Arte Contemporânea e Pintura, do Jornal Horizonte; Prêmio em Pintura – Universidarte; Prêmio Nascentes Artes Plásticas.; Prêmio em Pintura. Salão de Governador Valadares/MG; Prêmio Criarte – Destaques das Artes Plásticas Mineiras. Ainda recebeu premiações no VII Concurso Anual de Artes Plásticas de Montes Claros/MG, no 2º Salão de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado e no 1º Salão de Artes Plásticas da Aeronáutica.

Isaura Pena: Vive e trabalha em Belo Horizonte. Graduada em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG. Professora de Desenho da Escola Guignard – UEMG. Realizou diversas exposições individuais em vários estados brasileiros. Tem participação importante em coletivas e salões de arte por todo o Brasil e no exterior, sendo premiada, entre outros no XIX Salão de Arte de Belo Horizonte em 1987, no VII Salão Nacional da Funarte no Rio de Janeiro em 1985 e em 1988, e no 45O Salão Paranaense, Curitiba, em 1988.

Leo Brizola: Cursou Artes Plásticas pela Escola Guignard/ Universidade do Estado de Minas Gerais (1981-1987); cursou Belas Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (1983-1985). Já realizou diversas exposições individuais e coletivas. No quesito premiação, recebeu Referência Especial no XX Salão Nacional de Arte, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, em 1998 e venceu o Prêmio Banco do Brasil, Universidade Federal de Minas Gerais, em 1987.

Luiz Henrique Vieira: O artista já participou de 29 Salões de arte, tendo sido premiado em 11 deles. Realizou diversas exposições individuais e coletivas nacionais e internacionais como na Galeria de Arte de La Editora Nacional, em Barcelona, na Espanha em versão solo. Expondo coletivamente, já esteve na "International Print Exhibit", em Taiwan, além de mostrar suas obras em países como Espanha e Canadá.

Marcelo Albuquerque: O artista tem graduação em Belas Artes. Bacharelado em Pintura, Escola de Belas Artes da UFMG e está fazendo uma especialização em História da Arte pela PUC-MG. Já participou de diversas exposições coletivas e individuais. Também foi premiado no projeto Arte no ônibus – 1º. Prêmio. Concurso promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, BHTRANS e Genial Projetos de Arte. Seu trabalho foi impresso e afixado no interior dos coletivos que circulam na região metropolitana de Belo Horizonte e foi premiado com a obra “Escola Estadual Leopoldo Miranda”, na Mostra do 34º. Festival de Inverno da UFMG em Diamantina.

Sebastião Miguel: Tem Graduação em Artes Plásticas e Especialização em Artes Plásticas. pela Universidade do Estado de Minas Gerais e concluiu Mestrado em Artes Visuais, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atua em diversas áreas como pintura, desenho, fotografia, novas mídias, Design Gráfico e Teoria da Arte. Realizou diversas exposições individuais e coletivas, o artistas já recebeu premiações como no Prêmio Dia do Aviador, do 1° Salão da Aeronáutica, em Belo Horizonte.

Músicos e VJs:

Aline Calixto: Carioca de nascimento, mas mineira de criação (onde vive desde os 7 anos), a cantora utiliza seus dotes de autodidata e influências de Ataulfo Alves, Clara Nunes e Geraldo Pereira, misturados a novos compositores, para trazer frescor e novidade ao samba. Seus shows incluem clássicos do samba, músicas próprias e obras de jovens compositores garimpados pelo interior de Minas Gerais em pesquisa realizada desde o início de 2007.

Andisturbed: Tendo como influência o Rap Dirty South e Underground, participa de eventos desde os anos 2000. Participou nessa época do grupo Fator-R, um dos principais grupos da primeira década do século XXI.

Black Sonora: A Black Sonora vem com a idéia clara de somar, experimentar e influenciar o meio. A força do som sai do meio artístico para o meio da rua, passando pelo soul, samba-funk, hip hop e outras ramificações da black music, sendo influenciada por Jorge Benjor, Jackson do Pandeiro, Marku Ribas, Tim Maia, Buena Vista Social Club. Com músicos dos mais diversos estilos e variadas influências culturais, já se apresentou em praticamente todos os espaços culturais da capital mineira.

Casa B: Grupo formado em 2005 por Enebeats, Gurila Mangani, GNZ, Ozléo, Mansur, Rato, DMS, Castilho e Memória de Peixe - dentre eles grafiteiros, skatistas, músicos, artistas plásticos e poetas. O projeto começou sem muitas pretensões comerciais, mas devido ao retorno quase que imediato do público, acabou se profissionalizando e organizando para se apresentar em shows da capital.


Cézar Machado: Produtor, compositor, multi-instrumentista e arranjador atua a 10 anos, tendo gravado em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2000 começou a produzir trilhas para curtas e peças de teatro em Belo horizonte. Atualmente produz a equipe de Graffiti RUPS 3: Arte de Rua e dirige um curta em andamento na cidade Santa Luzia sobre o dialogo da juventude da cidade.


Coletivo Dinamite : A proposta do Coletivo Dinamite é, ao mesmo tempo, simples e pretensiosa: reunir seres humanos em favor da música. O nome sugere um agrupamento coeso mas transitório, alguma espécie de formação temporária de elementos humanos e sonoros. Em outras palavras, a formação do coletivo talvez nunca estará totalmente fechada. Os integrantes se somarão ao grupo quando puderem, quiserem, enfim, quando a proposta os convier. Se tentássemos descrever o resultado "musical" desse encontro, talvez pudéssemos dizer que é uma banda de funk com urgência punk, improvisando como jazzistas mas fazendo uso dos elementos da música negra e, obviamente, do rap.


DejaVuh: O grupo DejaVuh surgiu em 1998, na zona oeste de Belo Horizonte (MG), trazendo uma poética sonora sintonizada com a linguagem do rap e outras influências sampleadas e distorcidas. Sua música combina rimas e batidas em busca de possíveis versões do que é visto e vivido no cotidiano, aproveitando fragmentos de encantos e desencantos dos submundos da cidade.

DJ AleX C: DJ e colecionador de discos de vinyl, atua na Original Cultura do hip hop desde 1992, trazendo uma bagagem de clássicos do hip hop, Funk'soul & Grooves. Já foi considerado pela crítica como um dos melhores DJs de hip hop de Belo Horizonte e atualmente é integrante da Funk-se!, festa de Black Music que acontece mensalmente onde só vale discotecar com discos de vinyl.

DJ Corisco: Uma fusão de ritmos, estilos e influências sonoras. É o que propõe o DJ Corisco. Há nove anos na estrada como músico é integrante do grupo de percussão Trovão das Minas, que apresenta uma releitura do Maracatu e da banda Rinoceronte Live Sytem, que viaja pelas infinitas possibilidades da música eletrônica.

DJ Edd: Edivânio José Silveira “DJ Edd”, natural de Mato Verde-MG, desde 1997 simpatizou e ingressou-se no hip hop. De lá pra cá vem trabalhando junto com os demais integrantes do Verdade Seja Dita (VSD) em vários projetos sociais e culturais, nos toca-discos com suas batidas, scracht e colagens, envolventes comanda o ritmo e a harmonia do (VSD).

DJ Fausto: “Começou a discotecar em 1993, quando abriu um sebo de discos, “Bolsa do Disco”. Desde então, discoteca nos principais eventos culturais da cidade e casas noturnas, onde foi residente do Movimento Balanço de 2001 a 2006, além de organizar uma noite dedicada aos discos de vinyl: “Vinylland”, sempre com convidados, a “Noite das Sete Polegadas”, onde discoteca com aqueles disquinhos antigos, os compactos; participa ativamente de várias festas na capital mineira. Seu som é marcado por forte influência de dub, samba soul, funk e hip hop underground.

DJ Spider: Ligado à Cultura hip hop desde 1998, Spider atuou primeiramente como grafiteiro e em pouco tempo passou a se dedicar exclusivamente à música. No ano seguinte ingressou para o grupo de rap DejaVuh, do qual continua fazendo parte. Seu trabalho como produtor teve início em 2001, em um estúdio improvisado em sua própria casa, junto a alguns poucos grupos de rap do lado oeste da cidade.

DJ Wly: Em 1998 Wally deu início a sua carreira de DJ em Belo Horizonte. Começou tocando hip hop e rock porém, em 2001, entrou de cabeça no mundo eletrônico incorporando em seu repertório breaks e principalmente drum'n'bass. Atualmente, dedica-se a fusão de diversos estilos. Seu novo set é recheado de antigas influências hip hop, miami e rock unidas aos clássicos e contemporâneos da música eletrônica.

DJ Yuga: Desde a infância aprendeu a gostar de musica com os discos de seu tio. A influência no estilo que toca também vem dessa época, quando escutava Roberto & Erasmo, Jackson do Pandeiro, João do Vale, Clara Nunes, Gilberto Gil, Jorge Ben, Tim Maia, Demônios da Garoa e Os Velhinhos Transviados. Atualmente o DJ dedica-se à banda Black Sonora que "faz uma espécie de funk com música cubana cheia de groove e suingue". Sempre antenado em "novidades" quanto "raridades", seu set mescla black music com grooves brazuca, côco de roda, maracatu, samba a gosto e uma pitada de música cubana, deixando a pista mais apimentada.

D’Luí: Começou a discotecar no projeto “Expansão Hip hop”, no ano 2000, quando cultura hip hop fervilhava em Belo Horizonte. Possui grande conhecimento musical e cultural dentro do hip hop; Rap; Charm e R&B. Conquistou ao longo destes quase oito anos muito respeito e admiração pelos adeptos e pessoas envolvidas diretamente no na cena local.

E²: A dupla formada por Hertz Bento (Eazy-CDA) e Edgar Bernardo (Ed Mun) pretende estabelecer uma visão crítica sobre algumas questões criticas da sociedade moderna. O E² chama a atenção para a importância do papel que cada cidadão, individualmente e/ou em grupo, tem na formação de uma sociedade.

Eletrotauro: Formado pelos músicos/artistas plásticos Sandro Medeiros, Wilton Vinicios e Poliana Reis é um SER (Sincretismo Eletro Regional) que junta: Samplers Science Eletro Bumba Baião, fazendo a conexão entre letras autorais toadas e muito mais. O universo da cultura popular Brasileira revisto nos desenhos sonoros criados por estes artistas.

Julgamento: Letras engajadas, com foco na valorização humana e explorando temas sócio políticos, somadas às batidas eletrônicas do hip hop e influências musicais diversas são as bases do Julgamento. Em atividade desde o final dos anos 90 o grupo funde mc's, dj's, bateria, baixo e guitarra para resultar em um trabalho consistente e de peso.

Júlia Ribas e DJ Renatito: Júlia Ribas e o DJ Renatito se reúnem para recriar músicas do cd Brasiliando da cantora e de outros artistas brasileiros fundindo mpb e música eletrônica. A mineira Júlia Ribas iniciou sua carreira musical em 1994 e com voz suave e poderosa e uma brasilidade a flor da pele a cantora vem ganhando espaço entre as revelações da MPB. Renato Lealy, também conhecido como DJ Renatito, é produtor musical e criador do LealSoundSystem. O DJ que já fez trabalhos com vários nomes da música mineira, elabora com seus synths e samplers, um som eletroacústico, com fortes influências vindas da Jamaica.

LealSoundSystem: Renato Lealy também conhecido como DJ Renatito, é produtor musical, coreógrafo e criador do sexteto LealSoundSystem, grupo que mistura música eletrônica com as vertentes do reggae e várias sonoridades world music.

Manolos Funk: A banda Manolos Funk, desde 2004, mistura elementos do rock, jazz e funk para mostrar uma forma diferente de fazer música pop. O quarteto atrela diversos tipos de sonoridade com letras em português, que fogem do lugar comum. Com uma temática urbana e muitas vezes metafórica do mundo cotidiano, os Manolos apresentam um trabalho autoral com sonoridade pulsante e letras muitas vezes teatrais.

MC Monge: Atua desde 2003 na cena Hip Hop como MC (Mestre de Cerimônia) e já apresentou diversos eventos de Hip Hop: Duelo de MC's, Ritmo e Poesia, Batendo de Frente (Juiz de Fora), Ritmo e Poesia -1º Concurso de Rap de Juiz de Fora, entre outros. Apresentou também a 5ª Mostra BH Arte Cidadania, realizada pela Prefeitura de Belo Horizonte. Monge é integrante dos grupos de Rap Saga Contínua..., 1ª Dinastia e Duo, e dos grupos culturais Família de Rua, Conspiração Subterrânea Crew e Jotaefe Crew.

Negras Ativas: Negras Ativas é um grupo de mulheres jovens que com estilo ousado e irreverente misturam arte e atitude nas periferias de grande BH. O grupo de RAP Negras Ativas existe desde 2003 e é atualmente formado por Vanessa Beco, Larissa Borges e Lauana Chantal e Tainara Lira. As jovens engajadas no movimento negro e feminista fazem do rap ferramenta de sensibilização da sociedade e superação das opressões. Com letras sobre questões do cotidiano suas músicas são embaladas por uma irresistível levada afro mineira, com influências do samba congado e reggae black music.

Nospegaefaz: Formado em 2005 pelos irmãos THL (Ramon) e Rude, do grupo Sem Meia Verdade, o Nospegaefaz tem como objetivo unificar e fortalecer a cena hip hop local. Com integrantes de 6 grupos de diferentes cantos da capital, o coletivo abre espaço para cada um mostrar seu trabalho independente da vertente que participa.

Quarteirão do Soul: O Quarteirão do Soul acontece desde 2004, em todas as tardes de sábado no quarteirão da Rua Goitacazes entre São Paulo e Curitiba, no centro de Belo Horizonte. Ele surgiu como uma forma de se reencontrarem os amigos que freqüentavam os chamados bailes black no centro da cidade nos anos 70 e que, com o passar dos anos, foram sendo expurgados para a periferia da cidade. Tal manifestação constitui uma forma de resistência, pois os participantes do Quarteirão do Soul se apropriaram do local mesmo sem o aval da Prefeitura e também caracteriza-se pela afirmação da identidade de seus participantes, que se espelham no discurso de igualdade pregado pelo movimento soul representado principalmente pela figura do cantor James Brown, ícone presente em estampas de várias camisetas, que tem seus passos e vestimentas copiados e celebrados por todos os freqüentadores do espaço.

Renegado: Renegado, nascido no Alto Vera Cruz (BH), faz uma mistura de rap com ritmos brasileiros e latino-americanos conseguindo unir a temática do rap feito na periferia e a poesia e o verso da música popular brasileira. Na ativa no meio musical e em movimentos sociais, desde os 13 anos, Renegado está lançando seu primeiro disco solo, "Do Oiapoque a Nova York", produzido por Ganjaman, que já trabalhou com Racionais, Planet Hemp, Otto, Sabotage entre outros.

Retrato Radical: Com quase duas décadas de história, o grupo é um dos mais representativos nomes do Rap produzido em Minas Gerais. Seis anos após a publicação de “O barril explodiu”, de 2002, o grupo vindo da Vila Embaúbas já está em seu terceiro disco, o “Homem Bomba” sempre mostrando seu olhar critico sobre a organização social brasileira – caracterizada pela desigualdade.

Titios do Samba: Fundado no início de 2008, os “Titios do Samba” trabalham com a vertente do samba de raiz, reunindo o resgate de antigos sambas consagrados e composições próprias. Influenciado por grandes artistas do gênero, a banda apresenta em seu repertório releituras de grandes mestres como: Geraldo Pereira, Ataulfo Alves, Paulinho da Viola, Monarco, Originais do Samba, Martinho da Vila, Adoniran Barbosa, Agepe e Cartola, além da alegria e do balanço de composições próprias.

U-Gueto: Filho do músico Domingos do Cavaco, cresceu em um berço musical recheado de muito Samba e MPB. Ligado a movimentos sociais, o músico busca valorizar e difundir a cultura afro-brasileira. É compositor e arranjador de suas próprias músicas que abordam temas como realidade da juventude, periferia e amor. U-Gueto traz influências do samba rock, do funk e da Black music e suas letras estimulam e conscientizam a sociedade.

VJ Natan: Mineiro de Contagem, o design gráfico e vj Natan possuí um trabalho composto da junção de pesquisas independentes e aptidão natural. Componentes orgânicos, fotografias e fragmentos digitais manipulados através de elementos de linguagem binária consolidam a essência de seus projetos virtuais/performáticos. Abusando das possibilidades do advento da tecnologia móbile, sua proposta artística tem como característica a (re)criação de “novas composições” a partir da captação de fragmentos (amostras) visuais, com o intuito de atribuir uma nova (re)forma e significado, que consequentemente provoque reflexões.


1ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFITE DE BELO HORIZONTE
30 DE AGOSTO A 7 DE SETEMBRO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 09H00 ÀS 24H00
SERRARIA SOUZA PINTO
AV. ASSIS CHATEAUBRIAND, 809, FLORESTA
ENTRADA FRANCA
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