Durante a última semana a I Bienal Internacional de Graffiti tem atraído um número bastante expressivo de estudantes e escolas para a Serraria Souza Pinto. Ao todo até o dia 07 de setembro passarão pelas galerias da Bienal 37 escolas e instituições de ensino, levando um total de 1750 crianças e 70 professores em 35 horários diferentes. "Superou nossas expectativas, tivemos muitos mais escolas presentes na Bienal que as agendadas. Foi uma experiência excelente. O público era muito diversificado, Escolas Estaduais, Municipais, Projetos Sociais, instituições privadas de ensino, crianças e jovens, todos muito interessados pela arte do graffiti." Comenta Ione Amaral, responsável pela coordenação do módulo educativo da Bienal.
Inspiradas por tamanha procura e também no poder social que o graffiti possui a Bienal se uniu ao projeto Escola Integrada, da Secretaria Municipal de Educação através do Escola Convida, onde serão feitas ações em 5 diferentes escolas da capital mineira nos próximos dias. Parceiro da Bienal, o projeto Escola Integrada, origina a inclusão social através de agentes culturais que promovem atividades artísticas com os alunos das escolas municipais de Belo Horizonte após os horários das aulas.
No projeto Escola Convida, cada instituição convoca um artista participante da Bienal para fazer uma intervenção em conjunto com os alunos em seus muros. Além dos grafiteiros Deco, Gud e Raison, que já atuam nas escolas como agentes culturais, alguns artistas foram convidados especialmente pela escola participante, como o caso do Gton. Os agentes culturais Almir e Ana vieram de Campinas, onde atuam com crianças e adolescentes para o esclarecimento quanto à DSTs, especialmente para acompanhar a Bienal e vão atuar nas Escolas São Rafael e Milton Sales. Lá apos uma sessão de vídeo e mesa redonda entre alunos, educadores e grafiteiros será promovida uma oficina com os participantes que resultará em ação no muro das escolas.
Quinta-feira - 04/09
Escola Municipal São Rafael
Rua Coronel Otávio Diniz, s/n, Pompéia
Agentes: Almir e Ana
Escola Municipal Padre Guilherme Peters
Rua Coronel Jorge Dário, s/n, Novo São Lucas
Agentes: Deco e Gud
Escola Municipal Hugo Werneck
Rua Oscar Trombowisk, nº 1372, Bairro São Jorge
Agente: Raison
Escola Municipal Milton Sales
Rua Teófilo Filho, nº 222, Bairro Jardim América
Agente: Gton
Sexta-feira - 05/09
Escola Municipal Aurélio Piris
Rua Barrinha, nº171, Bairro Liberdade
Agentes: Almir e Ana
1ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI DE BELO HORIZONTE
30 DE AGOSTO A 7 DE SETEMBRO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 09H00 ÀS 24H00
SERRARIA SOUZA PINTO
AV. ASSIS CHATEAUBRIAND, 809, FLORESTA
ENTRADA FRANCA
WWW.BIGBH.COM.BR
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
CELEBRADOS PELA CRÍTICA MUNDIAL, JAZZISTAS ISRAELENSES SÃO ALGUNS DOS DESTAQUES DO “TUDO É JAZZ”, EM OURO PRETO
No palco principal da sétima edição do Tudo é Jazz, cada noite será uma experiência musical única. O Salão Diamantina - antigo Parque Metalúrgico - receberá entre os dias 11 e 13 de setembro os principais nomes da cena jazzística contemporânea, na qual destacam-se jovens músicos de Israel.
Yaron Herman se apresenta na quinta-feira, ao lado de seu trio. O artista começou seus estudos no piano com 16 anos, tendo como método a filosofia, a matemática e a psicologia. Aos 19 anos mudou-se para Paris onde, dois anos mais tarde, gravou seu primeiro disco, Takes 2 to 1. Sua discografia conta ainda com mais três álbuns, Variations, Suite Elegiaque e A Time for Everything.
Com influências que vão do jazz de Keith Jarrett, Paul Bley, Lennie Tristano e Brad Mehldau, ao pop de Björk e Sting; Yaron vem conquistando a admiração de platéias ao redor do mundo, recebendo inclusive elogios de personalidades como Georges Avakian, produtor de Miles Davis, “Yaron é o cara!”
Na sexta-feira, o Tudo é Jazz destaca The Third World Love. O grupo é formado pelo trompetista Avishai Choen – “Um improvisador nato”, The Vilage Voice -, pelo pianista Yonatan Avishai – “Um gênio puro e simples”, Hair -, pelo baixista Omer Avital - “surpreendentemente talentoso”, Entertainment Weekly - e pelo baterista Daniel Freedman – cuja “batida de bateria conserva uma autenticidade suntuosa, como se ele aprendesse tudo na rua de algum subúrbio sul-americano ou africano”, Modern Drummer.
Com três de seus membros vindos de Israel e um de Nova York (Daniel Freedman), a banda se destaca por sua singularidade rítmica, que não se prende ao cenário do jazz típico. É uma batida dançante, que mistura jazz, música oriental africana e latina. “Esta banda é um fenômeno. As canções de Sketch of Tel Aviv são eternas.” – The New York Times.
Também no dia 12, o festival recebe The Cohen’s Sextet, encabeçado pelos irmãos Cohen: a trompetista Avishai Cohen, a clarinetista Anat Cohen – nomeada “Clarinetista do Ano”, em 2007, pela Jazz Journalists Assocition - e o saxofonista soprano de Yval Cohen. Os artistas fazem um mix entre o jazz do Oriente e a sua influência latina. Acompanhados de Omer Avital no baixo – tido como um dos principais baixistas de sua geração -, Aaron Goldberg no piano e Eric Harland na bateria, a banda israelense vem se destacando na cena nova-iorquina e irá mostrar no palco do Tudo é Jazz a sua rica simbiose musical.
Formado em 2002, o sexteto possui dois álbuns em sua discografia, One e Braid, sendo este último lançado em 2007. As múltiplas influências da banda, que vão do tango argentino, passam pelo choro brasileiro e pela música cubana, comungam com o espírito do evento. Segundo Anat, “O termo ‘jazz’ está tão cosmopolita que praticamente se tornou world music.”
FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO - TUDO É JAZZ
ONDE: OURO PRETO – MINAS GERAIS
QUANDO: DE 11 A 14 DE SETEMBRO (QUINTA A SEXTA-FEIRA)
INGRESSOS À VENDA A PARTIR DO DIA 01 DE AGOSTO DE 2008
VALORES DOS INGRESSOS PARA PARQUE METALÚRGICO (PALCO PRINCIPAL – 4 ATRAÇÕES POR DIA)
MEIA ENTRADA: R$80,00 POR DIA
INTEIRA: R$160,00 POR DIA
PASSAPORTE PARA OS 3 DIAS
MEIA ENTRADA: R$190,00
INTEIRA: R$380,00
AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO DO FESTIVAL:
ELLO TURISMO
AV. GETÚLIO VARGAS, 874 CONJ. 1106
SAVASSI – 30112-020 – BELO HORIZONTE – MG
FONE: (31) 2129-0029 / FAX: (31) 3262-2928
PAULO@ELLOTURISMO.COM.BR
MAIS INFORMAÇÕES: www.tudoejazz.com.br
Yaron Herman se apresenta na quinta-feira, ao lado de seu trio. O artista começou seus estudos no piano com 16 anos, tendo como método a filosofia, a matemática e a psicologia. Aos 19 anos mudou-se para Paris onde, dois anos mais tarde, gravou seu primeiro disco, Takes 2 to 1. Sua discografia conta ainda com mais três álbuns, Variations, Suite Elegiaque e A Time for Everything.
Com influências que vão do jazz de Keith Jarrett, Paul Bley, Lennie Tristano e Brad Mehldau, ao pop de Björk e Sting; Yaron vem conquistando a admiração de platéias ao redor do mundo, recebendo inclusive elogios de personalidades como Georges Avakian, produtor de Miles Davis, “Yaron é o cara!”
Na sexta-feira, o Tudo é Jazz destaca The Third World Love. O grupo é formado pelo trompetista Avishai Choen – “Um improvisador nato”, The Vilage Voice -, pelo pianista Yonatan Avishai – “Um gênio puro e simples”, Hair -, pelo baixista Omer Avital - “surpreendentemente talentoso”, Entertainment Weekly - e pelo baterista Daniel Freedman – cuja “batida de bateria conserva uma autenticidade suntuosa, como se ele aprendesse tudo na rua de algum subúrbio sul-americano ou africano”, Modern Drummer.
Com três de seus membros vindos de Israel e um de Nova York (Daniel Freedman), a banda se destaca por sua singularidade rítmica, que não se prende ao cenário do jazz típico. É uma batida dançante, que mistura jazz, música oriental africana e latina. “Esta banda é um fenômeno. As canções de Sketch of Tel Aviv são eternas.” – The New York Times.
Também no dia 12, o festival recebe The Cohen’s Sextet, encabeçado pelos irmãos Cohen: a trompetista Avishai Cohen, a clarinetista Anat Cohen – nomeada “Clarinetista do Ano”, em 2007, pela Jazz Journalists Assocition - e o saxofonista soprano de Yval Cohen. Os artistas fazem um mix entre o jazz do Oriente e a sua influência latina. Acompanhados de Omer Avital no baixo – tido como um dos principais baixistas de sua geração -, Aaron Goldberg no piano e Eric Harland na bateria, a banda israelense vem se destacando na cena nova-iorquina e irá mostrar no palco do Tudo é Jazz a sua rica simbiose musical.
Formado em 2002, o sexteto possui dois álbuns em sua discografia, One e Braid, sendo este último lançado em 2007. As múltiplas influências da banda, que vão do tango argentino, passam pelo choro brasileiro e pela música cubana, comungam com o espírito do evento. Segundo Anat, “O termo ‘jazz’ está tão cosmopolita que praticamente se tornou world music.”
FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO - TUDO É JAZZ
ONDE: OURO PRETO – MINAS GERAIS
QUANDO: DE 11 A 14 DE SETEMBRO (QUINTA A SEXTA-FEIRA)
INGRESSOS À VENDA A PARTIR DO DIA 01 DE AGOSTO DE 2008
VALORES DOS INGRESSOS PARA PARQUE METALÚRGICO (PALCO PRINCIPAL – 4 ATRAÇÕES POR DIA)
MEIA ENTRADA: R$80,00 POR DIA
INTEIRA: R$160,00 POR DIA
PASSAPORTE PARA OS 3 DIAS
MEIA ENTRADA: R$190,00
INTEIRA: R$380,00
AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO DO FESTIVAL:
ELLO TURISMO
AV. GETÚLIO VARGAS, 874 CONJ. 1106
SAVASSI – 30112-020 – BELO HORIZONTE – MG
FONE: (31) 2129-0029 / FAX: (31) 3262-2928
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SALÃO DIAMANTINA – PARQUE METALÚRGICO:
No palco principal da sétima edição do Tudo é Jazz, cada noite será uma experiência musical única. O Salão Diamantina, antigo Parque Metalúrgico, irá se transformar num campo de muitas vertentes. A abertura do festival, na quinta-feira, dia 11 de setembro, é dedicada ao jazz com sotaque francês: são artistas nascidos ou residentes naquele país. Representantes da nova geração, como o israelense Yaron Herman e o sérvio Bojan Z, também entram em cena para mostrar ao público o apuro técnico combinado com a emoção dessa antiga paixão francesa: o jazz.
Na sexta-feira, dia 12 de setembro, trios, quartetos, sextetos e big bands que vem sendo reconhecidos como grandes apostas na cena jazzística atual. São eles: The Third World Love, Kurt Rosenwinkel Trio, The Cohen´s Sextet e The Jason Lindner Big Band.
No sábado, dia 13 de setembro, a mistura de ritmos promete agradar aos mais exigentes com as presenças do contrabaixista Christian McBride, o trompetista de New Orleans Nicholas Payton, a cantora Karrin Allyson e o pianista cubano Omar Sosa.
Dia 11 de Setembro, quinta feira
Yaron Herman Trio
Dono de uma personalidade marcante, forte presença de palco e de composições musicais primorosas, o jovem israelense Yaron Herman vem despontando como um dos grandes nomes da nova geração do jazz. Yaron começou seus estudos no piano com 16 anos, tendo como método a filosofia, a matemática e a psicologia. Com apenas 19 anos mudou-se para Paris onde, dois anos mais tarde, gravou seu primeiro disco, Takes 2 to 1. Sua discografia conta ainda com mais três álbuns, Variations, Suite Elegiaque e A Time for Everything.
Com influências que vão do Jazz de Keith Jarrett, Paul Bley, Lennie Tristano e Brad Mehldau, ao Pop de Björk e Sting; Yaron vem conquistando a admiração de platéias ao redor do mundo, recebendo inclusive elogios de personalidades como Georges Avakian, produtor de Miles Davis, “Yaron é o cara!”
Em sua formação em trio, Herman fica à frente do piano, Matt Brewer no contrabaixo e Gerald Cleaver na bateria.
Bojan Z Trio
Residente em Paris e nascido em Belgrado, Bojan Z começou suas lições de piano aos cinco anos de idade. Juntamente com o guitarrista Noël Akchoté, se apresentou em quase todos os bares e clubes da capital francesa, mas só veio a ganhar visibilidade tempos depois, ao substituir o pianista do quarteto Marc Buronfosse. Por essa participação, Bonjan Z recebeu o prêmio de melhor solista pela ’Concours de la Défense’.
Em 1991, Bojan Z começou a se apresentar com nomes expressivos do Jazz Francês, como o baixista Henri Texier e o clarinetista Miche Portal, que o projetaram no cenário europeu. Com uma linguagem musical característica – mistura de um jazz elaborado com as influências folclóricas dos Balcãs, rock e músicas étnicas – Bojan tem em sua carreira seis cds gravados, sendo o último o aclamado Xenophonia, que lhe rendeu o prêmio de melhor álbum do ano na “Les victoires du jazz 2007" e que marca a primeira aventura de Bojan Z no território do rock.
Além de Bojan Z no piano, a banda conta com Thomas Bramerie no baixo e Martijn Vink na bateria.
Hadouk Trio
Hadouk Trio é formado por Didier Malherbe, Loy Ehrlich e Steve Shehan, todos multiinstrumentistas que têm como proposta a liberdade musical através da fusão de diferentes harmonias, atitudes e ritmos. Seu estilo é tão variado que nenhuma categoria musical consegue defini-lo precisamente, algo entre o jazz e a world music, um convite a descobrir um mundo com possibilidades sonoras infinitas.
A graciosidade do som do Hadouk Trio está na arte de seus músicos. Está nas flautas, saxofones, zeffs e duduks de Didier Malherbe. Nos teclados e instrumentos africanos de Loy Erlich (kora, hajou, gumbass). Nas percussões africanas, asiáticas e brasileiras de Steve Shehan. O último CD do trio, Baldamore, gravado ao vivo em Paris em 2007, ilustra bem essa mistura. Algo tão penetrante e encantador que faz você se sentir como o quarto membro do grupo.
Michel Portal
O compositor, clarinetista e saxofonista Michel Portal é um dos nomes mais ricos e representativos do jazz contemporâneo. Sua carreira é marcada pela diversidade estética e independência conceitual, sempre mesclando o jazz com a música erudita (clássica e contemporânea). Ganhador de três César Awards por suas composições para trilhas sonoras de filmes, Portal ocupa a posição única de ser um dos arquitetos do jazz europeu moderno, sendo um dos responsáveis pelo nascimento do free jazz. Além de um grande mestre, a definição possível para Portal seria a de um (re)inventor de si próprio, um homem repartido na variedade de suas produções, mas indivisível na qualidade de suas obras.
Em sua apresentação no Tudo é Jazz, Portal sobe ao palco com o pianista Bojan Z e o baixista Bruno Chevillon.
Dia 12 de Setembro, sexta-feira
The Third World Love
Formada pelo trompetista Avishai Choen – “Um improvisador nato”, The Vilage Voice - , pelo pianista Yonatan Avishai – “Um gênio puro e simples”, Hair -, pelo baixista Omer Avital (“surpreendentemente talentoso”, Entertainment Weekly) e pelo baterista Daniel Freedman – cuja “batida de bateria conserva uma autenticidade suntuosa, como se ele aprendesse tudo na rua de algum subúrbio sul-americano ou africano”, Modern Drummer - a banda The Third World Love se formou a quatro anos atrás, em Barcelona. A banda nasceu como uma harmonia musical única que resultou, até aqui, em três registros primorosos: Third World Love Songs, Avanim e.
Com três de seus membros vindos de Israel e um de Nova York (Daniel Freedman). a banda se destaca por sua singularidade ritmica, que não se prende ao cenário do jazz típico. É uma batida dançante, que mistura jazz, música oriental africana e latina. “Esta banda é um fenômeno. As canções de Sketch of Tel Aviv são eternas.” – The New York Times
Kurt Rosenwinkel Trio
Um dos mais originais e influentes artistas de sua geração, o guitarrista americano Kurt Rosenwinkel forma com Eric Revis no baixo e Obed Caivaire na bateria um trio com uma identidade bem característica. Segundo apontou o guitarrista Bill Frisell, “Existe um fluido e uma arquitetura nas linhas que ele (Rosenwinkel) toca que eu nunca ouvi ninguém mais conseguir fazer.”
Rosenwinkel nasceu na Filadélfia, mas atualmente mora em Berlim. Desde 1995, ano em que ganhou o Composer's Award from the National Endowment for the Arts, o guitarrista vem conquistando grande proeminência no mundo do jazz. É conhecido por seus improvisos e afirma ter como inspiração músicos da linhagem de John Coltrane, Keith Jarrett e Allan Holdsworth. Seu som criativo e contemporâneo o coloca entre a elite do jazz de Nova York, ao lado de nomes como Stern, Scofield, Frisell and Metheny.
The Cohen’s Sextet
O sexteto encabeçados pelos irmãos Cohen, trompetista Avishai Cohen, a clarinetista Anat Cohen – nomeada “Clarinetista do Ano”, em 2007, pela Jazz Journalists Assocition - e o saxofonista soprano de Yval Cohen, vão tonalizar o Parque Metalúrgico com um mix entre o jazz do Oriente e a sua influência latina. Acompanhados de Omer Avital no baixo – tido como um dos principais baixistas de sua geração -, Aaron Goldberg no piano e Eric Harland na bateria, a banda israelense vem se destacando na cena nova-iorquina e irá mostrar no palco do Tudo é Jazz a sua rica simbiose musical.
Formado em 2002, o sexteto possui dois álbuns em sua discografia, One e Braid, sendo este último lançado em 2007. As múltiplas influências da banda, que vão do tango argentino, passam pelo choro brasileiro e pela música cubana, comungam com o espírito do evento. Segundo Anat, “O termo ‘jazz’ está tão cosmopolita que praticamente se tornou world music.”
The Jason Lindner Big Band
O pianista tem um lugar cativo na cena de jazz nova-iorquina desde a metade da década de 90, quando o pequeno venerado Greenwich Village Club tornou-se a casa da nova geração de talentos do jazz contemporâneo. Lindner esteve á frente de um quinteto, que virou sexteto e, rapidamente, uma big band que chamou a atenção da crítica especializada sobre a qualidade de seu trabalho. “Uma das mais impressionantes big bands que surgiu nos últimos anos...”, declarou a Jazz Times Magazine. “Depois de nove gloriosas faixas, todos ficam iluminados”, descreveu Michael West, da Downbeat Magazine sobre a performance. “Este cara (Lindner) está emocionando o cenário do jazz”, elogia a Keyboard Magazine.
Jason Lindner cresceu no bairro do Brooklyn e começou a tocar piano “de ouvido” ainda criança. Ao observar o talento precoce, os pais o matricularam num curso para aprender o instrumento aos sete anos. Mais tarde, Jason Linder teve a oportunidade de aprender algumas técnicas de grandes mestres: Barry Harris e Chris Anderson. O artista que convive com instrumentistas de lugares tão distintos como Chile e Israel é favorável ao intercâmbio musical. “Nenhuma música é mais importante que outra”, comenta Lindner que participa de diversos projetos em nome da arte. São 33 discos na bagagem, dos quais cinco junto com sua big band.
Dia 13 de Setembro, sábado
Karrin Allyson & Band
Dona de uma voz marcante e característica, Karrin Allyson é tida como uma das cantoras de jazz mais expressivas surgidas nos anos 90. Nascida em Nebraska, nos Estados Unidos, iniciou suas aulas de piano ainda quando criança e durante anos foi a vocalista numa banda de rock chamada Tomboy. Graças aos seus companheiros de banda, Allyson começou a ter contato com o jazz e se apaixonou pelo ritmo das músicas cantadas por Nancy Wilson, Cannonball Adderley, Carmen Mcrae, Billie Holiday, Dinah Washington, Bill Evans e Thelonious Monk.
Por sua versatilidade e habilidade ao cantar canções em diferentes entonações e ritmos, Allyson foi comparada a Ella Fitzgerald. Além disso, gravou álbum em francês e português [From Paris to Rio], no qual cantou samba e bossa nova. Recebeu três indicações ao Grammy, sendo duas pelo álbum Ballads: Remembering John Coltrane. Sua linda e ressonante voz alia-se ao pleno domínio do palco – costuma se apresentar descalça –, somatório ideal para apresentar aos espectadores do Tudo é Jazz seu mais novo álbum, Imagina – Songs of Brasil, totalmente dedicado à música brasileira. Neste trabalho, Karrin Allyson reúne canções já conhecidas por aqui, como A Felicidade, Desafinado, Pra Dizer Adeus, Estrada Branca e Correnteza. Para a artista, trata-se de “uma combinação de canções inesquecíveis, ricas harmonias e ritmo contagiante”. Além dos vocais de Allyson, a banda conta ainda com a participação de Todd Strait na bateria, Rod Fleeman na guitarra e Ed Howard no baixo.
Nicholas Payton & Band
O trompetista Nicholas Payton nasceu em New Orleans em 1973. Em seu repertório, combina referências tradicionais com o hard bop, a musicalidade dos Young Lions, hip-hop, eletrônica, rock e pop.
Payton começou a tocar aos quatro anos num trompete miniatura presenteado pelo pai, o baixista Walter Payton. Aos dez, ele já participava dos ensaios e logo cursava a NOCCA (New Orleans Center for Creative Arts), da família Marsalis. E foi ninguém menos que Wynton Marsalis quem deu a primeira chance profissional ao trompetista, que tinha 16 anos, recomendando-o ao pianista Marcus Roberts, em New York. Um ano depois, ele participava de um tributo a Louis Armstrong ao lado de estrelas como Dizzy Gillespie.
A estréia em álbum foi em 1994, com From this moment e, no ano seguinte, Gumbo nouveau, mas seu mais recente disco, Into the Blue, é o que talvez guarde um valor especial para Payton. Além de marcar suas novas experimentações musicais, é seu primeiro trabalho após um acidente de carro sofrido em 2006, no qual haviam rumores de que Payton nunca mais seria capaz de tocar trompete. Os demais trabalhos do artista são: With Christian McBride, Mark Whitfield Fingerpainting: The Music Of Herbie Hancock (Verve 1997), Doc Cheatham And Nicholas Payton (Verve 1997), Payton's Place (Verve 1997), Nick@Night (Verve 1999), With Lew Soloff, Tom Harrell, Eddie Henderson Trumpet Legacy (Milestone 1999) e Dear Louis (Verve 2001). No Tudo é Jazz Nicholas estará acompanhado de Marcus Gilmore (bateria), Vincent Archer (baixo), Daniel Sadowinick (percussão) e Kevin Hays (piano/teclado).
Omar Sosa
Omar Sosa é um dos mais versáteis artistas de jazz da cena contemporânea: compositor, arranjador, produtor, pianista e percussionista. Ele funde de forma ampla world music e elementos eletrônicos a sonoridades nativas de suas raízes afro-cubanas e o jazz, criando uma sonoridade urbana e original. No palco, Sosa é um frontman extremamente carismático que inspira sua banda às mais criativas e dinâmicas improvisações.
O último disco de Sosa, lançado pela Otá Records, intitulado Mulatos conta com a participação do mestre Paquito D'Rivera na clarineta. O álbum recebeu recentemente a indicação de Disco de Latin Jazz do Ano pela associação de jornalistas NYC-based Jazz Journalists Association. Com 15 álbuns no currículo, o pianista já foi indicado para o Grammy e venceu importantes premiações como o da Rádio BBC e o Goldie Awards. No palco do festival, reunirá Childo Tomas, de Moçambique (baixo), Molla Sylla, do Senegal (vocais) e Marquee Gilmore (bateria), dos Estados Unidos.
Christian McBride
O domínio da composição, os arranjos e a improvisação são algumas das principais características Christian McBride. Vencedor do Grammy, McBride iniciou sua carreira em 1989, na Filadélfia, onde teve sua carreira diretamente influenciada por seu pai, Lee Smith, e seu tio, Howard Cooper – ambos exímios baixistas.
Sendo considerado um dos melhores baixistas surgido entre os “young lions” da década passada, McBride já dividiu palco com grandes nomes do jazz, como Freddie Hubbard, Joe Henderson, McCoy Tyner e Diana Krall, além de ícones do pop, soul e da música clássica, como Kathleen Battle, Carly Simon, Sting, and James Brown. “
Além de McBreide no baixo, formação de sua banda conta com Steve Wilson no sax, Eric Reed no piano, Carl Allen na bateria e Warren Wolf no teclados e sintetizadores. Segundo o escritor Alan Leeds “A banda de Christian McBride é um dos sons mais intoxicantes e imprevisíveis da cena musical de hoje”.
FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO - TUDO É JAZZ
ONDE: OURO PRETO – MINAS GERAIS
QUANDO: DE 11 A 14 DE SETEMBRO (QUINTA A SEXTA-FEIRA)
INGRESSOS À VENDA A PARTIR DO DIA 01 DE AGOSTO DE 2008
VALORES DOS INGRESSOS PARA PARQUE METALÚRGICO (PALCO PRINCIPAL – 4 ATRAÇÕES POR DIA)
MEIA ENTRADA: R$80,00 POR DIA
INTEIRA: R$160,00 POR DIA
PASSAPORTE PARA OS 3 DIAS
MEIA ENTRADA: R$190,00
INTEIRA: R$380,00
AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO DO FESTIVAL:
ELLO TURISMO
AV. GETÚLIO VARGAS, 874 CONJ. 1106
SAVASSI – 30112-020 – BELO HORIZONTE – MG
FONE: (31) 2129-0029 / FAX: (31) 3262-2928
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MAIS INFORMAÇÕES: www.tudoejazz.com.br
Na sexta-feira, dia 12 de setembro, trios, quartetos, sextetos e big bands que vem sendo reconhecidos como grandes apostas na cena jazzística atual. São eles: The Third World Love, Kurt Rosenwinkel Trio, The Cohen´s Sextet e The Jason Lindner Big Band.
No sábado, dia 13 de setembro, a mistura de ritmos promete agradar aos mais exigentes com as presenças do contrabaixista Christian McBride, o trompetista de New Orleans Nicholas Payton, a cantora Karrin Allyson e o pianista cubano Omar Sosa.
Dia 11 de Setembro, quinta feira
Yaron Herman Trio
Dono de uma personalidade marcante, forte presença de palco e de composições musicais primorosas, o jovem israelense Yaron Herman vem despontando como um dos grandes nomes da nova geração do jazz. Yaron começou seus estudos no piano com 16 anos, tendo como método a filosofia, a matemática e a psicologia. Com apenas 19 anos mudou-se para Paris onde, dois anos mais tarde, gravou seu primeiro disco, Takes 2 to 1. Sua discografia conta ainda com mais três álbuns, Variations, Suite Elegiaque e A Time for Everything.
Com influências que vão do Jazz de Keith Jarrett, Paul Bley, Lennie Tristano e Brad Mehldau, ao Pop de Björk e Sting; Yaron vem conquistando a admiração de platéias ao redor do mundo, recebendo inclusive elogios de personalidades como Georges Avakian, produtor de Miles Davis, “Yaron é o cara!”
Em sua formação em trio, Herman fica à frente do piano, Matt Brewer no contrabaixo e Gerald Cleaver na bateria.
Bojan Z Trio
Residente em Paris e nascido em Belgrado, Bojan Z começou suas lições de piano aos cinco anos de idade. Juntamente com o guitarrista Noël Akchoté, se apresentou em quase todos os bares e clubes da capital francesa, mas só veio a ganhar visibilidade tempos depois, ao substituir o pianista do quarteto Marc Buronfosse. Por essa participação, Bonjan Z recebeu o prêmio de melhor solista pela ’Concours de la Défense’.
Em 1991, Bojan Z começou a se apresentar com nomes expressivos do Jazz Francês, como o baixista Henri Texier e o clarinetista Miche Portal, que o projetaram no cenário europeu. Com uma linguagem musical característica – mistura de um jazz elaborado com as influências folclóricas dos Balcãs, rock e músicas étnicas – Bojan tem em sua carreira seis cds gravados, sendo o último o aclamado Xenophonia, que lhe rendeu o prêmio de melhor álbum do ano na “Les victoires du jazz 2007" e que marca a primeira aventura de Bojan Z no território do rock.
Além de Bojan Z no piano, a banda conta com Thomas Bramerie no baixo e Martijn Vink na bateria.
Hadouk Trio
Hadouk Trio é formado por Didier Malherbe, Loy Ehrlich e Steve Shehan, todos multiinstrumentistas que têm como proposta a liberdade musical através da fusão de diferentes harmonias, atitudes e ritmos. Seu estilo é tão variado que nenhuma categoria musical consegue defini-lo precisamente, algo entre o jazz e a world music, um convite a descobrir um mundo com possibilidades sonoras infinitas.
A graciosidade do som do Hadouk Trio está na arte de seus músicos. Está nas flautas, saxofones, zeffs e duduks de Didier Malherbe. Nos teclados e instrumentos africanos de Loy Erlich (kora, hajou, gumbass). Nas percussões africanas, asiáticas e brasileiras de Steve Shehan. O último CD do trio, Baldamore, gravado ao vivo em Paris em 2007, ilustra bem essa mistura. Algo tão penetrante e encantador que faz você se sentir como o quarto membro do grupo.
Michel Portal
O compositor, clarinetista e saxofonista Michel Portal é um dos nomes mais ricos e representativos do jazz contemporâneo. Sua carreira é marcada pela diversidade estética e independência conceitual, sempre mesclando o jazz com a música erudita (clássica e contemporânea). Ganhador de três César Awards por suas composições para trilhas sonoras de filmes, Portal ocupa a posição única de ser um dos arquitetos do jazz europeu moderno, sendo um dos responsáveis pelo nascimento do free jazz. Além de um grande mestre, a definição possível para Portal seria a de um (re)inventor de si próprio, um homem repartido na variedade de suas produções, mas indivisível na qualidade de suas obras.
Em sua apresentação no Tudo é Jazz, Portal sobe ao palco com o pianista Bojan Z e o baixista Bruno Chevillon.
Dia 12 de Setembro, sexta-feira
The Third World Love
Formada pelo trompetista Avishai Choen – “Um improvisador nato”, The Vilage Voice - , pelo pianista Yonatan Avishai – “Um gênio puro e simples”, Hair -, pelo baixista Omer Avital (“surpreendentemente talentoso”, Entertainment Weekly) e pelo baterista Daniel Freedman – cuja “batida de bateria conserva uma autenticidade suntuosa, como se ele aprendesse tudo na rua de algum subúrbio sul-americano ou africano”, Modern Drummer - a banda The Third World Love se formou a quatro anos atrás, em Barcelona. A banda nasceu como uma harmonia musical única que resultou, até aqui, em três registros primorosos: Third World Love Songs, Avanim e.
Com três de seus membros vindos de Israel e um de Nova York (Daniel Freedman). a banda se destaca por sua singularidade ritmica, que não se prende ao cenário do jazz típico. É uma batida dançante, que mistura jazz, música oriental africana e latina. “Esta banda é um fenômeno. As canções de Sketch of Tel Aviv são eternas.” – The New York Times
Kurt Rosenwinkel Trio
Um dos mais originais e influentes artistas de sua geração, o guitarrista americano Kurt Rosenwinkel forma com Eric Revis no baixo e Obed Caivaire na bateria um trio com uma identidade bem característica. Segundo apontou o guitarrista Bill Frisell, “Existe um fluido e uma arquitetura nas linhas que ele (Rosenwinkel) toca que eu nunca ouvi ninguém mais conseguir fazer.”
Rosenwinkel nasceu na Filadélfia, mas atualmente mora em Berlim. Desde 1995, ano em que ganhou o Composer's Award from the National Endowment for the Arts, o guitarrista vem conquistando grande proeminência no mundo do jazz. É conhecido por seus improvisos e afirma ter como inspiração músicos da linhagem de John Coltrane, Keith Jarrett e Allan Holdsworth. Seu som criativo e contemporâneo o coloca entre a elite do jazz de Nova York, ao lado de nomes como Stern, Scofield, Frisell and Metheny.
The Cohen’s Sextet
O sexteto encabeçados pelos irmãos Cohen, trompetista Avishai Cohen, a clarinetista Anat Cohen – nomeada “Clarinetista do Ano”, em 2007, pela Jazz Journalists Assocition - e o saxofonista soprano de Yval Cohen, vão tonalizar o Parque Metalúrgico com um mix entre o jazz do Oriente e a sua influência latina. Acompanhados de Omer Avital no baixo – tido como um dos principais baixistas de sua geração -, Aaron Goldberg no piano e Eric Harland na bateria, a banda israelense vem se destacando na cena nova-iorquina e irá mostrar no palco do Tudo é Jazz a sua rica simbiose musical.
Formado em 2002, o sexteto possui dois álbuns em sua discografia, One e Braid, sendo este último lançado em 2007. As múltiplas influências da banda, que vão do tango argentino, passam pelo choro brasileiro e pela música cubana, comungam com o espírito do evento. Segundo Anat, “O termo ‘jazz’ está tão cosmopolita que praticamente se tornou world music.”
The Jason Lindner Big Band
O pianista tem um lugar cativo na cena de jazz nova-iorquina desde a metade da década de 90, quando o pequeno venerado Greenwich Village Club tornou-se a casa da nova geração de talentos do jazz contemporâneo. Lindner esteve á frente de um quinteto, que virou sexteto e, rapidamente, uma big band que chamou a atenção da crítica especializada sobre a qualidade de seu trabalho. “Uma das mais impressionantes big bands que surgiu nos últimos anos...”, declarou a Jazz Times Magazine. “Depois de nove gloriosas faixas, todos ficam iluminados”, descreveu Michael West, da Downbeat Magazine sobre a performance. “Este cara (Lindner) está emocionando o cenário do jazz”, elogia a Keyboard Magazine.
Jason Lindner cresceu no bairro do Brooklyn e começou a tocar piano “de ouvido” ainda criança. Ao observar o talento precoce, os pais o matricularam num curso para aprender o instrumento aos sete anos. Mais tarde, Jason Linder teve a oportunidade de aprender algumas técnicas de grandes mestres: Barry Harris e Chris Anderson. O artista que convive com instrumentistas de lugares tão distintos como Chile e Israel é favorável ao intercâmbio musical. “Nenhuma música é mais importante que outra”, comenta Lindner que participa de diversos projetos em nome da arte. São 33 discos na bagagem, dos quais cinco junto com sua big band.
Dia 13 de Setembro, sábado
Karrin Allyson & Band
Dona de uma voz marcante e característica, Karrin Allyson é tida como uma das cantoras de jazz mais expressivas surgidas nos anos 90. Nascida em Nebraska, nos Estados Unidos, iniciou suas aulas de piano ainda quando criança e durante anos foi a vocalista numa banda de rock chamada Tomboy. Graças aos seus companheiros de banda, Allyson começou a ter contato com o jazz e se apaixonou pelo ritmo das músicas cantadas por Nancy Wilson, Cannonball Adderley, Carmen Mcrae, Billie Holiday, Dinah Washington, Bill Evans e Thelonious Monk.
Por sua versatilidade e habilidade ao cantar canções em diferentes entonações e ritmos, Allyson foi comparada a Ella Fitzgerald. Além disso, gravou álbum em francês e português [From Paris to Rio], no qual cantou samba e bossa nova. Recebeu três indicações ao Grammy, sendo duas pelo álbum Ballads: Remembering John Coltrane. Sua linda e ressonante voz alia-se ao pleno domínio do palco – costuma se apresentar descalça –, somatório ideal para apresentar aos espectadores do Tudo é Jazz seu mais novo álbum, Imagina – Songs of Brasil, totalmente dedicado à música brasileira. Neste trabalho, Karrin Allyson reúne canções já conhecidas por aqui, como A Felicidade, Desafinado, Pra Dizer Adeus, Estrada Branca e Correnteza. Para a artista, trata-se de “uma combinação de canções inesquecíveis, ricas harmonias e ritmo contagiante”. Além dos vocais de Allyson, a banda conta ainda com a participação de Todd Strait na bateria, Rod Fleeman na guitarra e Ed Howard no baixo.
Nicholas Payton & Band
O trompetista Nicholas Payton nasceu em New Orleans em 1973. Em seu repertório, combina referências tradicionais com o hard bop, a musicalidade dos Young Lions, hip-hop, eletrônica, rock e pop.
Payton começou a tocar aos quatro anos num trompete miniatura presenteado pelo pai, o baixista Walter Payton. Aos dez, ele já participava dos ensaios e logo cursava a NOCCA (New Orleans Center for Creative Arts), da família Marsalis. E foi ninguém menos que Wynton Marsalis quem deu a primeira chance profissional ao trompetista, que tinha 16 anos, recomendando-o ao pianista Marcus Roberts, em New York. Um ano depois, ele participava de um tributo a Louis Armstrong ao lado de estrelas como Dizzy Gillespie.
A estréia em álbum foi em 1994, com From this moment e, no ano seguinte, Gumbo nouveau, mas seu mais recente disco, Into the Blue, é o que talvez guarde um valor especial para Payton. Além de marcar suas novas experimentações musicais, é seu primeiro trabalho após um acidente de carro sofrido em 2006, no qual haviam rumores de que Payton nunca mais seria capaz de tocar trompete. Os demais trabalhos do artista são: With Christian McBride, Mark Whitfield Fingerpainting: The Music Of Herbie Hancock (Verve 1997), Doc Cheatham And Nicholas Payton (Verve 1997), Payton's Place (Verve 1997), Nick@Night (Verve 1999), With Lew Soloff, Tom Harrell, Eddie Henderson Trumpet Legacy (Milestone 1999) e Dear Louis (Verve 2001). No Tudo é Jazz Nicholas estará acompanhado de Marcus Gilmore (bateria), Vincent Archer (baixo), Daniel Sadowinick (percussão) e Kevin Hays (piano/teclado).
Omar Sosa
Omar Sosa é um dos mais versáteis artistas de jazz da cena contemporânea: compositor, arranjador, produtor, pianista e percussionista. Ele funde de forma ampla world music e elementos eletrônicos a sonoridades nativas de suas raízes afro-cubanas e o jazz, criando uma sonoridade urbana e original. No palco, Sosa é um frontman extremamente carismático que inspira sua banda às mais criativas e dinâmicas improvisações.
O último disco de Sosa, lançado pela Otá Records, intitulado Mulatos conta com a participação do mestre Paquito D'Rivera na clarineta. O álbum recebeu recentemente a indicação de Disco de Latin Jazz do Ano pela associação de jornalistas NYC-based Jazz Journalists Association. Com 15 álbuns no currículo, o pianista já foi indicado para o Grammy e venceu importantes premiações como o da Rádio BBC e o Goldie Awards. No palco do festival, reunirá Childo Tomas, de Moçambique (baixo), Molla Sylla, do Senegal (vocais) e Marquee Gilmore (bateria), dos Estados Unidos.
Christian McBride
O domínio da composição, os arranjos e a improvisação são algumas das principais características Christian McBride. Vencedor do Grammy, McBride iniciou sua carreira em 1989, na Filadélfia, onde teve sua carreira diretamente influenciada por seu pai, Lee Smith, e seu tio, Howard Cooper – ambos exímios baixistas.
Sendo considerado um dos melhores baixistas surgido entre os “young lions” da década passada, McBride já dividiu palco com grandes nomes do jazz, como Freddie Hubbard, Joe Henderson, McCoy Tyner e Diana Krall, além de ícones do pop, soul e da música clássica, como Kathleen Battle, Carly Simon, Sting, and James Brown. “
Além de McBreide no baixo, formação de sua banda conta com Steve Wilson no sax, Eric Reed no piano, Carl Allen na bateria e Warren Wolf no teclados e sintetizadores. Segundo o escritor Alan Leeds “A banda de Christian McBride é um dos sons mais intoxicantes e imprevisíveis da cena musical de hoje”.
FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO - TUDO É JAZZ
ONDE: OURO PRETO – MINAS GERAIS
QUANDO: DE 11 A 14 DE SETEMBRO (QUINTA A SEXTA-FEIRA)
INGRESSOS À VENDA A PARTIR DO DIA 01 DE AGOSTO DE 2008
VALORES DOS INGRESSOS PARA PARQUE METALÚRGICO (PALCO PRINCIPAL – 4 ATRAÇÕES POR DIA)
MEIA ENTRADA: R$80,00 POR DIA
INTEIRA: R$160,00 POR DIA
PASSAPORTE PARA OS 3 DIAS
MEIA ENTRADA: R$190,00
INTEIRA: R$380,00
AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO DO FESTIVAL:
ELLO TURISMO
AV. GETÚLIO VARGAS, 874 CONJ. 1106
SAVASSI – 30112-020 – BELO HORIZONTE – MG
FONE: (31) 2129-0029 / FAX: (31) 3262-2928
PAULO@ELLOTURISMO.COM.BR
MAIS INFORMAÇÕES: www.tudoejazz.com.br
MILTON NASCIMENTO - A CANÇÃO AMIGA – POR TÚLIO MOURÃO*
Artistas da estatura de Milton Nascimento não têm a menor chance de serem retribuídos na dimensão de seu significado e generosidade, sequer de perceberem a profundidade de sua marca na comunidade .
Tire de nossas vidas a trilha sonora que nos colore de alegria, afeto e esperança e estaremos sentenciados a uma cotidiana e melancólica mediocridade.
Por outro lado, a arte está cada vez mais só no incompreendido, e tremendo desafio de revelar significado para nossas vidas.
Uma canção não apenas clama por um mundo mais justo, humano e fraterno. Uma canção nos traduz para nós mesmos - e nossos semelhantes - e estamos no limiar de reconhecer que a matéria de nossa realidade é feita de nossos sonhos, pensamentos e sentimentos.
Quem mais faria por mim como a canção que me ampara e me ergue acima de meus medos?
Milton Nascimento, entre mil alegrias, renova a preciosa e confortadora crença de que a beleza do canto é expressão da grandeza da alma.
Entre outras tantas confessadas dívidas que lhe tenho, talvez seja esta a mais impagável: eu lhe devo amigos. Se não vejamos: tanto tempo depois de tê-lo conhecido, meus grandes amigos são amigos do Bituca. E os novos amigos tambem!
O que explicaria seu incrível faro para conhecer gente boa?
O poeta procurava por uma canção que “fizesse acordar os homens e adormecer as crianças”… Nosso tributo a Milton Nascimento se cumpriria plenamente, se pudesse de alguma forma dizer, Bituca é a própria canção amiga!
* Túlio Mourão é mineiro de Divinópolis. Maestro, pianista, compositor, arranjador, pesquisador musical, é curador do Tudo é Jazz e subirá ao palco do festival como convidado de Renato Borghetti Quarteto (Largo do Rosário, dia 12 de setembro) e fará parte da Homenagem a Milton Nascimento (Praça Tiradentes, dia 14 de setembro).
TUDO É JAZZ – ANO 7
HOMENAGEM A MILTON NASCIMENTO
PRAÇA TIRADENTES, DOMINGO, DIA 14 DE SETEMBRO
10H30 – CORTEJO DA RAÇA – IDEALIZAÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA: RAUL BELÉM MACHADO. PRODUÇÃO EXECUTIVA: CLÁUDIA MALTA
17H30 CONCERTO DA ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS. REGÊNCIA: MAESTRO SÍLVIO VIEGAS. DIREÇÃO MUSICAL: MAESTRO TÚLIO MOURÃO. ARRANJOS: WAGNER TISO, NELSON AYRES, TÚLIO MOURÃO, GIL JARDIM, MAURO RODRIGUES. PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS DE ROGÉRIO FLAUSINO, MARINA MACHADO, KADU VIANNA, JÚLIA RIBAS, PEDRO MORAES, GRUPO AMARANTO, RENATO BORGHETTI. INSTRUMENTISTAS: TÚLIO MOURÃO (PIANO), RENATO SALDANHA (GUITARRA), GILVAN DE OLIVEIRA (VIOLÃO), PABLO SOUZA (BAIXO), EDVALDO ILZO (BATERIA), CLÉBER ALVES (SAX)
18H30 – MILTON NASCIMENTO & BANDA E WAYNE SHORTER & RON CARTER.
PROGRAMAÇÃO GRATUITA
MAIS INFORMAÇÕES: www.tudoejazz.com.br
Tire de nossas vidas a trilha sonora que nos colore de alegria, afeto e esperança e estaremos sentenciados a uma cotidiana e melancólica mediocridade.
Por outro lado, a arte está cada vez mais só no incompreendido, e tremendo desafio de revelar significado para nossas vidas.
Uma canção não apenas clama por um mundo mais justo, humano e fraterno. Uma canção nos traduz para nós mesmos - e nossos semelhantes - e estamos no limiar de reconhecer que a matéria de nossa realidade é feita de nossos sonhos, pensamentos e sentimentos.
Quem mais faria por mim como a canção que me ampara e me ergue acima de meus medos?
Milton Nascimento, entre mil alegrias, renova a preciosa e confortadora crença de que a beleza do canto é expressão da grandeza da alma.
Entre outras tantas confessadas dívidas que lhe tenho, talvez seja esta a mais impagável: eu lhe devo amigos. Se não vejamos: tanto tempo depois de tê-lo conhecido, meus grandes amigos são amigos do Bituca. E os novos amigos tambem!
O que explicaria seu incrível faro para conhecer gente boa?
O poeta procurava por uma canção que “fizesse acordar os homens e adormecer as crianças”… Nosso tributo a Milton Nascimento se cumpriria plenamente, se pudesse de alguma forma dizer, Bituca é a própria canção amiga!
* Túlio Mourão é mineiro de Divinópolis. Maestro, pianista, compositor, arranjador, pesquisador musical, é curador do Tudo é Jazz e subirá ao palco do festival como convidado de Renato Borghetti Quarteto (Largo do Rosário, dia 12 de setembro) e fará parte da Homenagem a Milton Nascimento (Praça Tiradentes, dia 14 de setembro).
TUDO É JAZZ – ANO 7
HOMENAGEM A MILTON NASCIMENTO
PRAÇA TIRADENTES, DOMINGO, DIA 14 DE SETEMBRO
10H30 – CORTEJO DA RAÇA – IDEALIZAÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA: RAUL BELÉM MACHADO. PRODUÇÃO EXECUTIVA: CLÁUDIA MALTA
17H30 CONCERTO DA ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS. REGÊNCIA: MAESTRO SÍLVIO VIEGAS. DIREÇÃO MUSICAL: MAESTRO TÚLIO MOURÃO. ARRANJOS: WAGNER TISO, NELSON AYRES, TÚLIO MOURÃO, GIL JARDIM, MAURO RODRIGUES. PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS DE ROGÉRIO FLAUSINO, MARINA MACHADO, KADU VIANNA, JÚLIA RIBAS, PEDRO MORAES, GRUPO AMARANTO, RENATO BORGHETTI. INSTRUMENTISTAS: TÚLIO MOURÃO (PIANO), RENATO SALDANHA (GUITARRA), GILVAN DE OLIVEIRA (VIOLÃO), PABLO SOUZA (BAIXO), EDVALDO ILZO (BATERIA), CLÉBER ALVES (SAX)
18H30 – MILTON NASCIMENTO & BANDA E WAYNE SHORTER & RON CARTER.
PROGRAMAÇÃO GRATUITA
MAIS INFORMAÇÕES: www.tudoejazz.com.br
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
AO SABOR DO TUDO É JAZZ
Chef Nora Dejoie, de New Orleans, promove oficina de culinária com temperos da Louisiana e muita inspiração musical
Os amantes da boa música terão, na sétima edição do Tudo é Jazz, uma experiência sensorial inesquecível com a Oficina da Chef Nora Dejoie. Ministrada sábado, dia 13 de setembro, das 13h às 16h, na Cerâmica Saramenha (entrada da cidade), a atividade especial custa R$60 e, além da aula, dá direito à degustação.
Sobre a Chef
Nora Dejoie iniciou sua carreira em 1994 na WWL Television, uma afiliada da CBS, em New Orleans, trabalhando como chef-assistente e realizando muitos trabalhos solo durante 5 anos. Até hoje ela aparece no show “Frank Davis Cooking” quando seu titular, Frank Davis está em férias.
Desde 1997 ela atuou em mais de 35 promoções internacionais. São workshops onde ela faz interpretações pessoais da culinária típica de Louisiana, enquanto músicos tocam a música típica de New Orleans.
A chef Nora viaja sempre com suas próprias misturas de especiarias e prepara pratos de Louisiana com os produtos locais disponíveis, fazendo assim uma interação de culturas na sua releitura culinária das receitas originais daquele estado.
A profissional possui uma extensa experiência de viagem para promover a cozinha do sul dos EUA. Ela já apresentou workshops em restaurantes, hotéis e escolas na Suíça, Inglaterra, Itália, Alemanha, Dinamarca, Austrália e Cingapura. Ela também foi contratada como chef convidada em inúmeras ocasiões para a cadeia de hotéis Inter-Continental Hotels em locais como o Brasil, Argentina, Turquia, México, Nicarágua, El Salvador, São Domingos, Honduras e Venezuela.
Em 2007, Nora emprestou sua encantadora personalidade e todo seu talento para a televisão na Inglaterra: protagonizou um filme no qual ela era responsável por ensinar a um jovem estudante de Londres sobre a cultura da culinária da Louisiana, criando demonstrações ao vivo para divulgar o trabalho. O show tem o nome de “Take Away my Take Away” - ainda é inédito na TV - e ensina aos jovens ingleses como começar a cozinhar e eliminar a comida danosa de suas dietas.
A chef tem seu próprio serviço de buffet que atende toda a área de New Orleans incluindo o Port de New Orleans e o New Jazz & Heritage Foundation. Ela também é proprietária de um pequeno restaurante em New Orleans.
OFICINA DE CULINÁRIA COM A CHEF NORA DEJOIE, DE NEW ORLEANS
DIA 13 DE SETEMBRO, SÁBADO, DAS 13H ÀS 16H.
LOCAL: CERÂMICA SARAMENHA – RODOVIA DOS INCONFIDENTES, KM 88 (ENTRADA DA CIDADE)
INVESTIMENTO: R$60 (AULA E DEGUSTAÇÃO)
INSCRIÇÕES PELOS EMAILS aninha@bananinha.com.br E ana@construtoraeficiencia.com.br .SITE OFICIAL: www.tudoejazz.com.br
Os amantes da boa música terão, na sétima edição do Tudo é Jazz, uma experiência sensorial inesquecível com a Oficina da Chef Nora Dejoie. Ministrada sábado, dia 13 de setembro, das 13h às 16h, na Cerâmica Saramenha (entrada da cidade), a atividade especial custa R$60 e, além da aula, dá direito à degustação.
Sobre a Chef
Nora Dejoie iniciou sua carreira em 1994 na WWL Television, uma afiliada da CBS, em New Orleans, trabalhando como chef-assistente e realizando muitos trabalhos solo durante 5 anos. Até hoje ela aparece no show “Frank Davis Cooking” quando seu titular, Frank Davis está em férias.
Desde 1997 ela atuou em mais de 35 promoções internacionais. São workshops onde ela faz interpretações pessoais da culinária típica de Louisiana, enquanto músicos tocam a música típica de New Orleans.
A chef Nora viaja sempre com suas próprias misturas de especiarias e prepara pratos de Louisiana com os produtos locais disponíveis, fazendo assim uma interação de culturas na sua releitura culinária das receitas originais daquele estado.
A profissional possui uma extensa experiência de viagem para promover a cozinha do sul dos EUA. Ela já apresentou workshops em restaurantes, hotéis e escolas na Suíça, Inglaterra, Itália, Alemanha, Dinamarca, Austrália e Cingapura. Ela também foi contratada como chef convidada em inúmeras ocasiões para a cadeia de hotéis Inter-Continental Hotels em locais como o Brasil, Argentina, Turquia, México, Nicarágua, El Salvador, São Domingos, Honduras e Venezuela.
Em 2007, Nora emprestou sua encantadora personalidade e todo seu talento para a televisão na Inglaterra: protagonizou um filme no qual ela era responsável por ensinar a um jovem estudante de Londres sobre a cultura da culinária da Louisiana, criando demonstrações ao vivo para divulgar o trabalho. O show tem o nome de “Take Away my Take Away” - ainda é inédito na TV - e ensina aos jovens ingleses como começar a cozinhar e eliminar a comida danosa de suas dietas.
A chef tem seu próprio serviço de buffet que atende toda a área de New Orleans incluindo o Port de New Orleans e o New Jazz & Heritage Foundation. Ela também é proprietária de um pequeno restaurante em New Orleans.
OFICINA DE CULINÁRIA COM A CHEF NORA DEJOIE, DE NEW ORLEANS
DIA 13 DE SETEMBRO, SÁBADO, DAS 13H ÀS 16H.
LOCAL: CERÂMICA SARAMENHA – RODOVIA DOS INCONFIDENTES, KM 88 (ENTRADA DA CIDADE)
INVESTIMENTO: R$60 (AULA E DEGUSTAÇÃO)
INSCRIÇÕES PELOS EMAILS aninha@bananinha.com.br E ana@construtoraeficiencia.com.br .SITE OFICIAL: www.tudoejazz.com.br
PALCO LARGO DO ROSÁRIO TERÁ ATRAÇÕES GRATUITAS NA SÉTIMA EDIÇÃO DO TUDO É JAZZ
A sétima edição do Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz, que acontece entre os dias 11 e 14 de setembro na histórica Ouro Preto, apresenta programação gratuita pautada pelo bom gosto e a abrangência de timbres no Largo do Rosário.
A viagem musical tem seu ponto de partida em Minas Gerais, na quinta-feira, com shows de Maria Bragança Quarteto, Rodica Blues e Sérgio Pererê, Dudu Lima Trio convidando Juarez Moreira e, para finalizar, a BH Gypsy Jazz.
Sexta-feira celebram-se encontros como o do mineiro Maurício Tizumba com Mola Sylla, do Senegal. Diretamente do continente africano também dão o tom The Kholwa Brothers. Renato Borghetti Quarteto, do Rio Grande do Sul, convida o mineiro Túlio Mourão para uma jam session. Por fim, as ladeiras de Ouro Preto ganham um jeito de Olinda com a Spok Frevo Orquestra que divide a cena com o também pernambucano Genaro.
Sábado é dia do público entrar em contato com as raízes do jazz e suas novas vertentes numa seleção feita entre artistas de New Orleans como Donald Harrison Jr. AS The Chief of The Congo Nation, Free Agentes Brass Band, Charmaine Neville e Creole Zydeco Farmers. A imperdível programação gratuita do Tudo é Jazz no Palco Largo do Rosário é uma prévia da emoção e das performances impecáveis que tomarão conta da Praça Tiradentes, no domingo, com a homenagem ao compositor, cantor e instrumentista Milton Nascimento, considerado como um dos três maiores músicos vivos da música do século 21.
Quinta-feira, dia 11 de setembro
Maria Bragança Quarteto (MG) – 17h
Rodica Blues e Sérgio Pererê (MG) – 18h30
Dudu Lima Trio (MG) convida Juarez Moreira (MG) – 20h
BH Gypsy Jazz (MG) – 21h30
Sexta-feira, dia 12 de setembro
Mola Sylla (Senegal) e Maurício Tizumba (MG) – 17h
The Kholwa Brothers (África do Sul) – 18h30
Renato Borghetti Quarteto (RS) convida Túlio Mourão (MG) – 20h
Spok Frevo Orquestra (PE) convida Genaro (PE) – 21h30
Sábado, dia 13 de setembro
Donald Harrison Jr as The Big Chief of the Congo Nation (New Orleans) – 17h
Free Agents Brass Band (New Orleans) – 18h30
Charmaine Neville (New Orleans) – 20h
Creole Zydeco Farmers (New Orleans) – 21h30
FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO – TUDO É JAZZ – ANO 7
DIAS 11, 12 E 13 DE SETEMBRO – LARGO DO ROSÁRIO
A PARTIR DAS 17H
PROGRAMAÇÃO GRATUITASITE OFICIAL: www.tudoejazz.com.br
A viagem musical tem seu ponto de partida em Minas Gerais, na quinta-feira, com shows de Maria Bragança Quarteto, Rodica Blues e Sérgio Pererê, Dudu Lima Trio convidando Juarez Moreira e, para finalizar, a BH Gypsy Jazz.
Sexta-feira celebram-se encontros como o do mineiro Maurício Tizumba com Mola Sylla, do Senegal. Diretamente do continente africano também dão o tom The Kholwa Brothers. Renato Borghetti Quarteto, do Rio Grande do Sul, convida o mineiro Túlio Mourão para uma jam session. Por fim, as ladeiras de Ouro Preto ganham um jeito de Olinda com a Spok Frevo Orquestra que divide a cena com o também pernambucano Genaro.
Sábado é dia do público entrar em contato com as raízes do jazz e suas novas vertentes numa seleção feita entre artistas de New Orleans como Donald Harrison Jr. AS The Chief of The Congo Nation, Free Agentes Brass Band, Charmaine Neville e Creole Zydeco Farmers. A imperdível programação gratuita do Tudo é Jazz no Palco Largo do Rosário é uma prévia da emoção e das performances impecáveis que tomarão conta da Praça Tiradentes, no domingo, com a homenagem ao compositor, cantor e instrumentista Milton Nascimento, considerado como um dos três maiores músicos vivos da música do século 21.
Quinta-feira, dia 11 de setembro
Maria Bragança Quarteto (MG) – 17h
Rodica Blues e Sérgio Pererê (MG) – 18h30
Dudu Lima Trio (MG) convida Juarez Moreira (MG) – 20h
BH Gypsy Jazz (MG) – 21h30
Sexta-feira, dia 12 de setembro
Mola Sylla (Senegal) e Maurício Tizumba (MG) – 17h
The Kholwa Brothers (África do Sul) – 18h30
Renato Borghetti Quarteto (RS) convida Túlio Mourão (MG) – 20h
Spok Frevo Orquestra (PE) convida Genaro (PE) – 21h30
Sábado, dia 13 de setembro
Donald Harrison Jr as The Big Chief of the Congo Nation (New Orleans) – 17h
Free Agents Brass Band (New Orleans) – 18h30
Charmaine Neville (New Orleans) – 20h
Creole Zydeco Farmers (New Orleans) – 21h30
FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OURO PRETO – TUDO É JAZZ – ANO 7
DIAS 11, 12 E 13 DE SETEMBRO – LARGO DO ROSÁRIO
A PARTIR DAS 17H
PROGRAMAÇÃO GRATUITASITE OFICIAL: www.tudoejazz.com.br
RICHIE HAWTIN DIVIDE AS PICAPES COM DJ ROBINHO NA CRIS!

No mundo da música eletrônica, superlativos são comuns: melhor som, melhores técnicas, DJ mais inovador. Pois, se há um nome que pode ser acompanhado de tais termos, este responde por Richie Hawtin.
O cultuado e revolucionário som de Hawtin é a atração confirmada para a próxima Cris!, festa que acontece toda quarta-feira no Deputamadre. Dentro da estética do minimal techno, vertente na qual é mestre, Hawtin é uma das figuras chave no desenvolvimento da música eletrônica mundial.
Elogiado tanto como produtor quanto como DJ, Hawtin apresenta um estilo muito particular, marcado pela inovação conceitual, novas tecnologias e sonoridades densas. Seus sets, que incorporaram efeitos, final scratch e o uso de ableton live, propuseram expandir o formato de suas apresentações ao vivo, que hoje estão muito além da simples mixagem de discos.
Nascido na Inglaterra e criado no Canadá, Richie Hawtin mergulhou no techno após ingressar na cena de Detroit. Sobre esta base, posteriormente seu trabalho trilhou ainda os caminhos do minimal - vertente na qual ficou conhecido com os lançamento assinados com um de seus codinomes artísticos: Plastikman.
Hawtin fará uma turnê curta pelo Brasil. Sua primeira apresentação será no Deputamadre, de onde seguirá para Warung (SC), Sirena (Maresias) e Club 69 (RJ).
Hawtin fará uma turnê curta pelo Brasil. Sua primeira apresentação será no Deputamadre, de onde seguirá para Warung (SC), Sirena (Maresias) e Club 69 (RJ).
A outra atração da noite é o residente DJ Robinho, um dos expoentes da house music de Belo Horizonte. Robinho já foi residente da festa mensal Roulette entre 2006/2007 no Vegas Club, uma das casas noturnas mais badaladas de São Paulo e já tocou ao lado de grandes nomes da cena eletrônica brasileira como Mau Mau, Marky, Renato Lopes e Noise, além dos gringos J.Jay, Chris Lum, Mekon, Murray Richardson, Joakim, Funk D´void, Chateau Flight, LLorca, Ian Pooley, entre outros.
Atualmente, Robinho se dedica à festa Cris! e tem residência mensal na boate NaSala. Exporadicamente o DJ produz e toca na Twice as Nice, além de todo ano realizar a Bilisquete, festa beneficente com renda destinada a instituições de caridade da capital.
Cris!
Desde 2003 a Cris! - melhor noite do Deputamadre e que tem como residente o DJ Robinho - consegue manter-se ano após ano com um público fiel, além de dar destaque aos DJs locais e a renomados brazucas como Mau Mau, Gil Barbara, Gui Boratto, Magal, MixHell, Spavieri, Marky, entre outros.
A festa, que também já trouxe à cidade DJs internacionais como Oliver Klein (GER), Soul Designer (UK), Oxia (UK), Martin Eyerer (GER), Chopstick (GER), Rob Mello (UK), Tim Taylor (UK), entre outros, contempla diversas tribos, que muitas vezes não encontram opções na noite belo-horizontina.
CRIS!
LINE UP:
23:00H: DJ ROBINHO (RESIDENTE)
02:00H: RICHIE HAETIN
DATA: 03 DE SETEMBRO (QUARTA-FEIRA)
LOCAL: DEPUTAMADRE
CONVITES LIMITADOS NA CHILLI BEANS DO PÁTIO SAVASSI, NA ADIDAS DO DIAMOND MALL E NO BAR LA TOSQUERIA (RUA CLÁUDIO MANUEL 329, DAS 18H À 1H).
MASC: R$ 50, FEM: R$ 30CONVITE ORLOFF: R$100 [VALE UMA GARRAFA DE VODKA ORLOFF]INFOS: LELEDEPUTAMADRE@HOTMAIL.COM
WWW.DJROBINHO.COM
A festa, que também já trouxe à cidade DJs internacionais como Oliver Klein (GER), Soul Designer (UK), Oxia (UK), Martin Eyerer (GER), Chopstick (GER), Rob Mello (UK), Tim Taylor (UK), entre outros, contempla diversas tribos, que muitas vezes não encontram opções na noite belo-horizontina.
CRIS!
LINE UP:
23:00H: DJ ROBINHO (RESIDENTE)
02:00H: RICHIE HAETIN
DATA: 03 DE SETEMBRO (QUARTA-FEIRA)
LOCAL: DEPUTAMADRE
CONVITES LIMITADOS NA CHILLI BEANS DO PÁTIO SAVASSI, NA ADIDAS DO DIAMOND MALL E NO BAR LA TOSQUERIA (RUA CLÁUDIO MANUEL 329, DAS 18H À 1H).
MASC: R$ 50, FEM: R$ 30CONVITE ORLOFF: R$100 [VALE UMA GARRAFA DE VODKA ORLOFF]INFOS: LELEDEPUTAMADRE@HOTMAIL.COM
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