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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

TERÇA INSANA CHEGA À SÉTIMA TEMPORADA COM APRESENTAÇÕES EM BELO HORIZONTE

Um verdadeiro celeiro de talentos humorísticos. Essa é uma definição comum quando se fala em “Terça Insana”. O show tem direção geral de atriz gaúcha Grace Gianoukas e renova-se a cada temporada. No elenco fixo já estiveram nomes como Marcelo Médici (do espetáculo “Cada Um Com Seus Pobrema” e ator da Rede Globo), Luis Miranda (do programa “Sob Nova Direção” da Rede Globo) e Graziella Moretto (de filmes como “Domésticas”, “Cidade de Deus” e, atualmente, na novela “Três Irmãs”, da Rede Globo).

Sempre com apresentações lotadas em São Paulo, a irreverência da “Terça Insana” conquistou até os críticos mais sisudos; ajudou a abrir as portas para que outros projetos humorísticos, como o stand-up comedy, ganhassem popularidade; foi documentada em DVD e passou a tornar insanos os outros dias da semana para que a trupe realizasse turnês, não menos concorridas, pelas principais cidades do País.

O projeto Teatro em Movimento idealizado pela Rubim Projetos e Produções Culturais traz a Belo Horizonte, entre os dias 07 e 09 de novembro, no Teatro Sesiminas, a sétima temporada do show. Os ingressos já estão à venda. Os valores são: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada*). Informações pelo telefone: (31) 3241-7181.

*Condições para meia-entrada: atendendo à recomendação do Procon Estadual, o valor da meia-entrada estudantil é válido para estudantes regularmente matriculados na rede oficial de ensino, público ou particular, de 1º, 2º e 3º graus, compreendendo os alunos de pós-graduação, mestrado, doutorado e aqueles matriculados em cursos pré-vestibulares previamente credenciados à UNE, e menores de 18 anos. Será exigida a identificação no ato da compra e na entrada do evento, por meio da apresentação de identificação estudantil (carteira de estudante) e comprovante de matrícula na rede oficial de ensino, público ou particular, no ano corrente.

Sobre Fora da Lei

Terça Insana - Fora da Lei", em sua sétima temporada, é uma das mais bem sucedidas empreitadas humorísticas dos últimos tempos no Brasil. É uma grife que migrou do limitado terreno do cult para a condição de espetáculo de massa – sem perder de vista o princípio básico de que o cérebro deve rir antes da boca. Com Grace Gianoukas, Agnes Zuliani, Marco Luque, Roberto Camargo e Guilherme Uzeda.

TERÇA INSANA - COM: GRACE GIANOUKAS, AGNES ZULIANI, MARCO LUQUE, ROBETO CAMARGO E GUILHERME UZEDA
DIAS 07, 08 E 09 DE NOVEMBRO
SEXTA E SÁBADO: 21H E DOMINGO, 18H
TEATRO SESISMINAS – RUA PADRE MARINHO, 60, SANTA EFIGÊNIA. INFORMAÇÕES: (31) 3241-7181
INGRESSOS: R$50 (INTEIRA) E R$25 (MEIA-ENTRADA)
VENDAS PARA O PÚBLICO: A PARTIR DE 26 DE OUTUBRO
CLASSIFICAÇÃO: 14 ANOS
DURAÇÃO: 120 MINUTOS

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

MARCOS PALMEIRA E ADRIANA ESTEVES UNIVERSALIZAM TEMA REGIONAL NOS PALCOS

Crédito da foto: Rogério Faissal

O que teriam feito Lampião e Maria Bonita na madrugada de 28 de julho, antes de morrerem? Este é o ponto de partida de Virgolino e Maria - Auto de Angicos, um verdadeiro “encontro do lírico com o épico. Do popular com o erudito. Do histórico com o mítico. De Shakespeare com o sertão”, como definiu o escritor e professor universitário Martin Cezar Feijó. O público terá a oportunidade única de conferir o espetáculo no dia 13 de setembro, sábado, em duas sessões, no Teatro do Centro Cultural Usiminas. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do local (Av. Pedro Linhares Gomes, 3900) a partir do dia 21 de agosto. A classificação etária é de 12 anos.

O espetáculo faz parte da programação do segundo semestre do “Teatro em Movimento”, viabilizado pela Usiminas e Lei Federal de incentivo à Cultura.



Sobre a peça:

Despidos de sua mitificação e interpretados por Marcos Palmeira e Adriana Esteves, os dois ícones do cangaço serão simplesmente Virgolino e Maria, vivendo os últimos minutos de intimidade entre um homem e uma mulher. A peça explora a relação deste casal, mas sem cartucheiras, armas, chapéu de aba virada ou cenário nordestino. Escrita por Marcos Barbosa e dirigida por Amir Haddad, o foco da trama não é a face corajosa e guerreira dos personagens, nem o que ocasionou o massacre de Angicos.

Todos os brasileiros sabem quem foram Lampião e Maria Bonita, mas quase nada foi dito sobre os momentos que antecederam suas mortes. A última hora do casal nunca foi satisfatoriamente reconstruída pela historiografia oficial e muito pouco pode ser afirmado sobre o que eles disseram ou fizeram nos minutos que precederam a execução, na Grota dos Angicos, na manhã de 28 de julho de 1938.

Marido e mulher, Lampião e Maria Bonita são os dois mais importantes personagens relacionados ao banditismo brasileiro na primeira metade do século XX. Expoentes do fenômeno social do Cangaço, eles estabeleceram no Nordeste um quadro de lei e ética que por décadas funcionou paralelamente ao sistema político do Brasil. E assim parecemos viver até hoje. Numa eterna guerra entre os que governam e os que se sentem marginalizados. “Auto de Angicos discute como a violência se instaura na sociedade brasileira, trazendo, porém, uma nova luz para esta questão. Apesar de relatar uma história antiga, o texto é altamente atual, tratando de assuntos como a marginalidade e o crime organizado”, explica Amir Haddad, diretor de sucesso e pioneiro na renovação do teatro brasileiro.

Foi o próprio diretor o primeiro a ter contato com o texto de Marco Barbosa. “Assisti a uma montagem e fiquei muito feliz em encontrar um texto que me deixa livre para romper com as questões do nosso século”, conta. O ator Marcos Palmeira concorda com o diretor. Para ele, que também faz sua estréia como produtor teatral, o texto permite discutir as relações humanas nas suas maiores complexidades de forma atual, simples e direta. “Através de personagens marcantes da nossa história, o texto mescla momentos de grande pureza com instinto de selvageria. O resultado é um teatro direto, livre, simples e com humor, que busca se aprofundar nesse contato com o público”, diz.

Para a atriz Adriana Esteves, indicada ao Prêmio Shell por sua interpretação na peça, Auto de Angicos veio na hora certa e representa um projeto de vida. “Tenho a impressão que este é o teatro que sempre quis fazer em minha vida. Neste processo de criação com Amir, estamos sendo reconstruídos como atores, fazendo um trabalho da forma mais honesta e sincera possível. Um trabalho que tem uma razão, uma utilidade”, diz a atriz.

O cerne da história é o amor. Virgolino e Maria representam não apenas um modelo de subversão da ordem estabelecida, mas também a possibilidade do amor num meio onde só a morte era uma companheira fiel. É a partir desta relação que o texto debate os excluídos, a violência da mídia, da sociedade e a individualidade do ser humano. “Maria e Virgolino foram muito fiéis um ao outro num ambiente em que não se podia confiar em ninguém, a não ser em si próprio”, explica Amir.

Também não é preciso chavões e lugares-comuns do cangaço para falar de Virgolino e Maria. A saga desses heróis bandoleiros, misto de bandidos e justiceiros, amados pelo povo e temidos pelas elites, abre espaço para a discussão de questões atuais e comuns a qualquer casal, como aspirações de vida, religiosidade e preconceitos.

Enfim, uma chance de entender o Brasil através de dois personagens marcantes de nossa história, de uma maneira poética e comovente.

A opinião da crítica

“A direção de Amir Haddad é tão austera quanto as condições em que vive o casal e capta particularmente bem a força da ligação entre Lampião e Maria Bonita. Espetáculo austero e cuidadoso. Um bonito digno e atraente retrato do Brasil” – Bárbara Heliodora – O Globo

“Marcos Palmeira e Adriana Esteves estabelecem jogo interpretativo que serve com muita eficácia ao texto. Amir Haddad humaniza Lampião” – Macksen Luiz – Jornal do Brasil



FICHA TÉCNICA



TEXTO - Marcos Barbosa
DIREÇÃO E DRAMATURGIA - Amir Haddad
ELENCO - Marcos Palmeira e Adriana Esteves
ILUMINAÇÃO: Paulo César Medeiros
CENÁRIOS E FIGURINOS: Nello Marreze
TRILHA SONORA: Caique Botkay
PRODUÇÃO EXECUTIVA: PRIMEIRA PÁGINA - Paula Salles
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Siman
PRODUÇÃO: Marcos Palmeira
REALIZAÇÃO: Humus Produções Artísticas Ltda.

PRODUÇÃO LOCAL: Rubim Projetos e Produções Culturais


AUTO DE ANGICOS - TEATRO DO CENTRO CULTURAL USIMINAS AV. PEDRO LINHARES GOMES, 3900 – BAIRRO INDUSTRIAL
13 DE SETEMBRO
SÁBADO, ÀS 18H E 21H
INGRESSOS: R$40 inteira e R$20 meia
INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO:(31) 3822-2215 / (31) 3822-3031
WWW.RUBIM.ART.BR

terça-feira, 26 de agosto de 2008

MARCOS PALMEIRA E ADRIANA ESTEVES UNIVERSALIZAM TEMA REGIONAL NOS PALCOS

O que teriam feito Lampião e Maria Bonita na madrugada de 28 de julho, antes de morrerem? Este é o ponto de partida de Auto de Angicos, um verdadeiro “encontro do lírico com o épico. Do popular com o erudito. Do histórico com o mítico. De Shakespeare com o sertão”, como definiu o escritor e professor universitário Martin Cezar Feijó. O espetáculo entra em cartaz no dia 05 de setembro, sexta-feira, no Teatro Sesiminas. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do local (Rua Padre Marinho, nº 60, Santa Efigênia), a partir do dia 25 de agosto. A classificação etária é de 12 anos. Haverá venda antecipada para os assinantes do jornal Estado de Minas, de 18 a 24 de agosto, na bilheteria do teatro.

O espetáculo faz parte da programação do segundo semestre do “Teatro em Movimento”, viabilizado pelo Instituto Cidadania Unimed-BH, Usiminas, jornal Estado de Minas e Lei Federal de incentivo à Cultura. Além disso, a peça encerra em grande estilo a parceria entre Instituto Cidadania Unimed-BH com a Rubim Produções no ano de 2008.

Sobre a peça:

Despidos de sua mitificação e interpretados por Marcos Palmeira e Adriana Esteves, os dois ícones do cangaço serão simplesmente Virgolino e Maria, vivendo os últimos minutos de intimidade entre um homem e uma mulher. A peça explora a relação deste casal, mas sem cartucheiras, armas, chapéu de aba virada ou cenário nordestino. Escrita por Marcos Barbosa e dirigida por Amir Haddad, o foco da trama não é a face corajosa e guerreira dos personagens, nem o que ocasionou o massacre de Angicos.

Todos os brasileiros sabem quem foram Lampião e Maria Bonita, mas quase nada foi dito sobre os momentos que antecederam suas mortes. A última hora do casal nunca foi satisfatoriamente reconstruída pela historiografia oficial e muito pouco pode ser afirmado sobre o que eles disseram ou fizeram nos minutos que precederam a execução, na Grota dos Angicos, na manhã de 28 de julho de 1938.

Marido e mulher, Lampião e Maria Bonita são os dois mais importantes personagens relacionados ao banditismo brasileiro na primeira metade do século XX. Expoentes do fenômeno social do Cangaço, eles estabeleceram no Nordeste um quadro de lei e ética que por décadas funcionou paralelamente ao sistema político do Brasil. E assim parecemos viver até hoje. Numa eterna guerra entre os que governam e os que se sentem marginalizados. “Auto de Angicos discute como a violência se instaura na sociedade brasileira, trazendo, porém, uma nova luz para esta questão. Apesar de relatar uma história antiga, o texto é altamente atual, tratando de assuntos como a marginalidade e o crime organizado”, explica Amir Haddad, diretor de sucesso e pioneiro na renovação do teatro brasileiro.

Foi o próprio diretor o primeiro a ter contato com o texto de Marco Barbosa. “Assisti a uma montagem e fiquei muito feliz em encontrar um texto que me deixa livre para romper com as questões do nosso século”, conta. O ator Marcos Palmeira concorda com o diretor. Para ele, que também faz sua estréia como produtor teatral, o texto permite discutir as relações humanas nas suas maiores complexidades de forma atual, simples e direta. “Através de personagens marcantes da nossa história, o texto mescla momentos de grande pureza com instinto de selvageria. O resultado é um teatro direto, livre, simples e com humor, que busca se aprofundar nesse contato com o público”, diz.

Para a atriz Adriana Esteves, indicada ao Prêmio Shell por sua interpretação na peça, Auto de Angicos veio na hora certa e representa um projeto de vida. “Tenho a impressão que este é o teatro que sempre quis fazer em minha vida. Neste processo de criação com Amir, estamos sendo reconstruídos como atores, fazendo um trabalho da forma mais honesta e sincera possível. Um trabalho que tem uma razão, uma utilidade”, diz a atriz.

O cerne da história é o amor. Virgolino e Maria representam não apenas um modelo de subversão da ordem estabelecida, mas também a possibilidade do amor num meio onde só a morte era uma companheira fiel. É a partir desta relação que o texto debate os excluídos, a violência da mídia, da sociedade e a individualidade do ser humano. “Maria e Virgolino foram muito fiéis um ao outro num ambiente em que não se podia confiar em ninguém, a não ser em si próprio”, explica Amir.

Também não é preciso chavões e lugares-comuns do cangaço para falar de Virgolino e Maria. A saga desses heróis bandoleiros, misto de bandidos e justiceiros, amados pelo povo e temidos pelas elites, abre espaço para a discussão de questões atuais e comuns a qualquer casal, como aspirações de vida, religiosidade e preconceitos.

Enfim, uma chance de entender o Brasil através de dois personagens marcantes da nossa história, de uma maneira poética e comovente.

A opinião da crítica

“A direção de Amir Haddad é tão austera quanto as condições em que vive o casal e capta particularmente bem a força da ligação entre Lampião e Maria Bonita. Espetáculo austero e cuidadoso. Um bonito digno e atraente retrato do Brasil” – Bárbara Heliodora – O Globo

“Marcos Palmeira e Adriana Esteves estabelecem jogo interpretativo que serve com muita eficácia ao texto. Amir Haddad humaniza Lampião” – Macksen Luiz – Jornal do Brasil

Ficha Técnica

TEXTO - Marcos Barbosa
DIREÇÃO E DRAMATURGIA - Amir Haddad
ELENCO - Marcos Palmeira e Adriana Esteves
ILUMINAÇÃO: Paulo César Medeiros
CENÁRIOS E FIGURINOS: Nello Marreze
TRILHA SONORA: Caique Botkay
PRODUÇÃO EXECUTIVA: PRIMEIRA PÁGINA - Paula Salles
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Siman
PRODUÇÃO: Marcos Palmeira
REALIZAÇÃO: Humus Produções Artísticas Ltda.

PRODUÇÃO LOCAL: Rubim Projetos e Produções Culturais


AUTO DE ANGICOS. TEATRO SESIMINAS – RUA PADRE MARINHO, 60, SANTA EFIGÊNIA. DE 05 A 07 DE SETEMBRO
SEXTA E SÁBADO, ÀS 21H E DOMINGO ÀS 18H
INGRESSOS: ASSINANTES DO JORNAL ESTADO DE MINAS, COM CARTEIRINHA TEM PRIORIDADE DE ESCOLHA DOS LUGARES NA BILHETERIA DO TEATRO.
INGRESSOS LIMITADOS
PERÍODO DE VENDAS COM O BENEFÍCIO: 18 A 24 DE AGOSTO. VENDAS PARA O PÚBLICO GERAL A PARTIR DO DIA 25 DE AGOSTO.
PREÇOS: R$50 (INTEIRA) E R$25 (MEIA-ENTRADA), PROMOCIONAIS NO PERÍODO DE 25 DE AGOSTO A 31 DE AGOSTO. PREÇOS ENTRE OS DIAS 01 E 07 DE SETEMBRO: R$60 (INTEIRA) E R$30 (MEIA-ENTRADA).
INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO: (31) 3241-7181
WWW.RUBIM.ART.BR
CLASSIFICAÇÃO: 12 ANOS.
DURAÇÃO 90 MIN.