quinta-feira, 28 de agosto de 2008

RENEGADO

Rapper mineiro comprova que não há barreiras para música de qualidade.
Revisitando estilos como a black music, ragga, dub e influências de ritmos brasileiros, o artista esbanja a identidade artística que vem de casa, das ruas, do morro, das grandes cidades, do mundo

Foto: Bárbara Dutra

O suíngue consciente define o trabalho de um dos artistas mais promissores da nova geração da música nacional. Em seu primeiro disco solo, "Do Oiapoque a Nova York", Renegado reúne 13 canções nas quais mostra desenvoltura ao transitar livremente por vários estilos derrubando fronteiras e misturando o rap com ritmos brasileiros e latino-americanos. "Do Oiapoque a Nova York" traz a denúncia ao mesmo tempo em que coloca o ouvinte para dançar, atraindo a atenção tanto de quem procura por letras inteligentes como de quem quer se divertir na pista de dança.

A produção do disco é assinada por Daniel Ganjaman, um dos maiores produtores da atualidade, que além de integrar o respeitado coletivo paulistano Instituto, também já assinou a produção de trabalhos de Mombojó, Otto e Sabotage e trabalhou com Racionais MC´s e Planet Hemp, entre outros. Para ele, "Do Oiapoque a Nova York" é um disco diferenciado dentro da cena hip hop brasileira, tanto pela diversidade sonora quanto pelo teor das letras, conseguindo um meio termo entre a temática do rap feito na periferia e a poesia e o verso da música popular brasileira.

Coisa rara dentro do mundo do hip hop, Renegado também é instrumentista e utiliza o violão em meio às batidas eletrônicas do raggamuffin e do próprio rap, fazendo com que o disco adquira uma musicalidade rica e diversificada, indo além do que é feito no rap tradicional. Além disso, as participações de convidados contribuem para a sensação de ausência de fronteiras musicais dentro do disco. Do hip hop paulista vieram Funk Buia (Záfrica Brasil) e Max B.O; da MPB mineira, Aline Calixto e Júlia Ribas; e da música latino-americana os cubanos Alayo, que veio ao Brasil especialmente para gravar o disco, e Cubanito, que reside em BH. O disco conta ainda com a delicadeza das Meninas de Sinhá, preciosidades musicais vencedoras do Prêmio TIM 2008, vindas da comunidade do Alto Vera Cruz, a mesma onde vive Renegado.

"Do Oiapoque a Nova York" é o primeiro disco do selo A Rebeldia, criado pelo próprio artista. Com tiragem inicial de 4 mil cópias, sendo metade vendida a preço popular (R$5) nas periferias das principais capitais do país, o álbum também está disponível para audição em seu site oficial, www.arebeldia.com.br, estando acessível a todas as classes sociais, sem distinção.

Dois vídeo-clipes vem em seguida ao lançamento do álbum: "Conexão Alto Vera Cruz / Havana", dirigido por Denis Leroy, que também assina a arte gráfica e o site do artista; e “Santo Errado”, dirigido por Erich Baptista.

Sobre o Natura Musical

O Natura Musical tem por missão estimular e difundir a música raiz-antena. A música que resulta do encontro de elementos tipicamente brasileiros com conceitos, idéias e sonoridades universais. A música que tem raízes na nossa terra ao mesmo tempo em que olha para o mundo.

Desde o lançamento do Natura Musical, em 2005, foram contemplados 104 projetos de diversos gêneros artísticos e estágios de produção musical, atingindo 17 Estados brasileiros de todas as regiões do país e mais de 200 mil pessoas de diferentes idades e classes sociais.

Sobre a Natura

Criada em 1969 a partir de um laboratório e uma pequena loja em São Paulo, a Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta. Com mais de 5.900 colaboradores, a empresa registrou receita bruta de R$ 4,3 bilhões no ano de 2007, um crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior. A Natura está presente no Brasil, Argentina, Peru, Chile, México, Venezuela, Colômbia, Bolívia e França – onde mantém uma loja e um centro-satélite de pesquisa e tecnologia. Sua força de vendas é formada por 719 mil consultores, sendo 632 mil no Brasil e 86 mil no exterior.

Sobre Renegado

Nascido e criado na comunidade Alto Vera Cruz, na cidade de Belo Horizonte, o músico autodidata começou a cantar em 1995, aos 13 anos, ao mesmo tempo em que deu início à sua atuação em movimentos sociais. Em 1997, foi um dos fundadores do grupo de rap NUC (Negros da Unidade Consciente), com o qual se apresentou por todo o Brasil e em países como Cuba, Venezuela e Quênia. Posteriormente, o NUC tornou-se uma ONG, presidida por Renegado, que desenvolve trabalhos sócio-culturais junto a jovens de comunidades carentes com o foco principal nos jovens do Alto Vera Cruz.

A partir de 2006, após o convite da produtora artística Danusa Carvalho para fazer uma apresentação, Renegado passou a se dedicar também à carreira solo. Desde então vem acumulando uma bagagem de shows e participações em apresentações de artistas como o guitarrista Toninho Horta, além de estrear no cinema como protagonista do filme “Ponto Org”, da diretora Patrícia Moran. No longa, Renegado contracena com nomes importantes do cinema nacional como Paulo César Pereio e conta com o apoio do ator e diretor do grupo Galpão Rodolfo Vaz, vencedor do prêmio Shell 2008 de melhor ator.

Em sua carreira solo, Renegado investe na incorporação de outras referências musicais como ragga, música cubana e samba, além de outras influências da cultura típica brasileira e de tradições regionais, sem, no entanto, abandonar características do tradicional rap norte-americano e a temática social do rap brasileiro.

Do Oiapoque a Nova York – faixa a faixa

Faixa 01 – Do Oiapoque a Nova York – Uma apresentação autêntica do rapper "cria 100% da favela", que não perde a fé e não se vende por euro ou dólar. Hip hop com tempero afro-brasileiro e uma dose de samba.
Faixa 02 – Renegado – A parceria com Daniel Ganjaman não deixa dúvidas quanto a missão do talento que vem do morro. Dançante e com uma pegada certeira, avisa: "Aprendi que na vida não se marca bobeira. Senão vem alguém e me puxa a rasteira".
Faixa 03 – Meu Canto – Uma samba otimista, que celebra a alegria de viver. No ponto alto, a participação afinada da cantora Aline Calixto. A batida hip hop é inventiva.
Faixa 04 – A Coisa é Séria – Fazendo a linha raggamuffin, Renegado faz uma viagem sonora com escala na Jamaica.
Faixa 05 – Mil Grau – Se a melodia lembra os bailes blacks dos anos 70, a letra atual mostra como a rima tem o poder de transformar a realidade. Julia Ribas participa da festa e da canção.
Faixa 06 – Por amor – Outra parceria com Ganjaman. Uma crônica assinada por quem vive a luta diária nas periferias das grandes cidades e luta pela paz.
Faixa 07 – Sei quem tá comigo – Uma dobradinha de Renegado e Funk Buia. Tem uma levada dub e raggamuffin, questionando quem é amigo de verdade,porque “ us guerreiro fica e us comédia sai'.
Faixa 08 – Benção – Renegado agradece à mãe, dona Regina, pelas lições de vida, sustento e amor incondicional, entre os vocais de Patrícia Lima e a melodia da guitarra de Marcelo Munari.
Faixa 09 – Conexão Alto Vera Cruz/Havana – Fazendo um cântico para Oxossi, Renegado divide a composição com Gil Amâncio, mostrando o fervilhante encontro da arte da comunidade do Alto Vera Cruz com os repartos de Havana. Destaque para as presenças dos cubanos Alayo e Cubanito nos vocais.
Faixa 10 – Rebelde Soul – Como o título sugere, a faixa é das mais dançantes do disco, assinada por Renegado e Max B.O, faz uma contundente crítica social sem deixar ninguém ficar parado.
Faixa 11 – Santo Errado – O domínio da rima encontra o dub na faixa que manda para fora do morro os falsos malandros.
Faixa 12 – Rola o Beat – Com uma batida funkeada para invadir as pistas, o rapper narra a sensação da expectativa de sábado, pré-balada, quando os problemas são deixados de lado.
Faixa 13 – Vera – Declaração de amor de Renegado ao Alto Vera Cruz com a elegante participação das Meninas de Sinhá para encerrar com alto astral o disco.


RENEGADO
"DO OIAPOQUE A NOVA YORK"

Produção musical: Daniel Ganjaman
exceto as faixas: "Mil Grau" produzido por Renegado, Felipe Fantoni e DanielGanjaman
"A coisa é séria" Produzido por Alexandre Basa e Daniel Ganjaman
Pré-produção musical: Renegado e Gil Amancio
Produção artística e executiva: Danusa Carvalho
Projeto gráfico: Leroy Studios
Direção de arte: Denis Leroy
Fotografia: Leonardo Cesário

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A SÉTIMA EDIÇÃO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO TRAZ O MELHOR DA MÚSICA CONTEMPORÂNEA INTERNACIONAL

Homenagem a Milton Nascimento reúne Wayne Shorter e Ron Carter

27 shows com 200 artistas das Américas, Europa e África

Entre 11 e 14 de setembro em três palcos, praças e ruas da cidade histórica


O melhor festival de jazz que é realizado no Brasil é também o mais charmoso e diversificado: o Tudo É Jazz - Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto 2008 será ainda o mais ousado de todos, levando à histórica cidade mineira as novas estrelas da música contemporânea internacional.

Em quatro dias, entre 11 e 14 de setembro, Ouro Preto será a capital mundial do jazz, com mais de 200 músicos de diversas nacionalidades se apresentando em 27 shows pela cidade: entre eles, a sala de espetáculos montada no Parque Metalúrgico e a Praça Tiradentes, o Largo do Rosário e diversas ruas que recebem apresentações gratuitas e ao ar livre.

A sétima edição do Tudo É Jazz homenageia Milton Nascimento, cantor e compositor que não é só uma jóia da música brasileira, como também é celebrado mundialmente por jazzistas do porte de Ron Carter e Wayne Shorter, que farão parte da superbanda que tocará com Milton no concerto de encerramento do Festival.

E tem mais: entre os eventos paralelos, a mesa redonda “Bossa Nova e Jazz: uma delicada dependência”, com jornalistas brasileiros e americanos; a oficina “Jazz & Cinema – Cinema & Jazz” e shows de músicos mineiros por toda a cidade.

O Tudo É Jazz trabalha em prol de uma Ouro Preto melhor, mais segura e organizada. A direção do evento acredita que sua realização contribuirá para isto trazendo para a cidade turistas que, além de se divertirem, respeitarão um patrimônio mundial.

Tudo É Jazz leva a Ouro Preto artistas das Américas, Europa e África

No palco principal, no antigo Parque Metalúrgico, cada noite será dedicada a um tipo de jazz. A abertura do festival, na quinta-feira, dia 11 de setembro, será dedicada ao jazz francês, por artistas nascidos ou residentes na França. Representantes da nova geração, como o israelense Yaron Herman e o iugoslavo Bojan Z., além de nomes mais consagrados, embora não menos inventivos como Michel Portal e o Hadouk Trio subirão ao palco principal e mostrarão ao público a diversidade e boa qualidade dessa antiga paixão francesa: o jazz.
Na sexta-feira, dia 12 de setembro, os grupos estão relacionados à nova safra de talentos jazzísticos. São eles: Avishai Cohen, Yonatan Avishai, Omer Avital, Daniel Freedman e o trio do guitarrista Kurt Rosenwinkel.
No sábado, dia 13 de setembro, nada melhor que o bom jazz americano, com as presenças dos grupos comandados pelo contrabaixista Christian McBride, pelo trompetista de New Orleans Nicholas Payton e pela cantora Karrin Allyson. E, para encerrar a noite no melhor estilo, o jazz latino do pianista cubano Omar Sosa.
No domingo, dia 14 de setembro, o Tudo É Jazz 2008 encerra em grande estilo com show em homenagem a Milton Nascimento, com participações de Wayne Shorter e Ron Carter.

A trajetória

Em seus sete anos de existência, o festival Tudo É Jazz vem promovendo diversas ações sociais e de desenvolvimento de cidadania.

Formar público para a música de qualidade e dar aos artistas mineiros a oportunidade de participar de um evento de porte internacional, além de promover um intercâmbio com festivais da Europa, como o de Úmbria, na Itália; o de Rotterdan, na Holanda; e o de Nice, na França; são os principais objetivos do evento. Na edição deste ano, rádios FM de jazz da França, New Orleans (EUA), NY e Toronto (Canadá) enviarão equipes para transmitir as ações do festival ao vivo para todo o mundo.
Não é por acaso que a marca Tudo É Jazz tem sido usado para designar uma grande variedade de estilos. Enquanto alguns entusiastas de certos tipos de jazz têm colocado definições menos amplas, os próprios jazzistas são muitas vezes relutantes quanto à definição da música. Andrew Gilbert diz que “o jazz tem a habilidade de absorver e transformar influências dos mais diversos estilos musicais”.

WWW.TUDOEJAZZ.COM.BR

PROGRAMAÇÃO TUDO É JAZZ 2008:


I - Parque Metalúrgico

Quinta-Feira - 11 de setembro
19h - Yaron Herman Trio {Yaron Herman (piano), Matt Brewer (contrabaixo), Gerald Cleaver (bateria)
20h30 - Bojan Z Trio {Bojan Zulfikarpasic (piano e Fender Rhodes), Thomas Bramerie (contrabaixo). Martijn Vink (bateria)
22h - Hadouk Trio {Didier Malherbe (doudouk, flautas, ocarina, sax-soprano, khen), Loy Ehrlich (hajouj, kora, sanza, gumbass, teclados), Steve Shehan-Mouflier (percussão)}
24h - Michel Portal (sopros, bandoneon), Bojan Z (piano), Bruno Chevillon (baixo)

Sexta-Feira - 12 de setembro
19h - The Third World Love {Avishai Cohen (trompete), Yonatan Avishai (piano), Omer Avital (baixo), Daniel Freedman (bateria)}
20h30 - Kurt Rosenwinkel Trio {Kurt Rosenwinkel (guitarra), Eric Revis (baixo), Obed Caivaire (bateria)}
22h - The Cohen´s Sextet {Avishai Cohen, Anat e Yval Cohen com Omer Avital (baixo), Aaron Goldberg (piano), Eric Harland (bateria)}
24h - Jason Lindner Big Band {Jason Lindner (piano, teclados eletrônicos), Omer Avital (cotrabaixo), Eric McPherson (bateria), Miguel Zenon (sax alto), Jay Collins (saxes, flauta), Anat Cohen (sax tenor e clarinete), Chris Karlic (sax barítono, clarinete baixo), Duane Eubanks (trompa); Avishai Cohen (trompa), Joe Fiedler (trombone), Dana Leong (trombone), Rafi Malkiel (trombone)

Sábado - 13 de setembro
19h00 - Karrin Allyson Band {Karrin Allyson (vocal), Todd Strait (bateria), Rod Fleeman (guitarra), Ed Howard (baixo)}
20h30 - Nicholas Payton (New Orleans) & Band {Nicholas Payton (trompete), Marcus Gilmore (bateria), Vicente Archer (baixo), Daniel Sadownick (percussão), Kevin Hays (piano/teclado)}
22h - Omar Sosa (piano), Childo Tomas (baixos), Mola Sylla (vocais), Marque Gilmore (bateria) 24h - Christian McBride Band {Christian McBride (baixos), Eric Reed (piano), Carl Allen (bateria), Steve Wilson (sax), Warren Wolf (piano/teclado)}

II - Palco Largo do Rosário (shows gratuitos)

Quinta-feira - 11 de setembro
17h - Maria Bragança Quarteto
18h30 – Rodica Blues e Sérgio Pererê: “Rosário de Peixes”
20h - Dudu Lima Trio
21h30 - BH Gypsy Jazz {Rodolfo Padilla (violino), Nívea Raf (violão semiacústico e voz), Marcella Maranhão (contrabaixo), Marcelo Lopes (guitarra semiacústica), Geovane Paiva (violão semiacústico)}

Sexta-feira - 12 de setembro
17h – Mola Sylla (Senegal) & Maurício Tizumba (Brasil)
18h30 – The Kholwa Brothers (África do Sul)
20h00 – Renato Borghetti Quarteto. Convidado especial: Túlio Mourão
21h30 - Spok Frevo Orquestra (Recife). Convidado: Genaro (Recife)

Sábado - 13 de setembro
17h00 – Donald Harrison Jr.as The Big Chief of The Congo Nation (New Orleans)
18h30 - Free Agents Brass Band (New Orleans) 20h00 - Charmaine Neville (New Orleans) 21h30 - Creole Zydeco Farmers (New Orleans). Homenagem a Milton Nascimento

III – Programação Especial (gratuito)

Russo Jazz Band (de 12 a 14 de setembro, às 11h e às 16h pelas ruas de Ouro Preto)

Domingo – 14 de setembro
10h30:
“Cortejo da Raça”, trajeto: da Praça Tiradentes à Igreja do Rosário
“Dia de Nascimento” - Homenagem a Milton Nascimento
Local: Praça Tiradentes

17h: Concerto da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
Regência: Maestro Silvio Viegas
Arranjos: Wagner Tiso, Nelson Ayres, Túlio Mourão, Gil Jardim e Mauro Rodrigues

Participações:
Rogério Flausino, Marina Machado, Kadu Vianna, Júlia Ribas, Pedro Morais e Grupo Amaranto

Instrumentistas:
Túlio Mourão (piano), Renato Saldanha (guitarra), Gilvan Oliveira (violão), Enéias Xavier (baixo acústico), Edvaldo Ilzo (bateria), Cleber Alves (sax tenor e soprano)

Repertório:
* Milagre dos Peixes – Suite (Milton Nascimento/Fernando Brant) – Orquestra
* “Idolatrada” – Suite (Milton Nascimento/Fernando Brant) – Orquestra
* “Fé Cega Faca Amolada” (Milton Nascimento/Fernando Brant) Orquestra
* “Raça” (Milton Nascimento/Fernando Brant) – Júlia Ribas e Orquestra
* “Tudo Que Você Podia Ser” (Lô Borges e Márcio Borges) – Pedro Morais e Orquestra
* “Nuvem Cigana” (Lô Borges e Ronaldo Bastos) – Rogério Flausino e Orquestra
* “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento e Caetano Veloso) – Marina Machado e Orquestra
* “San Vicente” (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) – Kadu Vianna e Orquestra
* “Fé Cega Faca Amolada” – Suite (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) – Todos e Orquestra



18h30: Apresentação de Milton Nascimento e Banda {Wilson Lopes (guitarra e violões), Lincoln Cheib (bateria), Kiko Continentino (teclados), Gastão Villeroy (baixo), Widor Santiago (sopros), Marco Lobo (percussão)}

Convidados especiais:
Wayne Shorter (sopros) e Ron Carter (baixo)

IV – Mesa Redonda: “Bossa Nova e Jazz: uma delicada dependência”
Local: Teatro do Centro de Convenções de Ouro Preto – Parque Metalúrgico
Data: sábado, dia 13 de setembro
Horário: 11h às 13h

Participantes:
Zuza Homem de Mello, Luiz Orlando Carneiro, Roberto Muggiati, John McDonough (DownBeat Magazine) e Mark Holston (Jazziz Magazine)

V – Oficinas:
Jazz & Cinema – Cinema & Jazz (ministrada por Ricardo Soneto – Ricardo de Oliveira Santos, especialista em Jazz e Artes Narrativas)
O curso do Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende explorar todos os aspectos desses encontros. O curso também pretende ensinar uma forma original de apreciar esse gênero musical, através de imagens, e também possibilitar uma reflexão única sobre o poder do cinema para a preservação e invenção. Um curso para olhos e ouvidos atentos.

Aulas:
- A primeira aula representará os filmes iniciais relacionando jazz e cinema. Também observará a produção de filmes para as máquinas de soundies; e exibirá os “cinescópios”, responsáveis por alguns dos melhores registros da história do gênero;
- A segunda aula discutirá as cine-biografias, documentários e formatos diversos, como cartoons, por exemplo;
- E, finalmente, a terceira será dedicada às trilhas sonoras jazzísticas;
Obs: Cada aula terá a duração de duas horas e meia, com intervalo de dez minutos.

FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO - TUDO É JAZZ
ONDE: OURO PRETO – MINAS GERAIS
QUANDO: DE 11 A 14 DE SETEMBRO (QUINTA A SEXTA-FEIRA)
INGRESSOS À VENDA A PARTIR DO DIA 01 DE AGOSTO DE 2008
VALORES DOS INGRESSOS PARA PARQUE METALÚRGICO (PALCO PRINCIPAL – 4 ATRAÇÕES POR DIA)
MEIA ENTRADA: R$80,00 POR DIA
INTEIRA: R$160,00 POR DIA
PASSAPORTE PARA OS 3 DIAS
MEIA ENTRADA: R$190,00
INTEIRA: R$380,00
AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO DO FESTIVAL:
ELLO TURISMO
AV. GETÚLIO VARGAS, 874 CONJ. 1106
SAVASSI – 30112-020 – BELO HORIZONTE – MG
FONE: (31) 2129-0029 / FAX: (31) 3262-2928
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CAMPELLO PROPÕE REDUÇÃO DE CUSTOS COM PRODUTO QUE INOVA NA ÁREA DE IMPRESSÃO E REPROGRAFIA NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO

Quiosques de auto-atendimento prometem economia, facilidade e
alta tecnologia para ambientes de impressão


Inteirada a respeito das tendências de mercado, em que o próprio usuário é incentivado a resolver suas demandas, a Campello desenvolveu uma solução pioneira de impressão no país: o CyberCopy. Trata-se de um quiosque de auto-atendimento para imprimir documentos por meio de cotas, tecnologia inovadora voltada para instituições públicas, privadas, pontos de acesso coletivo e, principalmente, universidades – sempre com investimento zero.
As instituições de ensino abrem cada vez mais cursos, e com isso o número de professores e alunos também aumenta de forma considerável. Para cada atividade acadêmica, um texto de referência é usado para estudo, com isso o acúmulo de papel nos setores de cópia das faculdades vai tomando níveis impraticáveis. Foi pensando nessa situação caótica que a Campello chegou a desenvolver o CyberCopy.
Todo final de semestre a cena se repete: centenas de estudantes se aglomeram nas filas de impressão à espera seus trabalhos. Os funcionários, pressionados com a quantidade de alunos, não conseguem atendê-los com agilidade criando um ambiente de stress e insatisfação. Interessada em atender esse público e resolver de vez o problema das filas de impressão e reprografia nas universidades, a Campello investiu em pesquisa e desenvolveu o Cybercopy. A nova solução é uma tecnologia que incentiva o conceito do auto-atendimento em impressão e já foi testada com sucesso em várias universidades da capital mineira.
Uma vez instalado o CyberCopy na instituição, a economia é notória, seja em papel, mão-de-obra e espaço físico. Todo o acervo da instituição passa por um processo de digitalização sem nenhum custo. Assim, o usuário ganha em agilidade ao demandar cópia de qualquer documento que precise para desenvolve seus trabalhos acadêmicos, pois tudo está disponível para ele, basta apenas um clique. O usuário pode ainda escolher a melhor forma de pagamento: débito ou crédito, pré e pós-pago.
Para acessar o sistema CyberCopy é muito simples: o usuário faz um login no terminal, a partir de uma tela sensível ao toque, e libera as cópias que foram disparadas do próprio quiosque ou de qualquer ponto da instituição. A partir daí o sistema debita as impressões e libera as cópias que são retiradas na própria máquina.
Além de ter a qualidade dos serviços assegurados, o cliente que adquire um quiosque CyberCopy não tem que se preocupar em contratar mão-de-obra para acompanhar o serviço. A Campello terceiriza a gestão de vendas das cotas oferecendo o máximo de comodidade e economia.


De acordo com o Pró-Reitor de Graduação da UNA, o professor Johann Amaral, a nova solução da Campello melhorou o processo de impressão do Centro Universitário. “Não achávamos soluções compatíveis para resolver o processo de impressão. Tínhamos o modelo antigo de cópia. O CyberCopy é tecnologia e eficiência que descentraliza, sem demandar espaço físico. Facilitou e agilizou os nossos processos”, revela.
De qualquer ponto da universidade os alunos podem enviar seus trabalhos e retirá-los nos pontos de impressão espalhados pelos campus, descentralizando o processo e acabando com as filas. A princípio as cotas são disponibilizadas pela faculdade e, se houver necessidade de cotas extras, o aluno pode adquiri-las por meio de débito ou crédito, de forma pré ou pós paga. À medida em que o aluno vai utilizando o quiosque as impressões debitadas podem ser totalmente fiscalizadas, proporcionando mais controle e autonomia de impressão ao aluno. É por isso que os quiosques Cybercopy estão conseguindo resultados satisfatórios quando implantados nas universidades. É uma solução de impressão que casa perfeitamente os conceitos de tecnologia, beleza e modernidade tão requisitados pelos jovens.
Além da agilidade, com a implantação do CyberCopy o cliente ganha também no atendimento ao aluno. O espaço que antes era utilizado para tirar cópias se transforma em uma moderna loja com mix de produtos e serviços para atender ao alunos, como itens de papelaria e serviço de encadernação.




CAMPELLO SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA
RUA DA PAISAGEM, 220 – CONJUNTO 301 – BAIRRO VILA DA SERRA
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MARCOS PALMEIRA E ADRIANA ESTEVES UNIVERSALIZAM TEMA REGIONAL NOS PALCOS

O que teriam feito Lampião e Maria Bonita na madrugada de 28 de julho, antes de morrerem? Este é o ponto de partida de Auto de Angicos, um verdadeiro “encontro do lírico com o épico. Do popular com o erudito. Do histórico com o mítico. De Shakespeare com o sertão”, como definiu o escritor e professor universitário Martin Cezar Feijó. O espetáculo entra em cartaz no dia 05 de setembro, sexta-feira, no Teatro Sesiminas. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do local (Rua Padre Marinho, nº 60, Santa Efigênia), a partir do dia 25 de agosto. A classificação etária é de 12 anos. Haverá venda antecipada para os assinantes do jornal Estado de Minas, de 18 a 24 de agosto, na bilheteria do teatro.

O espetáculo faz parte da programação do segundo semestre do “Teatro em Movimento”, viabilizado pelo Instituto Cidadania Unimed-BH, Usiminas, jornal Estado de Minas e Lei Federal de incentivo à Cultura. Além disso, a peça encerra em grande estilo a parceria entre Instituto Cidadania Unimed-BH com a Rubim Produções no ano de 2008.

Sobre a peça:

Despidos de sua mitificação e interpretados por Marcos Palmeira e Adriana Esteves, os dois ícones do cangaço serão simplesmente Virgolino e Maria, vivendo os últimos minutos de intimidade entre um homem e uma mulher. A peça explora a relação deste casal, mas sem cartucheiras, armas, chapéu de aba virada ou cenário nordestino. Escrita por Marcos Barbosa e dirigida por Amir Haddad, o foco da trama não é a face corajosa e guerreira dos personagens, nem o que ocasionou o massacre de Angicos.

Todos os brasileiros sabem quem foram Lampião e Maria Bonita, mas quase nada foi dito sobre os momentos que antecederam suas mortes. A última hora do casal nunca foi satisfatoriamente reconstruída pela historiografia oficial e muito pouco pode ser afirmado sobre o que eles disseram ou fizeram nos minutos que precederam a execução, na Grota dos Angicos, na manhã de 28 de julho de 1938.

Marido e mulher, Lampião e Maria Bonita são os dois mais importantes personagens relacionados ao banditismo brasileiro na primeira metade do século XX. Expoentes do fenômeno social do Cangaço, eles estabeleceram no Nordeste um quadro de lei e ética que por décadas funcionou paralelamente ao sistema político do Brasil. E assim parecemos viver até hoje. Numa eterna guerra entre os que governam e os que se sentem marginalizados. “Auto de Angicos discute como a violência se instaura na sociedade brasileira, trazendo, porém, uma nova luz para esta questão. Apesar de relatar uma história antiga, o texto é altamente atual, tratando de assuntos como a marginalidade e o crime organizado”, explica Amir Haddad, diretor de sucesso e pioneiro na renovação do teatro brasileiro.

Foi o próprio diretor o primeiro a ter contato com o texto de Marco Barbosa. “Assisti a uma montagem e fiquei muito feliz em encontrar um texto que me deixa livre para romper com as questões do nosso século”, conta. O ator Marcos Palmeira concorda com o diretor. Para ele, que também faz sua estréia como produtor teatral, o texto permite discutir as relações humanas nas suas maiores complexidades de forma atual, simples e direta. “Através de personagens marcantes da nossa história, o texto mescla momentos de grande pureza com instinto de selvageria. O resultado é um teatro direto, livre, simples e com humor, que busca se aprofundar nesse contato com o público”, diz.

Para a atriz Adriana Esteves, indicada ao Prêmio Shell por sua interpretação na peça, Auto de Angicos veio na hora certa e representa um projeto de vida. “Tenho a impressão que este é o teatro que sempre quis fazer em minha vida. Neste processo de criação com Amir, estamos sendo reconstruídos como atores, fazendo um trabalho da forma mais honesta e sincera possível. Um trabalho que tem uma razão, uma utilidade”, diz a atriz.

O cerne da história é o amor. Virgolino e Maria representam não apenas um modelo de subversão da ordem estabelecida, mas também a possibilidade do amor num meio onde só a morte era uma companheira fiel. É a partir desta relação que o texto debate os excluídos, a violência da mídia, da sociedade e a individualidade do ser humano. “Maria e Virgolino foram muito fiéis um ao outro num ambiente em que não se podia confiar em ninguém, a não ser em si próprio”, explica Amir.

Também não é preciso chavões e lugares-comuns do cangaço para falar de Virgolino e Maria. A saga desses heróis bandoleiros, misto de bandidos e justiceiros, amados pelo povo e temidos pelas elites, abre espaço para a discussão de questões atuais e comuns a qualquer casal, como aspirações de vida, religiosidade e preconceitos.

Enfim, uma chance de entender o Brasil através de dois personagens marcantes da nossa história, de uma maneira poética e comovente.

A opinião da crítica

“A direção de Amir Haddad é tão austera quanto as condições em que vive o casal e capta particularmente bem a força da ligação entre Lampião e Maria Bonita. Espetáculo austero e cuidadoso. Um bonito digno e atraente retrato do Brasil” – Bárbara Heliodora – O Globo

“Marcos Palmeira e Adriana Esteves estabelecem jogo interpretativo que serve com muita eficácia ao texto. Amir Haddad humaniza Lampião” – Macksen Luiz – Jornal do Brasil

Ficha Técnica

TEXTO - Marcos Barbosa
DIREÇÃO E DRAMATURGIA - Amir Haddad
ELENCO - Marcos Palmeira e Adriana Esteves
ILUMINAÇÃO: Paulo César Medeiros
CENÁRIOS E FIGURINOS: Nello Marreze
TRILHA SONORA: Caique Botkay
PRODUÇÃO EXECUTIVA: PRIMEIRA PÁGINA - Paula Salles
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Siman
PRODUÇÃO: Marcos Palmeira
REALIZAÇÃO: Humus Produções Artísticas Ltda.

PRODUÇÃO LOCAL: Rubim Projetos e Produções Culturais


AUTO DE ANGICOS. TEATRO SESIMINAS – RUA PADRE MARINHO, 60, SANTA EFIGÊNIA. DE 05 A 07 DE SETEMBRO
SEXTA E SÁBADO, ÀS 21H E DOMINGO ÀS 18H
INGRESSOS: ASSINANTES DO JORNAL ESTADO DE MINAS, COM CARTEIRINHA TEM PRIORIDADE DE ESCOLHA DOS LUGARES NA BILHETERIA DO TEATRO.
INGRESSOS LIMITADOS
PERÍODO DE VENDAS COM O BENEFÍCIO: 18 A 24 DE AGOSTO. VENDAS PARA O PÚBLICO GERAL A PARTIR DO DIA 25 DE AGOSTO.
PREÇOS: R$50 (INTEIRA) E R$25 (MEIA-ENTRADA), PROMOCIONAIS NO PERÍODO DE 25 DE AGOSTO A 31 DE AGOSTO. PREÇOS ENTRE OS DIAS 01 E 07 DE SETEMBRO: R$60 (INTEIRA) E R$30 (MEIA-ENTRADA).
INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO: (31) 3241-7181
WWW.RUBIM.ART.BR
CLASSIFICAÇÃO: 12 ANOS.
DURAÇÃO 90 MIN.

REFERÊNCIA NO SEGMENTO DE TI, CAMPELLO ALIA PESQUISA E INOVAÇÃO PARA ATINGIR RESULTADOS

Empresa conquista sua fatia no mercado usando do know-how de seus gestores e da competência de sua equipe. O resultado é uma cartela de clientes ávidos por resultados eficientes e satisfeitos com o padrão Campello

Atuar no mercado de TI não é fácil. Trata-se de um segmento que demanda perspicácia e atualização constante, já que a todo minuto aparecem no mercado novos produtos que visam atingir novos clientes e suas demandas específicas. É justo por esse motivo que a Campello Soluções em Tecnologia é um case de sucesso na área de TI.
Há 25 anos a Campello nascia, na época uma empresa que tinha o objetivo inicial de fornecer suprimentos de informática, uma área que ainda não tinha o espectro de possibilidades que tem hoje. Atenta às inovações mercadológicas, a empresa passou a atuar na venda de computadores, após a abertura do mercado nacional. No início da década de 90, a prestação de serviços também passa a fazer parte do escopo de atividades exercidas pela Campello. “Desde então, passamos a focar em entregar soluções completas”, informa o diretor geral da empresa, Antônio Augusto.
De mero fornecedor, a Campello passa então a ser uma empresa que procura entender a demanda do cliente e criar soluções. Foi uma das primeiras empresas nacionais da área de TI que despertou para esse diferencial, captar o problema do cliente já na fase inicial, antes mesmo que o fato tome proporções maiores e vire uma crise na empresa. “A proposta sempre foi entender a necessidade, compor a demanda e solucioná-la”, diz Augusto. Foi com esse comportamento que a Campello passou a ser conhecida como uma empresa que atua no epicentro do problema, provendo soluções diferenciadas.
Manter essa função de integração é a meta principal da Campello, que usa de seu know-how para desenvolvimento de plataformas variadas, cada qual na medida exata da demanda do cliente. Os parâmetros de excelência da empresa são traçados de forma a garantir a satisfação total daquele que aciona seus serviços.
A Campello possui equipes que se dedicam exclusivamente ao desenvolvimento de soluções. Antônio Augusto afirma que até mesmo entender o cliente do cliente faz parte de sua atuação. “Assim, atingimos outras inovações”, conclui. A melhor maneira de entender o cliente é participar de suas rotinas, por isso a Campello tem atingido sucesso em seus atendimentos. O cliente deixa a equipe da Campello ciente de seus processos internos. Em seguida são identificadas as possíveis falhas e brechas nos processos, o que dá margem aos profissionais da Campello para o desenvolvimento de novos produtos específicos para aquele cliente.


O aval do mercado já foi conquistado pela empresa. “Nosso histórico de duas décadas e meia nos dá essa certeza, a inovação é nossa marca”, afirma Augusto. Prova da afirmação do diretor é a cartela de grandes clientes que a empresa conquistou nesses 25 anos, marcas de porte como Fiat, Drogaria Araújo, Banco Rural, Fumec e Itambé. Periodicamente os funcionários passam por treinamento e dinâmicas. Todos estão ali para atender às necessidades do cliente, tanto que dos 150 funcionários da Campello, 110 atuam na sede dos clientes. A empresa conta com um pool em sua sede que serve de base de apoio e suporte para demandas que precisam desse apuro técnico.
Uma vez captado o cliente, uma equipe especial é designada para atendimento específico àquela empresa. Desta forma, um cronograma de trabalho é estudado no intuito de retornar ao cliente um resumo de suas necessidades. Pontos focais são traçados e as frentes de trabalho caminham juntas, lado a lado: o profissional da Campello e o colaborador do cliente.
Outro recurso utilizado pela Campello para atender seus clientes é o SLA [service level agreement]. Os chamados que chegam ao pool de serviços também são analisados por uma equipe específica que elabora relatórios mensais para apresentação aos clientes. Nos relatórios constam dados que podem alimentar a tomada de decisões por parte da diretoria das empresas.
Para Antônio Augusto, um dos diferencias é o tratamento que a empresa dá ao relacionamento com o funcionário. A empresa preza pelo desenvolvimento humano de sua equipe, pois entende que o funcionário estando satisfeito, será realizado um trabalho competente. Tanto que faz parte da política institucional da Campello o plano de participação nos lucros e resultados. Satisfação, desempenho, avaliação e rentabilidade são alguns dos pilares da Campello, sustentáculos de seu ideal de qualidade.

A Campello Soluções em Tecnologia possui quatro segmentos centrais de atuação:

Print on demand:
Serviço de outsourcing direcionado àqueles clientes que têm o interesse em deixar a administração do parque de impressão nas mãos da Campello, que é especializada na área e tem a preocupação de otimizar processos para evitar gasto desnecessário, tanto em material quanto em mão-de-obra. Manter agilidade nos procedimentos também é norte para a empresa, já que na área de TI, tanto quanto em outras áreas, sempre há prazo para o cumprimento das atividades. A Campello desenvolveu também um serviço de outsourcing voltado especialmente às universidades, chamado CyberCopy. São quiosques de auto-atendimento para ambientes de impressão. Por eles, não é mais necessária a presença de um atendente e o controle de impressões é todo administrado pelo próprio usuário. O pagamento das impressões pode ser
efetuado nas modalidades de débito ou crédito, pré e pós-pago. Outra facilidade desse produto é que o usuário pode enviar sua impressão de qualquer ponto de dentro
da instituição e retira no próprio quiosque centralizador. Essa ferramenta vem sendo utilizada de forma intensa nas faculdades e universidades, o que elimina exagerado volume de pastas e papéis que até então eram necessários ao atendimento dos alunos. Há aqui um importante market share a ser explorado. O projeto CyberCopy da Campello automatiza os processos, digitalizando os documentos e transformando o espaço físico - que antes era ocupado por grande quantidade de papel - em ponto de venda de equipamentos de informática, suprimentos e papelaria. Os resultados são impactantes, tanto em redução de custos quanto com o aumento da produtividade. Isso sem citar o ganho estético, pois o espaço físico é remodelado completamente, e ganha ares de modernidade. Nada mais condizente com o ambiente de reflexão que é a universidade.

Security on demand:
A Campello aplica a gestão e monitoramento de forma centralizada, eliminando as demandas de atendimento in-loco. Assim, o risco de contaminação por vírus é menor e controlado de forma mais adequada. Os dados são assegurados com uso de hardwares de alta performance. Implanta-se no cliente uma política de segurança da informação, com padronização e controle de back-up de dados, antivírus, antispywares, firewall, contingência, políticas internas de acesso e interferência eletromagnética.

Support on demand:
Para que as empresas foquem esforços em sua área de atuação específica, a Campello disponibiliza equipe treinada para atuar na administração e suporte do ambiente de TI. O objetivo é possibilitar o bom funcionamento da rede de computadores, oferecendo também informações gerenciais e documentações técnicas que visam total controle do seu ambiente de rede.

Solutions on demand:
Sugerir ao cliente a melhor relação custo/benefício: este é o objetivo desta solução da Campello. Tecnologias inovadoras são utilizadas para maximizar a funcionalidade das ferramentas de TI. A Campello atende a demanda que o cliente precisar dentro do segmento, tais como infra-estrutura física e lógica para rede de computadores, servidor de arquivo, estação de trabalho, impressora a laser, serviços de implementação e customização e demais facilitadores. Com a aplicação desses recursos, os ganhos para o cliente são enormes, tais como redução do espaço físico, organização e apresentação do ambiente, aumento do nível de segurança, entre outros.

Seja em hardware ou software, a Campello sempre percorre o caminho da pesquisa e dedicação afim de alcançar a solução e satisfação de seus clientes.



CAMPELLO SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA
RUA DA PAISAGEM, 220 – CONJUNTO 301 – BAIRRO VILA DA SERRA
TELEFONE: (31) 3264 9099
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

LEI ANTECEDE AS DISCUSSÕES DA I BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI

Faltando pouco mais de uma semana para o início da I Bienal Internacional de Graffiti o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira 20 de agosto, o projeto de lei (PL n° 706) de 2007 que trata da descriminalização do graffiti. O novo texto faz uma diferenciação entre "pichação", que passa a ser entendida como uma ação ilegal e criminosa que degrada o patrimônio público e privado e o graffiti, que tem como objetivo a valorização do patrimônio público e privado mediante a manifestação artística sob o consentimento de seus proprietários.

A aprovação da lei veio bem a calhar num momento em que a reflexão sobre o papel do graffiti na sociedade como meio integrador, o graffiti enquanto arte e espelho das relações contemporâneas estará mais do que nunca na pauta das discussões. Para o idealizador da Bienal, o artista plástico Rui Santana, “A aprovação dessa lei é muito importante para a valorização do graffiti enquanto arte mas, uma ação publica desse gênero deve ser discutida amplamente para realmente ser posta em pratica. Acredito que a Bienal será exatamente o palco onde serão colocadas todas as idéias dos artistas que estão envolvidos diretamente com o graffiti.”

A Bienal pretende promover discussões, refletir sobre o espaço da arte na contemporaneidade e formar novos talentos. A I Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte (BIG – BH), acontecerá entre os dias 30 de Agosto e 07 de Setembro, na Serraria Souza Pinto.

1ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI DE BELO HORIZONTE
30 DE AGOSTO A 7 DE SETEMBRO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 09H00 ÀS 24H00
SERRARIA SOUZA PINTO
AV. ASSIS CHATEAUBRIAND, 809, FLORESTA
ENTRADA FRANCA
WWW.BIGBH.COM.BR

domingo, 24 de agosto de 2008

“ANDARILHO”, DE CAO GUIMARÃES, ESTRÉIA EM BELO HORIZONTE NO PRÓXIMO DIA 29 DE AGOSTO

Produção selecionada e premiada nos principais festivais de cinema mundiais, com distribuição da Usina Digital, estréia no Usina Unibanco de Cinema. No dia 12 de setembro entra em cartaz no CineSESC em São Paulo; em seguida segue para o Rio de Janeiro

ANDARILHO
é o quinto longa-metragem do cineasta e artista plástico Cao Guimarães, e o segundo de sua trilogia da solidão, iniciada com ‘A Alma do Osso’ (2004). O filme, em seus 80 minutos de duração, aborda a relação entre o caminhar e o pensar a partir das trajetórias de três andarilhos solitários em estradas do nordeste de Minas Gerais.

Em seu vagar constante, Valdemar, Nercino e Paulão estabelecem pontos de vista peculiares sobre a existência. Sem destinos definidos, suas vidas passam a ter por objetivo a própria transitoriedade. Os três personagens, complementares entre si, mesclam-se ao movimento dos sons e objetos que não se fixam, constituindo uma narrativa que propõe a reflexão sobre a vida como lugar de passagem.

Nascido em 1965, Cao Guimarães vive e trabalha em Belo Horizonte. Iniciou sua carreira como artista plástico e exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias do mundo desde o final dos anos 80. Estreou como cineasta em 1998 e vem produzindo, desde então, uma filmografia com referências estéticas híbridas. Seus filmes, dentre os quais se destacam “O Fim do Sem Fim” (2001), “A Alma do Osso” (2004), “Da

Janela do meu Quarto” (2004) e “Acidente” (2006), já participaram de diversos festivais, como Cannes, Sundance, Roterdã e Locarno, tendo sido premiados em alguns deles.

ANDARILHO foi rodado em high definition video (HDV) por equipe reduzida, nas rodovias federais BR-251, BR-135 e BR-122, semi-árido mineiro. O filme valeu-se de uma parceria estabelecida há muitos anos entre o diretor, o produtor Beto Magalhães, o assistente de produção Gibi Cardoso e os músicos que integram O Grivo, responsáveis pela captação de som direto, montagem e concepção sonora.

A produtora Cinco em Ponto realizou ANDARILHO com recursos do Programa Filme em Minas – promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e patrocinado pela Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG).

SINOPSE CURTA:

Três andarilhos solitários percorrem trajetórias distintas em estradas do nordeste de Minas Gerais. Um filme sobre a relação entre o caminhar e o pensar, em que o constante movimento das coisas transitórias apresenta a vida como um lugar de mera passagem.

SINOPSE LONGA:

Entre Montes Claros e Pedra Azul, no nordeste de Minas Gerais, três andarilhos solitários percorrem trajetórias distintas, relacionando-se, cada qual à sua maneira, com os elementos de um mundo onde tudo é transitório. “Andarilho” é o segundo filme da trilogia da solidão de Cao Guimarães e trata da relação entre o caminhar e o pensar. A partir do constante movimento de sons e imagens, propõe uma reflexão sobre a vida como lugar de mera passagem.

FESTIVAIS

FILME CONVIDADO (pré-estréia)
Abertura 27a Bienal de São Paulo. Cine Bombril, São Paulo, 2006.

Seleção Oficial - Mostra Competitiva "Orizonti"do 64o. Festival de Veneza - World Premiere ( Agosto de 2007 )

Seleção Oficial CPH : DOX - Copenhagen Int Documentary Film Festival -
(Novembro de 2007)”

Festival Do RIO 2007 (Set/Out de 2007)

Seleção Oficial do 11o. FORUMDOC.BH.2007 ( Nov/Dez de 2007)

Seleção oficial do 37o. Festival internacional de Cinema de Rotterdam - Mostra "Sturm und Drang" (Janeiro 2008)

Seleção Oficial do 5FICCO - Festival Internacional de Cine Contemporáneo de la Ciudad de México (Fev/ Mar 2008)

Seleção Oficial do 25th Miami International Film Festival - (Fev/Mar 2008)

Seleção Oficial do 9th Las Palmas de Gran Canaria International Film Festival –
(Fev/Mar 2008).

Era New Horizons – International Film Festival (Julho 2008) - Poland

Prêmios:
Melhor Direção de Documentário Festival do Rio de Janeiro – (2007)
Melhor Filme da Mostra Competitiva Nacional - 11o. FORUMDOC.BH.2007
Golden Lady Harimaguada - Melhor filme (Juri oficial) Las Palmas de Gran Canaria International. Film Festival – 2008


DIRETOR


Cao Guimarães, cineasta e artista plástico, nasceu em 1965 em Belo Horizonte, Brasil, onde vive e trabalha. Estudou filosofia na UFMG e na Westminster University of London cursou o Master of Arts In Photographic Studies.

Desde o fim dos anos 80, exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias como Tate Modern, Guggenhein Museum, CAB- Centro de Arte de Burgos, Gasworks, Frankfurten Kunstverein, Studio Guenzano, Galeria La Caja Negra e Galeria Nara Roesler. Participou de bienais como a XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo e Insite Biennial 2005 (San Diego/Tijuana). Alguns de seus trabalhos foram adquiridos por coleções como Fondation Cartier Pour L’art Contemporain, Tate Modern, Walker Art Center, Guggenheim Museum, Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre outros.

Seus filmes já participaram de diversos festivais e foram premiados em vários deles: Festival de Locarno (2004 e 2006), Sundance Film Festival (2007), Festival de Cannes (2005), Rotterdam International Film Festival (2005 e 2007), Festival Cinema du Réel (2005), Festival Internacional de Documentários de Amsterdam – IDFA (2004), Festival É Tudo Verdade (2001, 2004 e 2005), Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2004 e 2006), Festival do Rio (2001, 2004, 2005, 2006), etc.

FICHA TÉCNICA
Duração: 80 minutos
Ano de Produção: 2007
Formato de Exibição: 35mm
Formato de Captação: HDV
Empresa Produtora: Cinco em Ponto
Direção de Produção e Produção Executiva: Beto Magalhães
Assistente de Produção: Gibi Cardoso
Personagens: Gaúcho, Nercino e Paulão
Pesquisa de Personagem: Pedro Motta, Gibi Cardoso e Beto Magalhães
Arte: Hardy Design
Assistente de Edição: Aline X.
Assistente de Fotografia: Alexandre Baxter
Trilha Sonora Original: O Grivo
Som Direto: O Grivo
Câmera: Cao Guimarães
Câmera Adicional: Beto Magalhães
Direção, Fotografia e edição: Cao Guimarães

ANDARILHO, DE CAO GUIMARÃES
ESTRÉIA NO USINA UNIBANCO DE CINEMA
DIA 29 DE AGOSTO
RUA AIMORÉS, 2424, LOURDES